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Speakers! Como vocês estão?

Se vocês já acompanham as nossas conversas aqui na The Speaker, provavelmente já sabem que desenvolver as habilidades quanto à oratória não é um requisito apenas para profissionais que atuam nas áreas de comunicação, não é verdade?

Saber falar bem e comunicar-se com clareza são características necessárias para todos nós, seja qual for o nosso trabalho ou campo de atuação. No entanto, algumas áreas têm certas especificidades no que diz respeito à oratória, de modo que, para certas profissões, falar bem é crucial e influencia diretamente no desempenho e na convivência com os demais.

Pensando nisso, escolhemos um tema MUITO importante: a oratória na Medicina! Esse assunto ainda é um certo tabu, sendo deixado de lado tanto na área médica como na comunicação. Se você é um profissional da saúde, vale a pena pensar sobre o assunto e seguir as dicas que daremos a seguir. Vamos lá?

Por que os profissionais da saúde devem aprender a falar bem?

O curso de Medicina ainda é considerado um dos mais difíceis no Brasil, tanto para ingressar na faculdade quanto durante os períodos. As disciplinas variam um pouco de faculdade a faculdade, mas, ainda hoje, são raras as instituições que oferecem matérias no campo da comunicação. E isso é extremamente preocupante, já que a forma como uma pessoa é tratada pode até mesmo influenciar no seu processo de recuperação.

Sendo assim, por que os profissionais da saúde devem aprender a falar bem?

Bom, podemos responder a essa pergunta de várias formas, já que são muitos os motivos que fazem com que as habilidades de oratória sejam tão importantes para os médicos. Para começar, listamos dois momentos em que saber falar bem é fundamental:

– Na hora de conversar com os pacientes e familiares

– Em exposições e palestras para um público leigo

Para continuar a nossa conversa, vamos falar sobre cada um desses momentos, dando algumas dicas para melhorar a comunicação. Confira!

Dicas para conversar melhor com pacientes e seus familiares

Uma das maiores reclamações dos brasileiros em relação aos médicos é a forma como são tratados em hospitais e clínicas, especialmente os públicos. Muitos profissionais da saúde não conseguem se relacionar de um jeito agradável com os pacientes e isso pode ser resultado da pouca atenção que os cursos têm para disciplinas de comunicação.

A oratória para médicos – especialmente aquela específica para diálogos com pacientes e familiares – tem características muito singulares, já que o contexto é totalmente diferente de uma apresentação em público, por exemplo.

Antes de se concentrar nas nossas dicas, é fundamental ter em mente que as pessoas estão mais vulneráveis quando procuram um médico, tanto a nível físico quanto a nível emocional. Por isso, vale a pena investir no respeito e cuidado na hora de conversar com as pessoas.

A partir desse cuidado e respeito com as dores do outro, é importante estar atento a outras dicas:

1- Use uma linguagem acessível

O universo médico é cheio de jargões e expressões de nicho, não é mesmo? Mas, na hora de conversar com um paciente ou seus familiares, procure ser o menos técnico possível, falando de um jeito acessível e direto.

Os perfis dos pacientes variam muitíssimo, mais ainda quando se trata de um hospital público. Portanto, parta do pressuposto que o outro não conhece termos específicos da área médica e traduza essas expressões.

Dessa forma, você evita que o paciente faça um tratamento errado, por exemplo, ou mesmo que não entenda o que há de errado na saúde dele. Lembre-se: o maior interessado nisso é o seu paciente! Não é justo explicar de uma maneira inacessível.

2- Seja simpático

Sim, sabemos que a rotina dos médicos é bastante estressante e que há dias em que manter o bom humor é bem difícil. Mesmo assim, procure ser o mais simpático e educado possível, desde a hora em que cumprimentar o paciente até a despedida.

Quando você cumprimenta o seu paciente com educação, desperta nele a empatia. E isso faz com que ele se abra com você, contando os sintomas de forma mais honesta. No fim das contas, todos saem ganhando!

3- Seja cuidadoso ao dar más notícias

Nem sempre as notícias que vocês, profissionais da saúde, têm que dar são boas. Com o tempo, vocês acabam fazendo isso de forma mecânica, o que pode ser bastante traumático para os familiares do paciente.

Imagine a situação mais séria: seu paciente morreu e você tem que contar isso para a família. Você lida com momentos como esse praticamente todos os dias, mas, ainda assim, procure dar essa notícia difícil com respeito, demonstrando que você se importa. Um cuidado simples pode fazer toda a diferença nessa hora tão delicada.

Dicas para fazer boas apresentações e palestras

Para fazer boas apresentações em público, vale, antes de tudo, conhecer o seu público. Se esse público não é composto apenas por médicos e profissionais da área, tome cuidado para não ser muito técnico e esteja bastante atento quanto à linguagem.

Procure falar de forma clara e interessante. Lembre-se: as pessoas têm tendência a deixar de prestar atenção após os 15 primeiros minutos de uma apresentação. Por isso, tente ganhar a atenção do seu público desde o começo.

Esteja atento quanto à sua postura, à sua voz e suas expressões! A comunicação não é feita apenas através da fala. Quando você se comunica com alguém, está usando todo o seu corpo para isso. Então é preciso tomar cuidado, mantendo uma boa postura, usando um volume de voz adequado e um ritmo acessível para a plateia.

Quanto às expressões, procure ser o mais natural possível, garantindo que a sua expressão esteja condizente com o que você está dizendo. Por exemplo: se o assunto é algo animador, mostre esse ânimo no seu rosto! Tudo isso, acreditem, faz muito a diferença!

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Olá, Speakers! Como vocês estão?

O caminho para nos tornarmos excelentes comunicadores é pautado, sobretudo, na prática e nos estudos. Como sempre faço questão de ressaltar, a boa oratória não é um dom, mas uma habilidade que desenvolvemos com a prática e a orientação de profissionais realmente capacitados no assunto.

Nesse caminho, no entanto, existem alguns hábitos que atrapalham a nossa evolução, hábitos esses que são mais comuns do que imaginamos.

Pensando nisso, no artigo de hoje, vou falar um pouco mais sobre quais são esses hábitos e o que fazer para nos libertarmos deles. Confira e saiba o que está impedindo você de ser um grande comunicador!

  1. Eu sei

O “eu sei” é um dos grandes empecilhos para quem quer ser um grande comunicador, já que essas duas palavras resumem a pouca habilidade de ouvir e a enorme resistência em aprender algo novo.

Esse hábito – ou vício, como preferirem – interfere diretamente na nossa capacidade de ouvir, essencial em todo processo comunicativo. Um bom comunicador é aquele que consegue ouvir a sua audiência (seja ela as pessoas da plateia, seus clientes ou aqueles que fazem parte do seu dia a dia).

Essa capacidade de ouvir os demais não é apenas uma mostra de respeito e comunicação, mas, ao mesmo tempo, uma demonstração de Inteligência. Em um debate, por exemplo, prestar atenção no que o outro diz é uma forma eficaz de conhecer seus argumentos e ideias e, a partir deles, planejar a própria contra argumentação. Pensem nisso!

Julian Treasure é uma das referências contemporâneas em comunicação. Segundo ele, o hábito de “já saber” leva ao chamado “monólogo brilhante”, que acontece quando as pessoas estão tão preocupadas em parecer geniais em suas falas que acabam perdendo a capacidade de ouvir, prejudicando, assim, a comunicação e o bom desempenho que poderiam ter.

  1. Eu nunca erro

O “eu nunca erro” ou o “eu estou sempre certo” é outro vício que interfere diretamente no caminho para sermos bons comunicadores e está bastante relacionado ao que discutimos no tópico anterior.

A necessidade de sempre ter razão atrapalha muito – e em várias ocasiões. Uma das consequências mais visíveis é o significativo aumento do nervosismo. As pessoas que pensam ou querem estar sempre certas não admitem que podem errar e, em situações de exposição de fala, acabam se sentindo mais nervosas do que as demais.

Da mesma forma, o diálogo com quem está na plateia (ou com colegas de trabalho e clientes, por exemplo) é prejudicado. Uma das formas de reter a atenção do público, especialmente em apresentações mais longas, é abrir espaço para debates. O comunicador que pensa estar sempre certo corre o enorme risco de se sair mal nesses momentos, já que tem pouca – ou nenhuma – capacidade de escutar e aceitar outros argumentos e opiniões.

O “eu nunca erro” também gera um hábito MUITO prejudicial: o de interromper os outros. Tanto no dia a dia quanto em situações de exposição de fala especificamente, esse hábito é bastante negativo. Interromper alguém, apenas pelo constante desejo de mostrar que somos nós os detentores da razão, interfere na nossa imagem pessoal e acaba demonstrando pouco profissionalismo.

  1. Eu sempre tenho que agradar aos demais

Ser percebido como alguém que pensa nos outros é ótimo, não é verdade? No entanto, há uma linha tênue entre ser agradável e ter o desejo de sempre agradar aos demais, omitindo, para isso, nossas verdadeiras opiniões.

Um bom comunicador é aquele que consegue expressar seus argumentos e ideias de forma clara, sem ser autoritário ou audacioso para isso e, principalmente, sem dizer sim quando, na verdade, queria dizer não.

Concordar com opiniões que, na verdade, não vemos como certas não é ser um bom comunicador. Ao contrário, é ter medo de discutir ideias, acreditando que essas discussões acabam interferindo na imagem de “agradáveis” que os outros têm de nós.

Speakers, não confundam: é possível ser agradável e, ainda assim, defender as nossas opiniões e aquilo que acreditamos. Basta estarmos preparados, apresentarmos dados concretos e discutir ideias, sem deixar que um conflito de opiniões se torne um confronto pessoal.

No ambiente profissional, sobretudo, concordar sempre com os colegas de trabalho ou mesmo com os chefes não é visto como algo positivo. Pelo contrário, o profissional que consegue defender seus argumentos com coragem é o que tende a crescer em sua trajetória. Pensem nisso!

  1. Eu sou neutro

A máscara da imparcialidade é outro hábito que prejudica nosso caminho para sermos excelentes comunicadores. Não são raras as vezes em que vemos discussões na web sobre a necessidade de estarmos sempre felizes, especialmente nas redes sociais.

No entanto, isso também acontece no ambiente corporativo, quando, muitas vezes, não há espaço para que os colaboradores demonstrem suas emoções, sejam elas negativas ou positivas.

Os profissionais acabam levando essa postura para as situações de exposição de fala, por acreditarem que uma postura imparcial os faz melhores comunicadores. Paradoxalmente, se analisamos os principais discursos da história, vemos que eles estão carregados de emoção e os comunicadores demonstram, através da sua fala e suas expressões, que realmente se importam.

Ao transmitir suas emoções, o que esses comunicadores fazem é criar uma ligação com a audiência, despertando, nessas pessoas, a empatia.

Dessa forma, Speakers, nas apresentações em público – ou outras situações de exposição de fala –, não tenham medo de demonstrar emoções. Obviamente, de uma forma adequada, coerente com o contexto em que se encontram.

Para falar sobre isso, costumo contar o exemplo de uma das minhas clientes. Ela fez uma apresentação em sua empresa e, ao falar sobre números negativos de rendimento, não demonstrou nenhuma emoção através de suas expressões faciais. Ao permanecer neutra, acabou transmitindo a imagem errônea de que não se importava com tais números, despertando, assim, a desconfiança de colegas e líderes.

Quando pensamos na lista de hábitos e costumes prejudiciais a uma boa comunicação, esses são alguns dos principais. Agora que você já os conhece, identifique quais fazem parte do seu dia a dia e pense em alternativas para superá-los. Os resultados serão muito positivos, não tenham dúvidas.

Precisam de ajuda? Falem com a The Speaker!

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Olá, Speakers!

Vocês já pararam para pensar na enorme importância que as pausas têm durante um discurso ou apresentação?

Nem todos estão cientes disso, já que esse assunto não é tão discutido quando se fala de oratória, mas os “silêncios” – ou seja, as pausas intencionais – são ferramentas comunicacionais indispensáveis para a fluidez de uma apresentação em público.

Saber usar essa ferramenta de forma consciente é uma habilidade que impulsiona significativamente uma exposição oral, já que serve para, entre outras funções, dar um tempo para que as pessoas assimilem informações importantes, elevar a emotividade de determinado trecho ou mesmo ressaltar o começo de um novo tópico.

Neste artigo, vou falar um pouco mais sobre quando e como usar as pausas em apresentações e discursos. Confira!

Afinal, para que servem as pausas durante uma apresentação?

Muitas pessoas ainda veem o silêncio como algo inapropriado e até mesmo constrangedor, ignorando, assim, que os momentos sem falar também são uma forma de comunicação.

É isso mesmo, Speakers! O silêncio também é um modo de dizer algo, ainda que sem usar a linguagem verbal para isso.

Durante uma apresentação, como eu já disse no começo deste post, os silêncios têm diversas funções. Vejamos, a seguir, algumas delas:

  1. Indicar o fim de um tópico e o começo de outro

Um dos modelos mais usados (e mais eficazes) para as apresentações e/ou discursos é aquele que divide a fala em três tópicos principais: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.

Sendo assim, usar conscientemente o silêncio é um modo de explicitar o começo e o fim de cada um desses três tópicos. Da mesma forma, as pausas podem ser usadas para separar um bloco de informações e outro, dando tempo para que as pessoas que estão na plateia possam assimilar o que foi dito antes de serem bombardeadas com novos dados e opiniões.

Ou seja, os momentos mais indicados para que as pausas sejam usadas são:

  1. entre a introdução e o desenvolvimento;
  2. entre cada ponto principal do desenvolvimento, separando blocos de informações;
  3. entre o desenvolvimento e a conclusão.

Ao permanecer em silêncio por alguns segundos, o que o comunicador está dizendo é: “vem algo novo a seguir”. Com esse simples aviso, o público tende a reter mais a atenção, ao saber que novas (e importantes) informações estão por vir.

  1. Equilibrar o ritmo de fala

Um dos erros mais comuns em apresentações é quando, por vários motivos, o comunicador não consegue controlar o seu próprio ritmo de fala e acaba “atropelando” informações, prejudicando, dessa forma, que o conteúdo seja de fato compreendido pelo público.

O nervosismo, a ansiedade por falar tudo o que sabemos e até mesmo o medo de falar em público (e querer sair logo do palco) fazem com que apressemos nosso ritmo de fala, usando uma velocidade que, muitas vezes, torna nossa apresentação menos clara.

Ao inserir pausas entre blocos de informações ou entre os três tópicos principais da apresentação, damos um tempo para que possamos nos conscientizar do nosso próprio ritmo, desacelerando um pouco e equilibrando nossos pensamentos, nos preparando para seguir com a apresentação da melhor forma possível.

  1. Elevar o índice de emotividade

O silêncio consciente também cumpre o papel de dar mais emoção a determinado trecho de um discurso ou apresentação. Da mesma forma, serve para enfatizar uma informação ou uma opinião, que sejam muito relevantes.

Hoje, já se sabe que uma das técnicas mais eficazes para impulsionar uma apresentação em público é a storytelling, que é, em suma, contar uma história junto à apresentação de dados e opiniões.

No momento de contar uma história, usar os silêncios é indispensável, garantindo, assim, que seja usado um tom diferenciado, mais emotivo do que no restante da apresentação ou discurso.

  1. Falar como um líder

Bons comunicadores são aqueles que conseguem se comunicar como líderes, inspirando os demais. Se analisarmos os discursos de grandes comunicadores, não é difícil perceber que usam as pausas (ou silêncios conscientes) como aliadas. Isso acontece porque, ao sabermos usar essa ferramenta de forma prudente, conseguimos trazer uma série de benefícios para a nossa fala.

Entre esses tais benefícios, dois se destacam, sendo eles a empatia e a confiança. Empatia e confiança são dois aspectos indispensáveis para uma boa apresentação. Ao despertar a empatia no seu público, as chances de que prestem atenção a toda a sua fala são muito maiores. Da mesma forma, a resistência a escutar e entender seus argumentos e opiniões diminui.

Já a confiança tem a ver com a percepção que o público faz do comunicador. Como já dissemos neste post, o nervosismo e a ansiedade acabam acelerando o ritmo de fala. Dessa forma, um comunicador que, durante a sua apresentação, atropela informações e ideias é visto como alguém pouco confiável.

Por outro lado, quem sabe aplicar as pausas e tem um ritmo consciente e equilibrado de fala transmite a imagem de alguém que efetivamente sabe o que está dizendo, e tem o domínio sobre tudo o que acontece na apresentação. Em outras palavras, alguém que se pode ter como um líder.

Todos os aspectos que implicam em uma boa comunicação podem ser desenvolvidos através da prática e do acesso a informações confiáveis sobre o tema. Com o uso dos silêncios, isso não é diferente.

Ao fazer um treinamento em oratória, que esteja atualizado e ciente da importância das pausas nos discursos, você conhecerá as técnicas necessárias para utilizar os silêncios em situações de exposição de fala. Com o tempo, essa habilidade já estará desenvolvida e você saberá quando falar e quando fazer silêncio de forma natural.

A The Speaker pode ajudá-lo a ser um comunicador mais inspirador e eficaz. Conheça nossos cursos e escolha o que melhor atende às suas necessidades!

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Olá, Speakers!

Recentemente, aconteceu na The Speaker um treinamento em oratória com a equipe de pós-venda da empresa Honda Motos, uma das referências mundiais no nicho em que atua.

O workshop, da nossa modalidade in company, contou com a participação de 15 colaboradores da empresa, que têm como objetivo principal fazer boas apresentações em público falando em espanhol.

No treinamento, trabalhamos os desafios de se comunicar em idioma estrangeiro (nesse caso, no espanhol) de forma assertiva, unindo os conhecimentos básicos de apresentações em público a essa especificidade: a de conseguir naturalidade e eficácia para falar em outra língua.

Como foi o workshop?

O treinamento, como eu disse, aconteceu na nossa modalidade in company, ou seja, orientado ao contexto corporativo.

Como é de praxe, o workshop foi planejado de acordo com as principais necessidades e desafios do grupo, que, nesse caso, era fazer apresentações assertivas no idioma espanhol.

O treinamento foi dividido em duas etapas: uma agora e outra que será feita no final do ano. Durante esse intervalo de tempo, os 15 colaboradores da Honda Motos serão bombardeados com aulas de espanhol semanalmente, para que consigam ter maior domínio da língua (e, assim, melhor performance ao se comunicarem nesse idioma).

Na primeira etapa do treinamento com a  The Speaker, que durou cinco horas, trabalhamos MUITO a questão da desinibição ao falar em idioma estrangeiro, já que esse costuma ser um grande problema quando fazemos apresentações que não sejam em português.

Nesse primeiro momento, abordamos os principais pilares para uma boa apresentação em público, especialmente para quem atua na área pós-venda, como a equipe do Honda Motos que participou do workshop. Passei alguns exercícios e “lições de casa” para que os colaboradores se preparem para o nosso próximo encontro no final do ano.

Na última etapa, que, repito, acontecerá depois que os colaboradores já tiverem um maior domínio do espanhol, nos focaremos na parte prática, lapidando o que ainda precisará ser aprimorado nas apresentações e intensificando a preparação para se comunicar em idioma estrangeiro. A previsão é de que esse treinamento final dure cerca de oito horas.

Quais foram os resultados do workshop?

Até o momento, aconteceu apenas a etapa inicial do nosso workshop com colaboradores da equipe de pós-venda da Honda Motos. Dos participantes, apenas três já dominam o idioma espanhol e os outros ainda são iniciantes na língua, por isso a necessidade de que o grupo trabalhe o idioma, com aulas semanais daqui até o fim do ano.

Juntos, nesse primeiro momento, pudemos assistir a vídeos e trabalhar toda a parte teórica sobre como impulsionar as apresentações em público. Esse preparo foi essencial para que a próxima etapa do treinamento, que acontecerá no fim do ano, tenha sucesso e que os 15 colaboradores da Honda Motos possam se sentir seguros e fazer boas apresentações em espanhol.

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Olá, Speakers! Como vocês estão?

Uma das melhores formas de conhecer nosso trabalho aqui na The Speaker é através dos cases de treinamentos com nossos clientes. Por isso, hoje vou compartilhar com vocês mais um deles. Dessa vez, com uma equipe de colaboradores do Banco BNP Paribas, do setor de marketing.

Confira tudo o que aconteceu durante esse workshop!

Como foi o workshop?

O BNP Paribas é um dos maiores bancos do mundo e, por isso mesmo, seus colaboradores devem estar preparados para apresentações dentro e fora do país, realizadas tanto em português quanto em outros idiomas.

No treinamento com a The Speaker, participaram quatro colaboradores do Banco, todos da equipe de global marketing. São executivos, que vivem momentos diferentes em suas carreiras – alguns com muitos anos de profissão e outros com um pouco menos de experiência.

Esses colaboradores fazem apresentações em todo o mundo e, por essa razão, precisam representar a marca do BNP Paribas da melhor forma possível. Um desses colaboradores, inclusive, viaja por vários países, fazendo apresentações ao lado do presidente do Banco.

O workshop precisava, então, atender às demandas de cada um desses quatro profissionais, com trajetórias e desafios distintos entre si.

Para isso, dividimos o treinamento em dois encontros de duas horas cada. No primeiro, abordamos os principais conceitos de comunicação e oratória. Em seguida, os clientes fizeram apresentações, tentando colocar em prática tudo o que discutimos durante as aulas teóricas.

Nossa equipe filmou as apresentações e, para cada colaborador, foi dado um feedback com o que ainda necessitava ser aprimorado antes do nosso próximo encontro, que também seria realizado individualmente.

Na etapa seguinte, com os workshops individuais, que aconteceram um mês depois do treinamento inicial, os colaboradores já vieram com um nível bem mais alto quanto à oratória. Na verdade, a evolução foi intensa e se notou o quanto eles trabalharam e aprimoraram a sua comunicação.

Nesse treinamento, como cada cliente tinha um perfil diferente, procuramos atender às necessidades individuais. Um dos colaboradores, por exemplo, já acostumado a representar a empresa em vários países, tinha o desafio bem específico de começar a fazer apresentações em vídeo. Por isso, com ele, trabalhamos técnicas direcionadas à gravação desse tipo de mídia.

Quais foram os resultados do workshop?

Como eu disse, já no nosso segundo encontro, as diferenças (positivas) se fizeram sentir de forma intensa. Em muitos casos, houve uma mudança drástica na forma como os colaboradores se comunicavam, tornando-se mais assertivos.

O contratante, ou seja, o profissional do BNP que entrou em contato com a The Speaker, nos deu um feedback muito positivo, dizendo que os colaboradores aprimoraram bastante a oratória e que a evolução foi notável.

Além disso, esse contratante nos comentou que, no primeiro encontro, ele tinha a intenção de assistir a apenas alguns minutos do nosso workshop, com o objetivo de conhecer melhor como seria o treinamento. No entanto, acabou entusiasmado com o workshop e cancelou seus compromissos para que pudesse assistir a todo o treinamento.

Feedbacks como esse deixam a nossa equipe super feliz, com a certeza de que estamos no caminho certo, inspirando mais pessoas para que se comuniquem melhor.

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Olá, Speakers!

Alguns dos grandes problemas do dia a dia dentro de empresas, escolas ou qualquer outro tipo de organização são as reuniões improdutivas, quando as pessoas acabam perdendo muito tempo (e energia) sem, de fato, resolverem um problema ou atuarem de modo eficaz na execução de um projeto.

Existem diversos cuidados para que uma reunião não seja improdutiva e a grande maioria deles está diretamente relacionada à comunicação da equipe.

Mas, afinal, em que se baseia essa relação? De que forma um curso de oratória pode contribuir para reuniões mais assertivas?

Neste artigo, vamos falar exatamente sobre isso, abordando técnicas importantes para impulsionar as reuniões dentro da sua empresa. Confira, informe-se e deixe de perder tempo em reuniões longas e pouco funcionais.

Por que minhas reuniões não são produtivas?

Uma reunião longa definitivamente não é sinônimo de uma reunião produtiva e ter isso em mente é um dos primeiros passos para solucionar esse problema.

Para entender de que forma a oratória está relacionada à produtividade de uma reunião, é preciso, antes de tudo, compreender quais são os motivos que levam a encontros de trabalho pouco eficazes.

Geralmente, uma reunião é improdutiva quando os profissionais que dela participam têm dificuldades de definir quais são os tópicos centrais a serem discutidos e como abordá-los com objetividade. Em outras palavras, o desafio de “ir direto ao ponto” ao falar sobre um tema importante é um dos principais problemas durante reuniões.

Dessa forma, sem traçar uma lista de prioridades e apresentá-las de um modo assertivo, as reuniões passam a ser excessivamente longas, prejudicando os seus resultados.

Quando se tratam de equipes multidisciplinares, há outros desafios. Uma equipe multidisciplinar, como o nome já indica, é composta por profissionais de várias áreas, com know hows diferentes e modos de comunicação também distintos. Sendo assim, muitas vezes a comunicação entre eles tem barreiras que, em equipes de um mesmo setor, não existem.

Dificuldades de falar sem muitos tecnicismos, por exemplo, é um dos problemas comuns em discussões de trabalho em equipes multidisciplinares.

Como otimizar minhas reuniões de trabalho?

Ter reuniões mais produtivas é, em suma, otimizá-las, fazendo com que esses encontros sejam mais curtos e, ao mesmo tempo, mais eficazes.

Para que isso aconteça, são necessários dois passos fundamentais, sendo eles:

– Aprimorar a comunicação de cada profissional;

– Impulsionar a comunicação interna da equipe;

Esses dois passos fundamentais, como dissemos, estão intrinsecamente relacionados entre si, já que, ao elevar o nível da comunicação individual, eleva-se, consequentemente, o da comunicação interna da equipe.

Para que um profissional saiba comunicar-se objetivamente durante uma reunião, organizar o próprio raciocínio é essencial. Sendo assim, técnicas para aprimorar essa habilidade são indispensáveis.

A partir disso, é preciso se preparar para situações de exposição de fala, como uma reunião de trabalho. Incentivar que os profissionais elaborem pequenos roteiros com as suas exposições orais é um caminho importante para otimizar as reuniões, da mesma forma que saber estabelecer as prioridades ao definir o que será dito ou não.

Tudo isso é parte do que chamamos de comunicação objetiva, da qual falaremos a seguir.

Afinal, o que é comunicação objetiva?

De forma simples, podemos definir a comunicação objetiva como uma comunicação assertiva, direta e altamente eficaz. No universo corporativo, esse tipo de comunicação é uma exigência, tanto no diálogo interno (entre os profissionais da empresa), como no diálogo com clientes e investidores.

Para compreender melhor o que é a comunicação objetiva, podemos pensar no nosso cotidiano. Todos nós conhecemos alguém que fala muito e, no fim das contas, não diz nada, não é verdade? O famoso “falar em rodeios” – demorar muito para chegar ao ponto central – é um grande problema e podemos dizer que é o oposto a uma comunicação objetiva.

Hoje em dia, não é difícil notar que a velocidade em que se produz e se consome informações é diferente do que era tempos atrás. E, no dia a dia corporativo, essas mudanças também já se fizeram sentir.

Dessa forma, comunicar-se objetivamente nada mais é que enquadrar-se ao novo modelo de comunicação, no qual não há mais espaço para discussões longas e pouco produtivas, exigindo, assim, que os profissionais tenham altos padrões de comunicação e saibam expressar suas opiniões e ideias de forma veloz e, sobretudo, eficaz.

Curso para reuniões mais assertivas: modalidade in company

Os cursos in company são direcionados para empresas e equipes de trabalho. Podem ser realizadas na própria empresa, in loco, ou na The Speaker, com sede em São Paulo.

Os treinamentos in company são personalizados, já que, ainda que atuem no mesmo setor, cada empresa tem um perfil bastante definido, uma realidade, uma identidade e um público-alvo.

Um dos principais objetivos do treinamento in company é alinhar o discurso dos colaboradores, já que, hoje, ter uma identidade bem definida é um dos pré-requisitos para que uma marca tenha sucesso e se destaque no mercado. Na hora de conversar com investidores e clientes, essa habilidade é essencial.

Para que isso aconteça – e para que as reuniões de trabalho sejam mais produtivas –, são trabalhadas técnicas de oratória que auxiliem os colaboradores na hora de estruturar melhor o raciocínio. Quando uma equipe tem essa habilidade desenvolvida, todos os aspectos da empresa tendem a melhorar.

Através do curso, com a capacitação necessária, o diálogo dentro de equipes multidisciplinares tende a melhorar consideravelmente, já que cada colaborador saberá como abordar as especificidades da sua área de forma clara, sabendo como se expressar para pessoas com outras formações e saberes.

Para reuniões assertivas, um curso de oratória é um grande diferencial. Se você quer conhecer depoimentos de empresas que já fizeram esse treinamento com a nossa equipe, confira alguns cases no nosso blog ou, se preferir, entre em contato diretamente com a nossa equipe.

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Olá, Speakers!

Nunca é demais lembrar que falar bem em público NÃO é um dom. Ter uma boa oratória tem muito mais a ver com se dedicar a aprender novas técnicas e praticá-las do que ter nascido pronto para encarar um público durante uma apresentação.

Para entender isso, costumo recorrer à metáfora de dirigir um automóvel: uma pessoa pode até ter mais facilidade que outra ao volante, mas, para dirigir, precisa – sim ou sim – da orientação de um profissional.

Para falar em público de forma assertiva, existem alguns conceitos básicos que devemos levar em consideração. No nosso post de hoje, vou falar exatamente sobre esses conceitos. Confiram!

  1. Mensagem, Emissor e Receptor

Alguns dos conceitos básicos da comunicação são: emissor, receptor e mensagem. O emissor é aquele que transmite determinada informação. No caso das apresentações em público, emissores somos nós, comunicadores, palestrantes e oradores.

Os receptores são aqueles para os quais a mensagem é direcionada. Numa apresentação em público, são aquelas pessoas que estão na plateia, prontas para escutarem o que será dito durante a exposição oral. Nos vídeos na internet, por exemplo, receptores são quem assistiu aos vídeos ou, mais diretamente, para quem esse vídeo está direcionado.

Mensagem é, em resumo, o conteúdo da apresentação, mais especificamente a ideia central que se quer transmitir aos demais.

Por que é importante conhecer esses conceitos? Porque, na comunicação, cada um desses conceitos desempenha um papel. Para nós, que fazemos apresentações em público, é essencial conhecer essas definições, sobretudo para entender que os processos de comunicação não são estáticos e, tanto comunicador quanto público, transmitem mensagens – seja verbalmente ou não.

  1. Mapa Mental

O sucesso de uma apresentação em público depende, em grande parte, da preparação que o comunicador dedica a ela. Em outras palavras, para que uma apresentação (ou discurso, ou palestra) seja, de fato, proveitosa, a dedicação do comunicador deve começar bem antes de estar em frente às pessoas, no palco.

Nessa etapa prévia, fazer um roteiro escrito para a apresentação é uma técnica indispensável. Para isso, fazer uso do Mapa Mental é uma opção eficaz, que, sem dúvidas, impulsiona a performance do comunicador.

A técnica do mapa mental pode ser praticada de diversas formas. A ideia dessa técnica é conseguir transmitir a mensagem desejada de forma direta, sendo o mais claro e interessante possível.

Para fazer o mapa mental, usa-se o roteiro da apresentação, reduzindo-o a palavras-chaves relativas a cada tópico. Com o mapa mental, o comunicador não terá que memorizar o seu discurso, mas já se sentirá familiarizado com a sua fala e poderá transmitir tudo o que deseja sem maiores complicações.

  1. Storytelling

Storytelling é um dos conceitos fundamentais para uma boa apresentação, mesmo que seja relativamente recente (pelo menos com esse nome). Storytelling é, se traduzimos ao português, “contar uma história”.

Nas boas apresentações em público e nos discursos mais importantes, o comunicador recorre a essa técnica: ao invés de apresentar a mensagem focando apenas em opiniões e números, faz isso através de uma história.

Ao incluir uma história na sua apresentação, o que o comunicador faz é aumentar a conexão com o público. As pessoas tendem a prestar mais atenção quando se identificam o que está sendo dito e nada melhor para criar empatia do que colocar um rosto e/ou uma história junto aos números e outros dados concretos.

Como colocar em prática essa técnica?

Personifique dados e informações muito técnicas. Em outras palavras, sempre que possível, use algum personagem para contar uma história.

Alguns comunicadores optam por contar a própria história. Outros, no entanto, recorrem a trajetórias de outras pessoas. Pense qual será a melhor opção para você e, principalmente, qual se encaixa melhor ao contexto da sua apresentação.

  1. Máscara do corporativismo

“Máscara do corporativismo” não é um conceito tradicional, mas é, sim, uma das ideias básicas para nos sairmos bem em situações de exposição de fala.

Quando estamos imersos no dia a dia profissional, especialmente no âmbito corporativo, sentimos, muitas vezes, a obrigação de adotar uma postura de imparcialidade quanto às nossas emoções. E, ao estar num palco para uma apresentação, acabamos seguindo a mesma tendência.

No entanto, parte importante de um comunicador, durante uma apresentação em público, é se expressar através do seu rosto. Ao falar de algo triste, por exemplo, seria contraditório (e artificial) manter uma expressão facial neutra. Ao fazer isso, a imagem que se passa é de alguém que simplesmente não se importa.

Por isso, Speakers, nas apresentações (ou em outras situações de exposição de fala), deixem de lado essa (falsa) neutralidade e não tenham medo de demonstrar, de forma prudente, suas emoções, ok?

  1. Linguagem não-verbal

Esse conceito está intimamente relacionado ao que falamos no tópico anterior, quando ressaltamos a importância da harmonia entre o que se diz e o que se demonstra através das expressões faciais.

Ainda assim, é preciso trazer à tona que a linguagem não-verbal não se reduz a apenas as expressões faciais, embora essas sejam, sim, partes importantíssimas da comunicação.

A linguagem não-verbal também inclui gestos, uso da voz, postura, entre outros. Durante uma apresentação em público, ater-se para esses fatores é fundamental. Manter uma postura ereta demonstra segurança e interesse, ao contrário de uma postura curvada, por exemplo.

Da mesma forma, usar a voz como um instrumento da comunicação, encontrando volume, ritmo de fala e entonação adequados, é importantíssimo. Tanto é assim que a expressão “monótono”, que significa algo tedioso, quer dizer: um tom. Ou seja: conseguir variar os tons de voz, fazendo uso da modulação, também é uma técnica básica para uma boa apresentação.

Quando pensamos em comunicação e oratória, são muitos os conceitos que podem impulsionar a performance de um comunicador. Para se familiarizar com eles e conseguir colocá-los em prática nas diversas situações de exposição de fala pelas quais temos que passar no nosso dia a dia, contar com a orientação de profissionais capacitados na área é um diferencial.

Se você precisa impulsionar suas habilidades de comunicação, trabalhando esses e outros conceitos de oratória, conheça nossos cursos e treinamentos. Temos categorias online e presencial, individual e in company. Escolha a mais indicada para você e sua equipe!

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Olá, Speakers!

Nunca é demais lembrar que falar bem em público NÃO é um dom. Ter uma boa oratória tem muito mais a ver com se dedicar a aprender novas técnicas e praticá-las do que ter nascido pronto para encarar um público durante uma apresentação.

Para entender isso, costumo recorrer à metáfora de dirigir um automóvel: uma pessoa pode até ter mais facilidade que outra ao volante, mas, para dirigir, precisa – sim ou sim – da orientação de um profissional.

Para falar em público de forma assertiva, existem alguns conceitos básicos que devemos levar em consideração. No nosso post de hoje, vou falar exatamente sobre esses conceitos. Confiram!

  1. Mensagem, Emissor e Receptor

Alguns dos conceitos básicos da comunicação são: emissor, receptor e mensagem. O emissor é aquele que transmite determinada informação. No caso das apresentações em público, emissores somos nós, comunicadores, palestrantes e oradores.

Os receptores são aqueles para os quais a mensagem é direcionada. Numa apresentação em público, são aquelas pessoas que estão na plateia, prontas para escutarem o que será dito durante a exposição oral. Nos vídeos na internet, por exemplo, receptores são quem assistiu aos vídeos ou, mais diretamente, para quem esse vídeo está direcionado.

Mensagem é, em resumo, o conteúdo da apresentação, mais especificamente a ideia central que se quer transmitir aos demais.

Por que é importante conhecer esses conceitos? Porque, na comunicação, cada um desses conceitos desempenha um papel. Para nós, que fazemos apresentações em público, é essencial conhecer essas definições, sobretudo para entender que os processos de comunicação não são estáticos e, tanto comunicador quanto público, transmitem mensagens – seja verbalmente ou não.

  1. Mapa Mental

O sucesso de uma apresentação em público depende, em grande parte, da preparação que o comunicador dedica a ela. Em outras palavras, para que uma apresentação (ou discurso, ou palestra) seja, de fato, proveitosa, a dedicação do comunicador deve começar bem antes de estar em frente às pessoas, no palco.

Nessa etapa prévia, fazer um roteiro escrito para a apresentação é uma técnica indispensável. Para isso, fazer uso do Mapa Mental é uma opção eficaz, que, sem dúvidas, impulsiona a performance do comunicador.

A técnica do mapa mental pode ser praticada de diversas formas. A ideia dessa técnica é conseguir transmitir a mensagem desejada de forma direta, sendo o mais claro e interessante possível.

Para fazer o mapa mental, usa-se o roteiro da apresentação, reduzindo-o a palavras-chaves relativas a cada tópico. Com o mapa mental, o comunicador não terá que memorizar o seu discurso, mas já se sentirá familiarizado com a sua fala e poderá transmitir tudo o que deseja sem maiores complicações.

  1. Storytelling

Storytelling é um dos conceitos fundamentais para uma boa apresentação, mesmo que seja relativamente recente (pelo menos com esse nome). Storytelling é, se traduzimos ao português, “contar uma história”.

Nas boas apresentações em público e nos discursos mais importantes, o comunicador recorre a essa técnica: ao invés de apresentar a mensagem focando apenas em opiniões e números, faz isso através de uma história.

Ao incluir uma história na sua apresentação, o que o comunicador faz é aumentar a conexão com o público. As pessoas tendem a prestar mais atenção quando se identificam o que está sendo dito e nada melhor para criar empatia do que colocar um rosto e/ou uma história junto aos números e outros dados concretos.

Como colocar em prática essa técnica?

Personifique dados e informações muito técnicas. Em outras palavras, sempre que possível, use algum personagem para contar uma história.

Alguns comunicadores optam por contar a própria história. Outros, no entanto, recorrem a trajetórias de outras pessoas. Pense qual será a melhor opção para você e, principalmente, qual se encaixa melhor ao contexto da sua apresentação.

  1. Máscara do corporativismo

“Máscara do corporativismo” não é um conceito tradicional, mas é, sim, uma das ideias básicas para nos sairmos bem em situações de exposição de fala.

Quando estamos imersos no dia a dia profissional, especialmente no âmbito corporativo, sentimos, muitas vezes, a obrigação de adotar uma postura de imparcialidade quanto às nossas emoções. E, ao estar num palco para uma apresentação, acabamos seguindo a mesma tendência.

No entanto, parte importante de um comunicador, durante uma apresentação em público, é se expressar através do seu rosto. Ao falar de algo triste, por exemplo, seria contraditório (e artificial) manter uma expressão facial neutra. Ao fazer isso, a imagem que se passa é de alguém que simplesmente não se importa.

Por isso, Speakers, nas apresentações (ou em outras situações de exposição de fala), deixem de lado essa (falsa) neutralidade e não tenham medo de demonstrar, de forma prudente, suas emoções, ok?

  1. Linguagem não-verbal

Esse conceito está intimamente relacionado ao que falamos no tópico anterior, quando ressaltamos a importância da harmonia entre o que se diz e o que se demonstra através das expressões faciais.

Ainda assim, é preciso trazer à tona que a linguagem não-verbal não se reduz a apenas as expressões faciais, embora essas sejam, sim, partes importantíssimas da comunicação.

A linguagem não-verbal também inclui gestos, uso da voz, postura, entre outros. Durante uma apresentação em público, ater-se para esses fatores é fundamental. Manter uma postura ereta demonstra segurança e interesse, ao contrário de uma postura curvada, por exemplo.

Da mesma forma, usar a voz como um instrumento da comunicação, encontrando volume, ritmo de fala e entonação adequados, é importantíssimo. Tanto é assim que a expressão “monótono”, que significa algo tedioso, quer dizer: um tom. Ou seja: conseguir variar os tons de voz, fazendo uso da modulação, também é uma técnica básica para uma boa apresentação.

Quando pensamos em comunicação e oratória, são muitos os conceitos que podem impulsionar a performance de um comunicador. Para se familiarizar com eles e conseguir colocá-los em prática nas diversas situações de exposição de fala pelas quais temos que passar no nosso dia a dia, contar com a orientação de profissionais capacitados na área é um diferencial.

Se você precisa impulsionar suas habilidades de comunicação, trabalhando esses e outros conceitos de oratória, conheça nossos cursos e treinamentos. Temos categorias online e presencial, individual e in company. Escolha a mais indicada para você e sua equipe!

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