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Speakers! Como vocês estão?

O ambiente de trabalho deve ser um lugar fechado, sério, sem espaços para o que é irreverente ou fora do comum, correto? Não!!!

O mundo corporativo mudou e continua passando por mudanças dia após dia. Hoje, as grandes empresas já entenderam que “levar o trabalho a sério” não é sinônimo de um ambiente fechado para novidades, onde todos os colaboradores mantêm sempre a mesma postura.

Nas reuniões de trabalho – sendo elas apresentações entre colegas, negociações com clientes ou investidores, discussões de projetos e muitas outras possibilidades –, incorporar estratégias para tornar o encontro mais interessante é uma forma inteligente de lidar com essas situações de exposição de fala, que estão cada dia mais recorrentes na rotina dos profissionais inseridos no mercado.

Uma dessas ferramentas é o (bom) humor, que diminui o rigor com que o tema é abordado, ajuda a conquistar ouvintes e a receber mais receptividade para apresentar propostas e novas ideias. Utilizar essa estratégia nos encontros de trabalho demanda uma atenção e cuidados maiores do que em outras situações, mas, quando bem utilizado, o humor é uma excelente forma de ter uma boa performance.

Neste artigo, reuni cuidados e técnicas para utilizar o humor como estratégia comunicacional e, assim, ter encontros mais leves e produtivos. Confira e aplique essa ferramenta nas suas próximas apresentações!

Como utilizar o humor em reuniões de trabalho?

Já sabemos que o humor é uma estratégia eficaz para reter a atenção das pessoas, diminuir a resistência que nossos ouvintes possam ter aos argumentos que apresentamos e, até mesmo, para criar um clima mais leve.

A agenda dos profissionais inseridos no mercado de trabalho, especialmente no âmbito corporativo, geralmente é cheia. Reuniões densas pesam ainda mais esse dia a dia. Sendo assim, a possibilidade de criar um ambiente mais leve é uma escolha inteligente.

Como eu já disse, o uso do humor deve ser feito com prudência, especialmente dentro do trabalho. Alguns cuidados são indispensáveis para conseguirmos o efeito desejado ao aplicar essa estratégia. Vou falar sobre cada um deles a seguir.

  1. Não ultrapasse o limite entre o cômico e o vulgar

Se pensarmos no maior perigo ao usar o humor é, justamente, ultrapassar o limite entre o que é cômico e o que é vulgar e/ou ofensivo para alguém.

Esse limite, Speakers, pode ser muito sutil. Em situações de exposição de fala, o comunicador está em maior evidência e tudo o que ele disser terá uma relevância maior, por isso, esse cuidado em manter o humor cômico (sem vulgaridades) deve ser redobrado.

Quando decidir usar essa estratégia – que é altamente eficaz, como vimos – em suas apresentações ou reuniões de trabalho, esteja atento para manter-se no bom humor, evitando qualquer tipo de declaração que possa soar ofensiva ou vulgar. Isso apenas prejudicaria a sua imagem profissional e pessoal.

  1. Conheça bem os profissionais ou clientes que farão parte da reunião

Antes de decidir usar o humor como uma estratégia em reuniões e apresentações de trabalho, é muito importante conhecer, ainda que minimamente, os profissionais ou clientes com os quais iremos dialogar.

Muitas vezes, os perfis das pessoas, assim como os motivos da reunião, não dão tanta abertura para o uso do humor. Por isso, um cuidado essencial é utilizar essa ferramenta com quem você já conhece ou sabe que estará aberto para esse tipo de abordagem.

Evitar riscos é uma forma de garantir os bons resultados e que nada interfira na sua própria confiança durante a reunião, ok?

  1. Humor nos slides? Pense duas vezes antes de fazer isso!

Os slides são, por si só, um assunto com opiniões divergentes entre os comunicadores. Alguns indicam o seu uso. Outros, nem tanto. Mas do que não há dúvidas é: evitar inserir trechos cômicos ou piadas nos slides é o caminho mais seguro para uma boa apresentação.

O humor é bem-vindo, como já vimos até aqui, mas ele é algo que complementa o conteúdo, não é o conteúdo em si. O humor está para reter a atenção das pessoas, quebrar o gelo, tornar a fala mais interessante. Mas, se ele passa a ser o foco da apresentação, o encontro de trabalho deixa de cumprir seu papel principal.

Outro risco ao adicionar humor nos slides é a impossibilidade de mudar de ideia. Às vezes, Speakers, a reação dos ouvintes não é a que pensamos. Por isso, se, logo no início, o comunicador perceber que o seu público não está aberto ao humor, é preciso ter a possibilidade de mudar a abordagem. Se os trechos cômicos já estão nos slides, fazer isso seria muito mais difícil.

  1. Só achamos graça naquilo que podemos entender: evite fugir do contexto!

No dia a dia, todos nós já vivemos alguma situação em que algum amigo ou colega fez uma piada que não entendemos, não é?

Nas reuniões ou apresentações, o incômodo por não entender algo cômico é similar. As pessoas só acharão graça naquilo que entenderem. E, para que isso aconteça, esse humor deve estar associado ao contexto da reunião e próximo ao dia a dia das pessoas com as quais estamos falando.

Se o seu cliente ou seus colegas de trabalho não entenderem que determinado trecho foi irônico ou com uma boa dose de humor, suas palavras podem até mesmo ser mal interpretadas, o que prejudicaria – e muito – a sua fala e traria um efeito muito diferente daquele que você deseja.

  1. Planeje e Pratique!

Planejar a sua fala com antecedência é sempre necessário, seja qual for o contexto da sua apresentação. Ao fazer esse planejamento prévio, criando um roteiro para o que será dito, por exemplo, o uso do humor também deve ser pensado com antecedência.

Nas situações de exposição de fala, a adrenalina e o nervosismo podem estar altos, por essa razão, deixar tudo para o improviso não é a melhor ideia.

Pense em quais momentos você usará o humor e como será essa abordagem. Dessa forma, estará evitando uma série de problemas, como, por exemplo, sair do limite entre o que é cômico e o que não é.

Usar o humor nas reuniões e apresentações de trabalho é uma estratégia que pode cumprir diversos papeis. Ao aprimorar nossas habilidades de oratória, aplicar essa e outras ferramentas passa a ser algo mais fácil e natural.

Procure o curso de oratória que melhor atenda às suas necessidades e impulsione a forma como se comunica com os demais!

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Olá, Speakers! Tudo bem?

Muitas vezes, as pessoas passam tanto tempo se dedicando a aprender técnicas para planejar o conteúdo da apresentação que acabam deixando de lado alguns cuidados importantes, como, por exemplo, a maneira correta de agir no palco.

Será que existe uma regra para se comportar corretamente no palco durante uma apresentação em público? Vale a pena se locomover no palco ou ficar todo o tempo no mesmo lugar é a melhor opção? Afinal, devemos nos apresentar em pé ou sentados?

Dúvidas como essas são comuns. Se o comunicador deixa para pensar nisso só quando já está em cima do palco, diante da plateia, pode se sentir inseguro e prejudicar a sua fala, mesmo depois de tanta dedicação para elaborar o conteúdo.

Neste artigo, você pode conferir algumas técnicas para utilizar o palco da melhor maneira possível. Além disso, veremos alguns erros comuns e como evitá-los nas mais diversas situações de exposição de fala. Informe-se!

Nas apresentações em público, devo ficar em pé ou sentado?

Quando pensamos na Comunicação, não há muitas regras invariáveis. As técnicas e as decisões do comunicador dependem, em grande parte, do contexto no qual se dará a situação de exposição de fala.

Para decidir entre permanecer de pé ou sentado durante uma apresentação, é preciso, portanto, levar em conta as caraterísticas dessa apresentação, do evento, do público e do próprio comunicador.

Nas apresentações “clássicas”, por assim dizer, o comunicador tem todo um palco à sua disposição, localizado de frente para as pessoas da plateia. Nesses casos, optar por permanecer sentado todo o tempo acaba sendo um desperdício de espaço e, consequentemente, de meios para interagir com o público.

Dessa forma, se for uma alternativa possível, o melhor é optar por utilizar o palco, caminhando e criando mais interação com as pessoas. Assim, a apresentação acaba se tornando mais ativa e mais atrativa e o comunicador transmite a ideia de entusiasmo.

Por outro lado, ficar sentado durante toda a apresentação (ou na maior parte dela), quando há a possibilidade de permanecer de pé e movimentar-se pelo palco, acaba sendo uma decisão que prejudica a performance do comunicador.

Por que isso é assim? Porque essa (aparentemente simples) decisão pode transmitir a errônea imagem de desinteresse, tédio, desânimo. O contrário de tudo o que um comunicador quer transmitir para o seu público numa exposição oral, não é mesmo?

Como usar o palco durante uma apresentação em público – 10 cuidados importantes

Para que uma apresentação em público tenha o sucesso que o comunicador deseja, é preciso preparação. Nas etapas de planejamento, além de dar atenção para o conteúdo da fala, é indispensável pensar em outros aspectos, por exemplo, como se comportar no palco.

Uma ferramenta eficaz, aconselhada por muitos comunicadores de sucesso, é imaginar um círculo no meio do palco, de frente para a plateia. Depois disso, o ideal é se movimentar apenas dentro desse palco, evitando movimentos bruscos.

Separei 10 cuidados para utilizar o palco da melhor forma possível. Vejamos quais são eles:

  1. Evitar andar de um lado para o outro, já que esse movimento, especialmente se feito de forma muito rápida, pode ser incômodo para quem está assistindo;
  2. Optar por movimentos leves, caminhando devagar dentro do círculo imaginário do qual falamos anteriormente, é melhor. Movimentos bruscos prejudicam a performance do comunicador, já que tendem a impactar negativamente na conexão entre ele e seu público;
  3. Não dê as costas para o público. Manter contato visual é um cuidado indispensável;
  4. Evitar sapatos que fazem muito barulho não é algo que se deva subestimar. O barulho desses sapatos pode atrapalhar bastante a apresentação;
  5. Demonstrar que possui o domínio do ambiente é uma forma de transmitir confiança. Ir ao local do evento com antecedência para conhecer o palco é importante!;
  6. Evitar usar a chamada “perna de apoio”, ou, em outras palavras, não apoiar todo o corpo em apenas um dos lados. Uma postura ereta é o ideal;
  7. Permanecer todo o tempo com as mãos no bolso é um erro comum. Esteja atento para não o cometer. O mesmo vale para as mãos na cintura;
  8. Não se apoie na parede! Se lembram da imagem de entusiasmo que o comunicador deve tentar transmitir? Pois bem. Para lográ-la, é importante não permanecer todo o tempo apoiado na parede, na mesa, numa cadeira ou em qualquer outro tipo de superfície ou objeto;
  9. Tampar a boca com as mãos é algo que algumas pessoas fazem involuntariamente quando se sentem nervosas ou tímidas. Nas apresentações, é importante tomar cuidado para não fazer isso, já que, além de prejudicar a imagem que transmitimos, pode também dificultar que o público escute o que estamos dizendo.
  10. Vai descer do palco e caminhar entre as pessoas da plateia? Tenha prudência ao fazer isso, evitando, principalmente, dar as costas para as pessoas e ir muito longe, onde parte do público sinta dificuldades para ver e ouvir o que está sendo dito.
Qual a importância da linguagem corporal numa apresentação?

Tudo o que vimos neste artigo está relacionado com o que chamados de linguagem não-verbal. As expressões faciais, os gestos e a maneira como utilizam o palco dizem muito sobre os comunicadores e podem, inclusive, passar uma mensagem equivocada se utilizados de uma maneira desatenta.

Saber como utilizar a linguagem corporal (e a não verbal como um todo) é uma habilidade importante para todos, especialmente para comunicadores. Para aprimorá-la, o auxílio de profissionais especializados em comunicação e oratória é um diferencial. Por isso, considere fazer um curso de oratória para desenvolver as técnicas e ser um comunicador cada vez melhor!

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Oi, Speaker! Tudo bem?

Você já parou para pensar que, hoje, praticamente todas as redes sociais têm a possibilidade de postar vídeos?

Antes, esse tipo de mídia era restrito a sites específicos, mas, hoje, o boom dos vídeos (especialmente os que são transmitidos em tempo real) fez com que outras plataformas se adaptassem e criassem maneiras de permitir que os usuários interajam entre si.

Toda essa mudança também afeta a forma como as grandes empresas e marcas se comunicam, tanto internamente quanto umas com as outras. Em outras palavras, pequenas, médias e grandes empresas e marcas tiveram que passar a incorporar essa ferramenta no seu dia a dia, seja realizando e gravando conferências para equipes internas ou mesmo criando vídeos para apresentar a própria marca, um projeto ou novos produtos.

A comunicação sempre está mudando. E nós, profissionais, precisamos evoluir com ela. Por essa razão, saber falar diante das câmeras é, atualmente, uma habilidade indispensável para profissionais das mais diversas áreas. É, na prática, uma forma de se destacar, ganhar e fidelizar mais clientes.

Você conhece as técnicas básicas para gravação de vídeo? Neste artigo, você pode conferir as principais. Informe-se!

Por que falar em frente às câmeras não é igual a uma apresentação em público?

Um dos erros mais comuns é pensar que quem tem experiência em apresentações em público automaticamente domina as técnicas para gravação de vídeos. Se bem é verdade que saber se comunicar bem é uma habilidade que, quem a desenvolve, consegue aplicar nos mais diversos contextos, falar diante das câmeras tem uma série de especificidades, que demandam treinamento também específico.

Só o fato de ter um dispositivo eletrônico intermediando o diálogo com o público já muda consideravelmente a situação de exposição de fala. Para se ter uma ideia, muitos comunicadores experientes, capazes de fazer excelentes apresentações em público, simplesmente travam na hora de falar em frente a uma câmera.

Obviamente, a experiência com situações de exposição de fala ajuda bastante na hora de gravar os mais variados tipos de vídeos, mas, ainda assim, existem técnicas, conceitos e cuidados específicos para a gravação de vídeo. Vejamos alguns deles:

  1. Para gravar vídeos, é preciso entender o que é o enquadramento

Nas apresentações em público “convencionais”, um dos desafios do comunicador é saber como se comportar no palco. Uma técnica muito eficaz é criar um círculo imaginário no meio do palco e se locomover dentro dele durante a fala, evitando, com isso, movimentos bruscos (que prejudicam a performance).

Para a gravação de vídeo, o cenário é muito mais restrito e é aí que entra o conceito de enquadramento. De forma simples, o enquadramento é tudo aquilo que entra no vídeo, o que é captado pela lente da câmera. Ele pode ser aberto ou fechado. Geralmente, nos vídeos, o plano escolhido é mediano: nem focado no rosto do comunicador, nem excessivamente aberto.

Hoje em dia, o cenário de vídeos considerado mais eficaz é aquele com aspecto “limpo”, ou seja, sem poluição visual – nada que possa desviar a atenção de quem assiste. Esse cuidado é muito evidente nos vídeos das conferências TED e nos canais mais influentes do Youtube.

O importante é levar em consideração o contexto e suas intenções ao gravar o vídeo, lembrando-se, SEMPRE, que tudo o que está enfocado pela câmera transmitirá uma mensagem: certifique-se que ela seja a que você quer transmitir.

  1. Nos vídeos, a sua imagem terá mais evidência

No tópico anterior, vimos a importância de estarmos familiarizados com o conceito de enquadramento, correto? E vimos, além disso, que o plano nos vídeos geralmente opta por um aspecto limpo, com poucas distrações para quem o assistir.

Sabendo de tudo isso, é fundamental ter em mente que, com o enquadramento desse estilo, a imagem do comunicador fica em mais evidência. Por essa razão, aquele cuidado em relação à postura (que também deve existir nas apresentações “convencionais”) deve ser levado em conta.

Uma postura equivocada pode transmitir a sensação de pouco interesse e entusiasmo. No vídeo, esse aspecto fica ainda mais explícito. A roupa, da mesma forma que o cenário e a postura, também precisa de atenção.

Na hora de decidir o que vestir, lembre-se: qual é o foco da sua apresentação? O conteúdo da sua fala ou a sua roupa? Tudo o que não fizer parte da mensagem que você quer transmitir não pode chamar mais atenção do que esse conteúdo, senão será classificado como um “ruído”, ou seja, algo que atrapalha ao invés de somar.

  1. Vai usar teleprompter? Tenha cuidado!

Qual é uma das primeiras regras para apresentações em público? Evitar ler slides, anotações ou o roteiro que você criou (ou deveria ter criado) previamente.

Bem, para a gravação de vídeo, há uma tentação muito maior: o teleprompter, dispositivo muito comum no dia a dia de jornalistas ou apresentadores de televisão. O que esse dispositivo faz é mostrar toda a fala do comunicador: cada palavra, cada frase, cada vírgula.

Embora possa ser útil em muitas situações, sempre que pudermos evitar o teleprompter, melhor.

Na maioria das vezes, quando são utilizados dispositivos similares ao teleprompter, as falas do comunicador soam muito artificiais, tornando o vídeo muito menos interessante e interativo do que poderia ser.

O melhor SEMPRE é praticar a fala com antecedência, se familiarizar com o conteúdo e conseguir falar sem a necessidade de consultar anotações ou teleprompters.

  1. O fim a apenas um clique. É preciso conquistar a atenção do público a cada segundo

Nas apresentações em público, não é usual que as pessoas levantem das suas cadeiras e vão embora, certo? Acontece, mas não é tão comum.

Nos vídeos, sobretudo aqueles veiculados na internet, tudo é muito mais simples. Se não está conforme com o que está vendo ou se o vídeo não é interessante, basta um clique para começar a assistir outro vídeo ou ir para outro site.

Por isso, quando eu digo que é preciso conquistar e reconquistar a atenção do público a cada instante, não estou exagerando. Cada frame é importante na gravação de vídeos e é indispensável pensar em formas de prender a atenção das pessoas, criando interação, utilizando recursos visuais e caprichando no conteúdo.

A oratória para gravação de vídeos é ampla. Nos cursos de oratória em escolas mais modernas, são trabalhadas as técnicas específicas para performances em frente às câmeras.

Como eu disse no começo deste artigo, hoje, essa habilidade é indispensável para profissionais que atuam nas mais diversas áreas. Se você ainda não se sente confortável para apresentações assim, procure se aprimorar o quanto antes!

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Olá, Speakers!

A um tempo atrás, uma imagem circulou nas redes sociais e se popularizou especialmente entre profissionais do universo corporativo. A imagem dizia algo mais ou menos assim: “se você acabou de participar de uma reunião que poderia ter sido um e-mail, compartilhe”.

Os comentários eram, em maioria, desabafos de profissionais cansados de perder tempo em reuniões pouco assertivas, que, na prática, acabam sendo muito mais comuns do que deveriam.

Você já participou de uma reunião assim? Ou já percebeu que seus colegas de trabalho sentiram isso em relação a um encontro de trabalho que você dirigiu? Pois bem, saiba que existem técnicas para otimizar uma reunião e fazer com que ela seja, de fato, produtiva.

Neste artigo, vou falar sobre essas técnicas, com ferramentas para que você possa participar e dirigir reuniões de um modo mais eficiente e menos cansativo para você mesmo e os demais. Confira!

Como dirigir (bem) uma reunião de trabalho?

Vamos começar falando para quem precisa otimizar o modo como dirige e organiza reuniões. Geralmente, essa tarefa cabe a gestores, líderes de equipes ou setores, representantes externos, diretores, SEO ou outros cargos que envolvem administração de equipes e gestão de pessoas.

O sucesso de uma reunião depende MUITO daquele profissional que a organiza e dirige, afinal, é esse profissional o responsável por convocar a reunião, estabelecer os assuntos a serem discutidos, definir dias e horários para os encontros, o tempo de duração, entre muitos outros aspectos.

Sabendo que a responsabilidade é alta para quem dirige uma reunião, vejamos algumas técnicas essenciais para desenvolver essa tarefa da forma mais eficiente possível:

  1. Pense na real necessidade de realizar uma reunião presencial.

No início desta nossa conversa, falei sobre uma imagem que viralizou por questionar reuniões que abordaram assuntos facilmente solucionáveis por e-mail, não é? E isso nos traz ao primeiro cuidado de quem dirige e organiza uma reunião: pensar na real necessidade de que esse encontro aconteça.

Se você já está inserido no mercado, não preciso nem dizer que as agendas estão cada vez mais cheias e que a velocidade com que se desenvolvem projetos cresce a cada dia. Por isso, usar as ferramentas que hoje estão disponíveis – como as redes sociais ou os aplicativos de mensagens diretas – a nosso favor é importante.

Antes de convocar toda a sua equipe de trabalho para uma reunião, pense sobre a real necessidade de que ela aconteça de forma presencial, lembrando que, muitas vezes, um encontro direto pode ser muito mais útil do que a troca de mensagens – mas nem sempre.

  1. Convoque as pessoas certas.

Você já refletiu e chegou à conclusão de que uma reunião é mesmo necessária. Então, o passo seguinte é direcionar esse encontro de trabalho apenas para os profissionais que estão diretamente ligados a ela.

O número excessivo de participantes de uma reunião pode prejudicar as discussões, fazendo com que o encontro seja menos assertivo do que poderia ser. Por exemplo: se a sua reunião envolve várias equipes multidisciplinares, pense na possibilidade de convocar apenas os líderes de cada uma dessas equipes. Depois, eles ou elas podem transmitir as informações para seus respectivos liderados.

  1. Defina bem as pautas a serem discutidas e os objetivos do encontro.

Tão importante quanto pensar em quem convocar para a reunião, é definir as pautas a serem discutidas. Um erro muito comum de quem organiza reuniões é pensar apenas na ideia geral que a motiva, sem definir subtópicos a serem discutidos ou uma pauta completa do que deve ser abordado.

Quando não há uma clara definição dos assuntos que devem ser abordados, a reunião é pouco eficiente e é muito provável que outro encontro precise ser agendado para abarcar tudo o que ficou de fora (e que já poderia ter sido discutido da primeira vez).

Outro aspecto indispensável é definir o OBJETIVO ou objetivos da reunião e deixá-los claros para todos os envolvidos. Aliás, um cuidado importante é informar aos demais sobre a pauta e objetivos com antecedência para que cada um possa se preparar e ajudar a otimizar o processo.

  1. Estabeleça um cronograma. E trate de respeitá-lo.

Pensar nos tempos da reunião é uma tarefa de quem a dirige e organiza. É imprescindível elaborar um cronograma para o encontro, destinando os minutos para cada tópico e tratando de respeitar esse planejamento prévio.

Reuniões longas são pesadelos para o dia a dia corporativo. Além de ser, na maioria das vezes, pouco eficazes, acabam significando uma enorme perda de tempo e de energia para líderes e liderados.

Da mesma forma como eu disse no tópico anterior, tornar público o cronograma é um cuidado importante, assim todos – e não só você – podem contribuir para que os tempos sejam respeitados.

  1. Abra um espaço para escutar os demais.

Um dos erros mais graves em relação às reuniões de trabalho está quando quem dirige o encontro o transforma em algo monótono e unilateral, restringindo, para si mesmo, a fala durante todo o tempo.

Uma reunião, para ser assertiva e eficiente, precisa ser um espaço de diálogo e um diálogo só é possível quando as pessoas têm um tempo para expressar suas ideias e conversar entre si.

Não confundir a tarefa de dirigir uma reunião com monopolizar o espaço de fala é de suma importância. Não se esqueça!

A importância de aprimorar a própria comunicação para organizar e participar de reuniões

Tanto para dirigir quanto para participar de reuniões, aprimorar a própria comunicação deve ser um objetivo de todo profissional, especialmente aqueles que estão inseridos no ambiente corporativo.

Para quem dirige uma reunião, é fundamental conhecer e saber aplicar ferramentas para otimizar a própria fala, transmitindo o conteúdo de forma organizada, eficiente, interessante e assertiva.

Da mesma forma, aqueles que participam de uma reunião, ainda que não tenham o mesmo tempo de fala de quem dirige, devem saber utilizar bem o espaço que possuem, aproveitando essa oportunidade para explicitar opiniões e ideias da melhor forma possível.

Como aprimorar minha comunicação pessoal? Um curso de oratória é a melhor maneira para desenvolver habilidades relacionadas à comunicação, que podem (e devem) ser aplicadas tanto no dia a dia corporativo quanto no âmbito profissional. Pense nisso!

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Olá, Speakers!

Prontos para mais uma das nossas conversas sobre comunicação e oratória?

O tema de hoje é de suma importância, já que influencia diretamente no sucesso de uma apresentação em público e também em outros tipos de situação de exposição de fala, como reuniões ou entrevistas.

Hoje, vamos falar sobre como criar empatia e interagir com as pessoas da plateia. A interação com o público é um dos meios de criar empatia. E a empatia é, por sua vez, o que mais torna possível inspirar os demais sobre algum aspecto ou mesmo influenciar em suas tomadas de decisões (o call to action).

Além de explicar a importância desses dois aspectos que se relacionam entre si, separei algumas técnicas para gerar interação com quem está assistindo à sua fala. Confira, informe-se e saiba como melhorar as suas apresentações em público!

Por que interagir com o público é importante?

Para você, quais são os principais desafios do comunicador durante uma apresentação em público? Provavelmente, entre todos os que você pensou, estará o desafio de conseguir reter a atenção das pessoas da plateia, correto?

As distrações são muitas hoje em dia. Todos trazem consigo seus celulares e tablets e é difícil resistir à tentação de checar as redes sociais ou as notificações de mensagens, mesmo quando estão assistindo a uma apresentação. Isso quer dizer que o comunicador precisa encontrar formas para que a sua fala seja mais chamativa do que essas distrações e que as pessoas possam se desligar, pelo menos, nos minutos da exposição oral.

Para que isso aconteça, existem ferramentas eficazes e uma delas é a interação. Ao criar interação com as pessoas do público, as chances de chamar e reter a atenção delas é muito maior, especialmente porque se rompe com o ciclo já ultrapassado no qual só o comunicador fala e os outros apenas escutam.

A comunicação, Speakers, não é unilateral. Lembrar disso e promover uma troca de informações e opiniões, sempre que possível, eleva bastante a qualidade da performance do comunicador. Não se esqueçam disso!

Como criar interação com o público?

“Ok, Lívia. Já sabemos que a interação é importante, mas como fazer isso?” Como eu sempre gosto de frisar nos treinamentos da The Speaker e aqui no nosso blog, o tal “dom da oratória” é, na verdade, um conjunto de habilidades que alguém desenvolveu ao longo dos anos, conhecendo novas técnicas, aplicando-as no dia a dia e aprimorando suas performances no palco cada vez mais.

Bem, criar interação com o público entra nesse leque de ferramentas para quem quer falar bem em apresentações em público ou outros tipos de situação de exposição de fala, tais como:

– entrevistas de emprego

– reuniões com colegas de trabalho

– reuniões com chefes e líderes

– conferências com outras marcas e investidores

– apresentações de projetos para clientes

Vejamos, então, algumas técnicas para criar interação com o público:

  1. Sugerir que as pessoas façam anotações

Com essa sugestão simples, você está criando uma interação com o público, propondo que elas anotem o que julgam mais importante. Ao se emprenharem em escrever, as pessoas automaticamente tendem a prestar mais atenção.

Para que essa interação aconteça com sucesso, o ideal é avisar, logo no começo da sua fala, que deixará um tempo para que façam suas anotações a cada tópico importante ou assunto-chave sobre o tema.

  1. Proponha um quiz

Os chamados “quiz”, que são questionários simples e rápidos, também costumam reter a atenção das pessoas com eficiência, criando, ao mesmo tempo, uma interação ao mostrar que você, comunicador, se importa com o que o público tem a dizer.

Para esse quis, as possibilidades são muitas. Use a sua criatividade ao planejá-lo com antecedência. Uma opção interessante é um jogo verbal de verdadeiro ou falso, no qual você compartilha dados e deixa que as pessoas avaliem se são verdadeiros ou não.

  1. Faça perguntas do tipo SIM ou NÃO

Bastante parecido ao quiz, do qual falamos no tópico anterior, essas perguntas são simples e os comandos geralmente são feitos apenas levantando as mãos para “sim” e permanecendo parados para “não”. Uma boa ideia é pensar em perguntas que tenham um toque de humor, desde que o contexto e o assunto proposto permitam esse tipo de descontração.

  1. Pense em exercícios escritos

Se você acha que as formas de interação que vimos nos tópicos 1, 2 e 3 são muito simples, pense na possibilidade de levar um questionário impresso e entregar a cada um dos participantes da sua apresentação.

Se fizer isso no começo da exposição oral, pode, inclusive, usar as respostas durante a sua fala, atentando-se por respeitar a anonimidade de quem escreveu e selecionando apenas algumas, para que não tomem tanto o tempo da apresentação.

  1. Reserve um tempo para responder perguntas

Essa talvez seja a forma de interação mais comum em apresentações, mas muitos comunicadores ainda se sentem receosos em abrir espaço para responder perguntas das pessoas.

Se você tem o mesmo medo, lembre-se que a principal forma de responder bem os questionamentos é se informando o melhor possível sobre o tema antes de uma apresentação em público. Também vale a pena conhecer outras opiniões e atualizar dados e informações, mesmo que você se considere especialista no assunto que irá abordar.

E a empatia?

Como eu disse no começo deste artigo, a empatia e a interação com o público caminham lado a lado. Isso é assim porque, ao criar a interação, você demonstra que se importa com o que os outros têm a dizer e com suas necessidades, gerando, ao mesmo tempo, empatia.

Quando o público sente empatia em relação ao comunicador, tende a prestar mais atenção e a oferecer menos resistência ao que está sendo dito por ele, mesmo que se tratem de novas ideias ou conceitos inovadores.

Mostrar que você se importa com o público e que tem paixão por aquilo que acredita são passos indispensáveis para gerar empatia e, assim, aumentar consideravelmente as suas chances de inspirar os demais. Pensem nisso!

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Olá, Speaker!

Lidar com o nervosismo e a ansiedade faz parte do dia a dia de todo comunicador. Com o tempo (e a prática), esse desafio vai se tornando cada vez mais fácil de superar e sentimentos negativos vão, aos poucos, sendo substituídos pelo entusiasmo de ter a chance de inspirar as pessoas na apresentação em público.

Sem dúvidas, um dos problemas mais comuns entre aqueles que começam a aprimorar as suas habilidades de comunicação é o famoso medo de falar em público. Entender esse medo e saber aplicar técnicas para controlar a ansiedade é indispensável. Afinal, só é possível transmitir uma imagem de segurança e confiabilidade se conseguirmos deixar para trás o nosso próprio nervosismo.

Pensando nisso – e sabendo que o medo de situações de exposição de fala atinge muita gente –, separei uma lista com cinco técnicas eficazes para controlar a ansiedade. Confira!

  1. Invista em conhecimento

Quando vem a ansiedade, o que você pensa? Geralmente, as pessoas que sentem medo de falar em público pensam, por momentos, que não são capazes de ocupar esse espaço, ou seja, de estarem em frente a um público falando sobre um determinado tema.

Sendo assim, investir em conhecimento sobre o assunto que será abordado é uma das formas de controlar toda essa ansiedade. Mesmo que você fale sobre o mesmo assunto repetidas vezes, procure, antes da apresentação, buscar informações atualizadas sobre esse tema, novas opiniões de especialistas e dados que possam comprovar as suas próprias ideias.

Com isso, investindo em conhecimento, você certamente se sentirá mais preparado e a sensação de ser um “impostor” ou, em outras palavras, de não ser bom o suficiente para ocupar o espaço de um comunicador, irá diminuindo.

  1. Não deixe tudo por conta da sua memória

Faça um roteiro para sua apresentação com as palavras-chave de todos os tópicos que serão abordados. No dia da sua exposição, você pode não precisar recorrer a esse roteiro, mas, acreditem, saber que ele está ali (caso você necessite) pode fazer toda a diferença.

Além disso, ao colocar todas as suas ideias em um roteiro, você conseguirá definir o que será abordado e o que não é tão relevante assim, aumentando a qualidade da sua apresentação e se familiarizando, cada vez mais, com o tema.

Quando não fazemos um roteiro, deixamos tudo por conta da nossa memória, aumentando a pressão que colocamos em nós mesmos. Ao diminuir essa pressão, o nervosismo também tende a se dissipar e a sensação de ansiedade vai ficando menor.

  1. Pratique a sua fala com amigos

Depois de pesquisar e aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto e após criar um roteiro bem organizado para a sua apresentação, vem um momento crucial: a prática da sua fala.

Essa etapa é MUITO importante porque é nela que o comunicador se familiariza com o que vai dizer, verificando se a abordagem que usou está confortável para si mesmo e se ainda há mudanças para serem feitas antes do dia da apresentação.

Praticar a sua fala para amigos e/ou familiares é uma forma de ganhar confiança. Ao escutar a opinião de outras pessoas, você poderá ter uma prévia da reação do seu público, identificando se os objetivos que você traçou ao elaborar a sua fala e abordagem podem ser conquistados.

  1. Conheça o evento e as características do seu público

Outro cuidado importantíssimo – e que diminui a ansiedade em relação à apresentação – é conhecer o evento e as características do público. Com isso, evitam-se surpresas para o dia da exposição oral, que podem ser prejudiciais e aumentar o nervosismo.

Um dos aspectos que merecem a atenção é a programação do evento. Verificar se o seu tema já foi abordado por outras exposições orais é um cuidado que todo comunicador deve ter.

Da mesma forma, conhecer o mínimo sobre o público-alvo é essencial para definir a abordagem, a linguagem e até mesmo os recursos visuais que serão ou não usados na exposição oral. Outro hábito necessário é verificar se a parte técnica está funcionando como o esperado!

  1. Cuide da sua mente e do seu corpo

Um erro comum é dar pouca importância para o corpo e a mente antes de uma apresentação. Como vimos no tópico anterior, praticar a fala é essencial, mas é preciso ter cuidado com os excessos.

Muitas vezes, parar um pouco e cuidar do corpo é o que melhor ajuda a combater a ansiedade. Por isso, principalmente no dia anterior à apresentação, procure dar atenção para esse aspecto. Não abra mão das suas horas de sono, nem exagere em alimentos pesados e/ou gordurosos.

Bebidas alcóolicas e bebidas supostamente energizantes (como o café e os refrigerantes à base de cafeína) também devem ser evitados antes de uma apresentação. Esses últimos constantemente são utilizados por comunicadores, já que têm a fama de ajudar a manter o foco. No entanto, eles aumentam os níveis de ansiedade. Não se esqueça disso!

  1. Faça um curso de oratória

Um curso de oratória fornece as ferramentas para que você possa aprimorar a sua comunicação. Conhecer as principais técnicas de oratória, estar em contato com estratégias que impulsionam apresentações em público e contar com a orientação de um profissional especializado no assunto fazem uma enorme diferença para controlar a ansiedade.

Ao ter acesso a todo esse conhecimento, o medo vai sendo superado e a autoconfiança vai crescendo cada vez mais. A sensação de não ser capaz ou de não saber o que fazer quando estiver em frente a um público (ou em outra situação de exposição de fala) também serão superadas.

É o que eu costumo dizer aqui na The Speaker: o medo de falar em público é, na maioria das vezes, a falta de preparo para desempenhar uma atividade para a qual não fomos treinados. Ao nos prepararmos para situações desse tipo, a ansiedade e a insegurança darão lugar para outros sentimentos, muito melhores!

Dúvidas sobre qual curso de oratória é melhor para você? Fale com a gente!

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Oi, Speakers! Tudo bem com vocês? Prontos para mais uma conversa sobre comunicação e oratória? Então, vamos lá!

Quanto tempo vocês passam assistindo a vídeos na web? Ou assistindo a algum filme? E como vocês escolhem o que ver e o que não ver?

Bom, aposto que não são raras as vezes nas quais vocês começaram a assistir a um vídeo ou filme e, alguns minutos depois, desistiram. Estou certa? Isso aconteceu porque, devido a algum motivo, o vídeo não conseguiu captar inteiramente a atenção de vocês – pelo menos não o suficiente para que continuassem assistindo.

Alguns desses vídeos que vocês decidiram abandonar antes do tempo talvez não fossem, de fato, interessantes. No entanto, outros poderiam ser, mas, como não conseguiram fazer uma boa apresentação inicial, acabaram perdendo a sua atenção.

Seguramente, há outros casos em que vocês foram “captados” rapidamente para o vídeo ou filme e continuaram assistindo, mas, ao final, acabaram se decepcionando porque o desfecho não foi tão bom quanto o esperado. Não é verdade?

Essas situações – com começos ou finais indesejáveis – também acontecem nas apresentações em público (e outras situações de exposição de fala). E, para nós, comunicadores, é um grande problema.

Como fazer introduções criativas e boas conclusões? Existem técnicas que nos ajudam nesses momentos cruciais da nossa fala? É o que veremos neste artigo. Confiram!

Introduções: como começar a sua fala de forma criativa (e impactante)?

Os primeiros minutos de uma apresentação são primordiais. Neles, ganhamos ou perdemos o interesse das pessoas.

Nas apresentações em público, reuniões, entrevistas… o nosso ouvinte geralmente não pode simples “fechar uma aba” e começar a assistir a outro vídeo, como acontece na web. Mas ele pode, sim, começar a prestar atenção em outras coisas, como em seu celular.

Em outras palavras, mesmo que as pessoas não cheguem ao extremo de se levantarem e irem embora, elas podem divagar e passar o tempo da nossa fala pensando em outros assuntos – que não são os que abordamos na apresentação.

Para reter a atenção das pessoas logo de entrada, algumas estratégias podem ser utilizadas. Separei três delas, vejamos:

  1. Apresente o problema a ser resolvido

Uma das formas de começar a nossa fala é apresentando um problema e falando sobre ele, deixando claro que, durante os minutos seguintes, serão propostas possíveis soluções. Dessa forma, se o problema for, de fato, de interesse do público (o que é provável, se o comunicador conhecer bem o perfil de quem está na plateia), as pessoas continuarão prestando atenção.

  1. Proponha uma discussão interessante

De forma similar ao que acontece ao apresentar um problema, como falamos no tópico anterior, propor uma discussão interessante também é uma forma eficaz de começar uma apresentação em público.

Aqui, ao contrário, não serão abordadas soluções, mas, sim, uma versão ou várias versões sobre o tema debatido. Se o tema for atual e incitante, essa estratégia funcionará ainda melhor.

Para decidir o que será debatido, escolha algo que esteja diretamente relacionado ao tema da sua apresentação.

  1. Comece a contar uma história

Uma das estratégias mais utilizadas pelos bons comunicadores para criar aberturas criativas para suas apresentações é começar a contar uma história. Pode ser a história de uma comunidade, de um personagem ou até mesmo uma experiência vivida pelo próprio comunicador.

Nesse caso, o importante é esclarecer, na introdução, que uma história será contada nos minutos seguintes e, logo de entrada, mostrar que ela é interessante e compatível com o assunto abordado na apresentação.

O grand finale de uma apresentação: como fazer uma boa conclusão?

Na maioria das vezes, a conclusão é do que as pessoas mais se lembrarão da nossa fala. Afinal, é ela que encerra tudo o que falamos, fechando, com chave de ouro, uma apresentação que foi (ou deveria ter sido) planejada e praticada.

Por essa razão, o encerramento de uma exposição oral (seja ela qual for) é de suma importância. Se a sua intenção é vender um produto, conseguir um emprego, começar uma parceria ou qualquer outro tipo de objetivo similar, NÃO subestime o encerramento da sua fala.

Já sabemos que a conclusão e a introdução estão diretamente ligadas, não é? Se você propôs uma discussão, é na conclusão que fará um balanço geral de opiniões e dados para criar o que julga ser a melhor versão para o fato debatido. Se, por outro lado, você apresentou um problema, no encerramento é hora de apresentar uma ou algumas possíveis soluções para ele. Da mesma forma, se você começou a contar uma história na introdução, será necessário finalizá-la na conclusão.

Depois de esclarecer isso, é importante destacar que a conclusão é o momento ideal para elevar os níveis de emotividade, inspirando e criando mais empatia com as pessoas que estão na plateia.

Na introdução, como o nome já diz, você começa a apresentar o que irá falar. No desenvolvimento, aparecem as informações que selecionou, os dados concretos e as opiniões de especialistas. A conclusão, por sua vez, é o momento em VOCÊ, comunicador, fala ainda mais diretamente com as pessoas e pode dar o seu toque a tudo que foi dito até então.

Tanto o encerramento como a introdução precisam ser planejados com antecedência para surtirem o efeito desejado pelo comunicador. Por isso, nas etapas prévias, nas quais começamos a organizar a nossa fala, é indicado criar um roteiro para a apresentação, pensando em quais estratégias serão utilizadas na introdução e no encerramento e o que exatamente falar nesses dois momentos tão importantes para qualquer exposição oral.

Com o tempo – e a prática –, será cada vez mais fácil criar aberturas criativas e boas conclusões para suas apresentações em público. Se você acha que precisa aprimorar as suas habilidades de oratória, conheça nossos cursos e aprenda novas ferramentas para impulsionar suas apresentações!

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Olá, Speakers! Tudo bem com vocês?

O termo call to action é bastante conhecido em diversas áreas, como a publicidade. No entanto, quando falamos sobre oratória, ainda são poucos os que pensam em como essa chamada para a ação e/ou decisão é impulsionada se a comunicação acontece de forma eficaz e interessante.

O call to action pode ter vários significados e não necessariamente a compra de um produto, como muitos imaginam.

Neste artigo, vou falar um pouco mais sobre técnicas que impulsionam o direcionamento do público para uma tomada de decisão, explicando de que forma aprimorar a comunicação influencia nesse momento. Vamos lá?

O que é o call to action?

O call to action ou, em português, a chamada para a ação ou a tomada de decisão, geralmente é associado à venda de um produto ou serviço. Para exemplificar, vamos pensar na clássica propaganda do chocolate “Batom”, vocês se lembram dela?

Basicamente, a propaganda era um grupo de crianças, em diversas situações, que repetiam a frase “compre batom”, como se pudessem hipnotizar a audiência. Esse call to action é MUITO explícito, correto? No entanto, nem sempre (ou melhor, quase nunca) ele aparece dessa forma.

A tomada de decisão é incentivada, por assim dizer, em várias situações. Quando um profissional apresenta um projeto para um cliente, ele não diz “assine comigo” explicitamente, mas, em suma, toda a apresentação tem como objetivo principal que o cliente, de fato, contrate esse serviço.

Da mesma forma, em uma entrevista de emprego, por exemplo, o candidato quer ser escolhido para a vaga, certo? Mas o call to action nesse caso é muito mais sutil. Ou seja, ele não pode simplesmente dizer “me contrate”, mas precisa mostrar os motivos pelos quais merece ser o escolhido.

Como é o call to action nas apresentações em público?

As apresentações em público sempre têm um propósito. Pode ser o de inspirar as pessoas sobre algum fato, pode ser vender um produto, apresentar uma nova ideia e muitas outras possibilidades.

Dessa forma, o call to action aparece de um jeito diferente ao que geralmente é associado. As reuniões de negócios, por sua vez, já têm claro o objetivo. Em outras palavras, ambas as partes envolvidas na reunião estão cientes do propósito que a move.

Ainda assim, tanto nas apresentações quanto nas reuniões, aplicar algumas técnicas de abordagem para o call to action é um diferencial. Uma delas é o chamado “círculo de ouro”. Você já ouviu falar sobre ele? Não? É o que veremos no próximo tópico.

O que é o “círculo de ouro” e como aplicá-lo para direcionar o público na tomada de decisão?

Geralmente, na hora de falar sobre algo, as pessoas costumam seguir a seguinte ordem:

– O que?

– Como?

– Por quê?

Eu estou vendendo o produto X (o que), que tem tais características (como) e as pessoas devem comprá-lo devido às suas qualidades (por quê). Seguindo essa lógica, o call to action aparece inicialmente, seja de forma sutil ou não. Quando é assim, os motivos pelos quais um produto ou serviço merecem ser contratados acabam ficando por último e eles são, na prática, o mais importante.

Pensando nisso, o “círculo de ouro” inverte essa ordem e deixa o call to action para o final. Simon Sinek, o criador desse termo, analisou os melhores discursos da história e, neles, percebeu que os comunicadores faziam exatamente isso.

Seguindo essa técnica, eu, que novamente estou vendendo o produto X, falaria de outra forma, mais ou menos assim: o produto X pode mudar a realidade da sua empresa ao trazer tais qualidades para o dia a dia corporativo. Por isso, considere comprá-lo.

Viram? Primeiro, eu apresento uma realidade (que é muito melhor) com o produto que estou vendendo. Só depois é que explicito o call to action.

Por que essa técnica é tão eficaz?

A forma como falamos algo é tão (ou mais) importante quanto o que falamos. Nos exemplos que vimos no tópico anterior, foi dito exatamente o mesmo. No entanto, ao aplicar o círculo de ouro de Simon Sinek, a segunda fala passou a ser muito mais interessante e chamativa. Com isso, acabou impulsionando o call to action, fazendo com que inspirar as pessoas a determinada tomada de decisão ficasse mais fácil.

A oratória é, muitas vezes, relacionada à capacidade de persuadir os demais. E o call to action é, justamente, colocar essa capacidade em prática. Em alguns casos, o termo “persuadir” pode ser confundido como algo ruim, como se o orador usasse estratégias desonestas para convencer alguém sobre algo que não é necessariamente correto.

É preciso entender que persuadir não é apenas isso. Quando eu vendo algo, estou persuadindo alguém. E posso (ou devo) usar argumentos e estratégias honestas para vender algo no qual eu realmente acredito. Numa entrevista de emprego, estou persuadindo o recrutador para que ele me contrate e eu realmente acredito que me encaixo à vaga a qual estou concorrendo.

Nas reuniões com seus clientes ou investidores, o profissional vende um serviço, a imagem de uma empresa, uma ideia… E esse profissional realmente acredita no que ele está vendendo. E está persuadindo os demais.

Por isso, conhecer as técnicas da oratória persuasiva, como o círculo de ouro, é aprimorar as próprias habilidades de expressar aquilo que acreditamos. Da mesma forma, ao estarmos munidos de conhecimentos para realizar o call to action, conseguiremos atingir nosso objetivo mais facilmente, com uma fala mais interessante e eficaz – tanto para nós quanto para nossos clientes e a empresa que representamos.

Deu para entender como direcionar o seu público para a tomada de decisão tem tudo a ver com a oratória? Dúvidas? Entre em contato com a nossa equipe, conheça nossos cursos e encontre a melhor forma de investir na sua comunicação interpessoal! Te esperamos!

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Olá, meus caros Speakers! Tudo bem com vocês?

Hoje em dia, um dos maiores objetivos de praticamente todos os profissionais é ser reconhecido como um ótimo comunicador. Afinal, já está mais que clara a importância dessa habilidade, independentemente da área à qual nos dedicamos.

Parte essencial de ser um ótimo comunicador é conseguir captar a atenção dos ouvintes. E esse desafio não está presente apenas nas apresentações em público, mas em todos os tipos de situações de exposição de fala, como, por exemplo, as entrevistas de emprego, as reuniões com colegas e clientes e as conferências para outros profissionais.

Como vocês já sabem, o que muitos chamam de “dom de falar em público” é, na verdade, o resultado de muita prática e estudos para conhecer e aprimorar as técnicas de oratória.

Pensando nisso – e sabendo que a comunicação pode (e deve) ser impulsionada cotidianamente –, separei algumas técnicas eficazes para captar a atenção do público para este nosso artigo de hoje. Confiram!

  1. Planejar (com antecedência) a sua fala

Não se iludam: o sucesso de uma apresentação está diretamente ligado ao tempo que dedicamos a ela. Por essa razão, planejar a sua fala com antecedência é uma das formas de garantir que ela esteja coesa, que um assunto esteja relacionado ao outro e, principalmente, que haja uma progressão de ideias em tópicos correlacionados.

Ao planejar a sua fala, será possível selecionar informações realmente úteis e interessantes, excluindo aquelas que não somam tanto assim ao conteúdo da apresentação. Da mesma forma, com esse planejamento, será mais fácil pensar em abordagens, garantindo que o MODO como falamos seja tão interessante quanto O QUE dizemos, ok?

  1. Praticar a apresentação quantas vezes forem necessárias

Além de planejar o que e como falar, é essencial praticar a apresentação antes de subir ao palco e encarar o público (ou antes de sentar à mesa e dialogar com seus clientes, por exemplo).

Praticar faz com que o comunicador se familiarize com a própria fala. Com isso, a performance será mais natural e interessante, aumentando significativamente as chances de que a atenção dos ouvintes seja, de fato, captada.

Segundo relatos, a maioria dos grandes comunicadores da história passava horas e horas praticando suas falas. Então por que não aprender com eles e incluir esse hábito na nossa daqui para frente, não é?

  1. Prestar atenção na linguagem não-verbal

Ok. Já planejamos nossa fala e já ensaiamos nossa apresentação diversas vezes. O conteúdo e a abordagem estão ótimos, então já não falta nada, correto? Errado! Outro aspecto que merece muito a atenção de todo comunicador é a linguagem não-verbal.

A comunicação, meus caros, não é apenas o que dizemos, mas também (e em grande parte) o que não dizemos, mas expressamos através das nossas expressões, gestos, postura e voz.

Para captar a atenção do público, a mensagem que enviamos através da nossa linguagem não-verbal deve ser coerente com a que transmitimos verbalmente. Em outras palavras, se estamos falando sobre algo que nos entusiasma, é de suma importância expressar isso através do nosso rosto, postura, voz…

Outras técnicas que ajudam a captar a atenção do público, e que estão relacionadas à linguagem não-verbal, são:

– alterar o tom de voz durante a apresentação;

– manter a postura ereta;

– se locomover no palco (de forma sutil);

– manter contato visual.

  1. Saber usar os silêncios

No tópico anterior, falamos sobre aquilo que comunicamos sem necessariamente usar palavras, certo? Pois bem! Neste tópico, os silêncios é que estão em pauta.

Durante situações de exposição de fala, um dos protagonistas é justamente o silêncio. Saber aplicar, de forma coerente, as pausas intencionais é uma ferramenta que ajuda a captar a atenção das pessoas, já que é capaz de criar expectativa, destacar momentos importantes e dar mais emoção à fala.

Um silêncio aplicado antes do desfecho de uma história, por exemplo, indica que algo importante está por ser dito. O público entende isso instintivamente e passa a prestar mais atenção no que virá.

  1. Apostar na interação com as pessoas

Celulares, redes sociais, notícias em tempo real… são muitos os que competem pela atenção das pessoas hoje em dia. Durante a nossa fala, nós, comunicadores, precisamos ser mais interessantes que todos esses atrativos e, para isso, uma das ferramentas mais eficazes é apostar na interação com o público.

Propor pequenas atividades, como um jogo de perguntas “sim” ou “não”, sugerir que as pessoas façam anotações e iniciar uma discussão interessante são algumas das possibilidades que temos à nossa disposição.

Para escolher uma ou algumas delas, é preciso levar em consideração as que melhor se adaptem ao contexto e às características do público e da situação.

  1. Contar uma história é melhor do que apenas apresentar dados soltos

Existem diferentes formas de falar sobre determinado assunto. Uma das mais eficazes é, sem dúvidas, a storytelling, que, na prática, significa contar uma história: a de um personagem ou mesmo uma experiência do próprio comunicador.

Quando digo que contar uma história é uma das formas mais eficientes de se comunicar com o público, me refiro ao fato de que as pessoas tendem a prestar muito mais atenção em histórias do que em dados soltos, citações ou informações sem um contexto.

É MUITO diferente falar sobre um produto, por exemplo, do que contar uma história de como tal produto melhorou a vida de alguém. Ao dar um nome, um rosto e propor uma história, o que o comunicador faz é criar mais empatia com quem está ouvindo a sua fala. Com isso, acaba conquistando e retendo a atenção dessas pessoas com maior facilidade. Pensem nisso!

Essas são algumas técnicas para captar a atenção dos ouvintes, que, como eu disse logo no começo deste artigo, podem e devem ser aplicadas em todos os tipos de situações de exposição de fala. Com o tempo e a prática, usar essas ferramentas vai se tornando algo cada vez mais natural, fazendo com que sejamos reconhecidos como ótimos comunicadores!

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Uma das principais dúvidas dos meus clientes aqui na The Speaker é sobre o uso de slides e de programas como o PowerPoint e o Prezi.

Na verdade, se fizermos uma rápida busca na web, poderemos constatar que essa é uma discussão bastante comum quando o assunto é apresentação em público: alguns comunicadores abominam o uso de slides em praticamente todas as situações; outros, por sua vez, consideram que esse recurso é positivo, desde que usado de forma correta.

Afinal, usar ou não os slides? Se sim, quais são as noções básicas de visual para que esse recurso tenha impacto positivo (e não negativo) na minha apresentação?

É sobre isso o nosso artigo de hoje. Se você fará uma apresentação nos próximos dias, não deixe de se informar sobre esse tema!

Usar ou não os slides: eis a questão!

Quando somos os responsáveis por uma apresentação em público ou, em outras palavras, quando exercemos nossa função de comunicadores, temos uma série de decisões a tomar: Qual será o tema e o foco da minha fala? Qual a abordagem se encaixa melhor ao perfil do meu público? Quais serão os recursos que usarei na minha apresentação? Qual a melhor maneira de começar e terminar a minha fala?

Entre essas tantas – e importantes – decisões, está a de usar ou não os slides. Como outros aspectos, optar por inserir ou não esse recurso é uma escolha de cada comunicador. Por isso, não cabe a mim dizer: use ou não use slides.

O que podemos pensar juntos é nas vantagens e desvantagens desse uso. Vamos lá?

Vantagens

O uso de slides traz muitas vantagens. Tanto é assim que esse recurso ainda é MUITO usado em vários tipos de situações de exposição de fala, desde as exposições orais, passando pelas reuniões de trabalho ou mesmo o diálogo com clientes.

Vejamos algumas delas:

– Ajuda a prevenir os chamados “brancos”, ou seja, lapsos de memória em que acabamos nos esquecendo de algum trecho ou informação relevante para a apresentação;

– Ajuda a controlar a ansiedade: por saber que tem o auxílio dos slides, o comunicador acaba se sentindo menos nervoso;

– Captar a atenção do público: quando bem utilizados, os slides também funcionam como ferramentas para captar a atenção das pessoas que estão na plateia;

– Abordar temas muito complexos ou com muitos dados: ajuda a transmitir esses dados de modo mais efetivo e mais fácil de ser compreendido pelo público.

– Desvantagens

As desvantagens dos slides aparecem, sobretudo, quando esse recurso não é usado adequadamente. Entre elas, podemos citar como principais:

– Desviar a atenção do comunicador: o contato visual entre comunicador e público é essencial. Quando os slides estão muito densos, acabam influenciando nesse processo, prejudicando, assim, a performance;

– Desviar a atenção do público: similar ao que falamos no tópico anterior, os slides densos também influenciam na atenção do público, que, por fixar os olhos nos slides, pode deixar de escutar algum dado importante dito pelo comunicador;

– Fazer com que o comunicador deixe de se preparar o suficiente: muitas vezes, como veremos a seguir, o comunicador acaba usando os slides como “muletas”, ou seja, pensa que eles seguram toda a apresentação e, por isso, acredita não ser necessário destinar um tempo para aprimorar e praticar a própria fala.

Noções básicas de visual para slides: como usar adequadamente esse recurso?

Para que as vantagens das quais falamos anteriormente aconteçam de fato, é indispensável que os slides sejam utilizados de forma correta, evitando, assim, alguns erros muito comuns em apresentações.

Listei alguns cuidados (e o que fazer e não fazer) para usar esse recurso da melhor forma. Vejam:

  1. Evitar textos longos

Textos longos em slides? Não!! Mil vezes, não. Os motivos? Vários! Primeiro, ninguém vai ter disposição (ou tempo) para ler textos longos em seus slides, então inseri-los aí será uma perda de tempo e um problema estético para a sua apresentação.

Nos slides, opte apenas por títulos ou palavras-chave para guiarem você e seu público durante a apresentação, dizendo – resumidamente e através de uma ideia central – do que se trata o tópico abordado.

Na verdade, uma das técnicas utilizadas por grandes comunicadores que optam por usar slides é preferir inserir imagens (e não textos). Elas chamam mais atenção e podem expressar melhor o que queremos transmitir.

  1. Atenção redobrada quanto às normas gramaticais

Já imaginou um erro gritante em um dos seus slides? Não pode acontecer, Speakers. Um erro gramatical pode ser interpretado a partir de vários aspectos ruins. O público pode pensar que você não se preparou o suficiente para a sua apresentação, o que certamente ferirá a imagem de confiança que você quer e precisa transmitir para quem está na plateia.

  1. Selecionar informações realmente relevantes

Os slides devem conter apenas o que é realmente relevante para a sua apresentação, caso contrário, eles não seriam necessários, não é verdade?

Já vimos que uma boa ideia é inserir nos slides apenas palavras-chaves e ideias centrais. No entanto, se a sua intenção com os slides é incluir dados, tabelas ou quaisquer informações desse tipo para facilitar o entendimento do assunto em questão, garanta que essas informações são, mesmo, relevantes, certo?

  1. Não ler os slides!

Se você me perguntar quais são os piores erros que um comunicador pode cometer em uma apresentação, ler os slides certamente estará nessa lista. Se você já foi a uma apresentação em que o comunicador decidiu fazer isso, sabe o quanto é entediante e empobrecedor, não é verdade?

Sendo assim, NÃO leia os seus slides. Lembrem-se: eles não estão aí para substituir a sua voz, mas para complementar a sua exposição, tornando-a mais compreensível e interessante.

Essas são algumas noções básicas quanto ao uso dos slides. Agora que falamos sobre algumas vantagens e alguns riscos desse recurso, cabe a você decidir se usá-lo ou não! Saber utilizar recursos e aplicar técnicas são algumas das habilidades aprimoradas durante o curso de oratória. Conheça nossas modalidades e encontre a que mais atenda às suas necessidades!

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