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Olá, Speakers!

Vocês já pensaram em ser palestrantes? Já se imaginaram viajando o país – e quem sabe o mundo – falando sobre algum tema específico?

Muitas pessoas se dedicam a essa atividade e trabalham fazendo palestras e treinamentos em empresas, escolas e outras organizações.

No entanto, muitos de nós, em algum momento de nossa vida profissional, teremos que palestrar sobre algum assunto, ainda que não nos consideremos “palestrantes profissionais”.

Isso acontece porque, hoje, as empresas e organizações precisam comunicar seus feitos para os outros, em um mundo cada vez mais globalizado e interconectado. Dessa forma, os profissionais devem estar preparados para situações que envolvem exposições orais para conseguirem ascender em seus trabalhos.

Pensando nisso, resolvi fazer uma lista com técnicas para ser um bom palestrante. Gostaram da ideia? Então vamos lá!

Tenha domínio sobre o conteúdo

Quando vamos a uma palestra, pensamos que o comunicador (ou palestrante) tem amplo domínio sobre o tema em questão, não é verdade? Da mesma forma, quando as pessoas vão nos assistir, elas têm a expectativa de que nós iremos fornecer informações que sejam verdadeiras, atualizadas e, mais que isso, úteis.

Sendo assim, um dos primeiros passos para ser um bom palestrante é, justamente, dominar o conteúdo a ser abordado. Não tenha medo de buscar novos dados, consultar opiniões de especialistas, rever e checar suas fontes. Todos esses cuidados são essenciais para elevar a qualidade da sua palestra.

É muito importante evitar que uma palestra seja apenas um amontoado de opiniões pessoais. Obviamente, todo comunicador fala através da sua experiência e forma de ver o mundo, mas, ainda assim, sempre que possível, é interessante consultar e até mesmo apresentar argumentos diferentes aos nossos, a fim de explicá-los e, com embasamento, refutá-los se julgarmos necessário.

Dicas para apresentar o conteúdo

– Divida as informações em blocos e procure não se exceder em dados ou informações. Lembre-se: números e opiniões são importantes, mas, se apresentados em excesso, dificilmente cumprirão seu papel informativo.

– Crie maneiras de aproximar as informações e o seu público. Para isso, utilize personagens e histórias com a intenção de ilustrar o que você está dizendo. Dessa forma, ao colocar um rosto e uma experiência junto a números e dados, você será capaz de inspirar mais empatia.

Procure gerar transformação

A internet mudou (e muito) a forma como nos comunicamos e essas mudanças influenciaram diretamente as palestras, os discursos e as apresentações em público. Até a um tempo atrás, as palestras tinham como principal objetivo informar as pessoas sobre um assunto específico.

Atualmente, no entanto, o acesso à informação é MUITO mais fácil. Para procurar sobre um tema, basta fazer uma rápida pesquisa nos sites de busca e, em poucos segundos, aparecem centenas de textos, vídeos, artigos – confiáveis ou não.

Por isso, hoje, o objetivo das palestras é outro: gerar transformação. Obviamente, fornecer informações confiáveis ainda é um dos pontos primordiais de qualquer exposição oral, mas a transformação é, agora, o centro de toda boa palestra.

“Ok, Livia, mas o que você quer dizer com gerar transformação?” Bem, Speakers, gerar transformação é incitar nas pessoas o desejo de mudanças, é inspirar o seu público sobre determinada situação ou ideia.

Uma boa palestra é aquela que fornece informações úteis, que as pessoas realmente poderão utilizar em seus cotidianos. A transformação pode acontecer a diversos níveis, desde a pequenas mudanças de pensamento e comportamento até a tomada de decisões.

Como podemos ver, Speakers, a responsabilidade dos palestrantes é grande!

Importe-se!

Um dos “segredos” para ser um bom palestrante é, ao mesmo tempo, simples e complexo: se importar! Se você quer dar uma boa palestra – uma palestra capaz de inspirar e informar as pessoas – é fundamental que você se importa verdadeiramente pelo assunto abordado.

Quando um palestrante fala sobre algo que não lhe desperta nenhuma emoção, isso fica bastante evidente em sua performance. Afinal, a não ser que você seja um excelente ator, é muito difícil fingir entusiasmo e paixão por determinado assunto.

Por outro lado, aquelas pessoas que falam daquilo que as comove conseguem fazer com que o público também passe a se importar com o que está sendo dito. Ainda que alguém na plateia não concorde com o que você está dizendo, se houver verdadeiro entusiasmo de sua parte, você será respeitado por isso.

Desperte o estado de fluxo (ou estado de flow) no seu público

Vocês já ouviram falar sobre estado de fluxo, também conhecido como estado de flow? Bem, esses são termos da psicologia que, basicamente, fazem referência a um estado emocional positivo, no qual as pessoas tendem a perder a noção do tempo.

Para ficar mais fácil de entender, vamos imaginar duas situações: na primeira, você está indo ao show do seu artista favorito. Foram duas horas de show, mas, quando você saiu, teve a sensação de que foram apenas alguns minutos. Isso acontece porque, provavelmente, você estava em estado de flow.

Ao contrário, quando você está em uma aula sobre uma matéria que definitivamente não consegue gostar, os 50 minutos de exposição do professor parecem eternos, não é mesmo? Nesse caso, definitivamente, você não estava em estado de flow.

Um bom palestrante é aquele que consegue despertar esse estado nas pessoas. Pode parecer difícil, mas estando atentos aos tópicos dos quais já falamos (que envolvem transformação, conteúdo e empatia), causar isso no seu público não será um desafio.

Se você é um palestrante ou se quer se transformar em um, trabalhe as suas habilidades de oratória, prestando atenção na forma como se comunica com as pessoas. Não se esqueça de que a comunicação não é apenas verbal: quando você está em uma palestra, também se comunica através de suas expressões faciais, seus gestos, sua voz e sua postura.

Precisa de ajuda? Conheça os nossos cursos online ou presenciais e conte com a gente para se tornar um excelente comunicador!

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Speakers! Como vocês estão?

Às vezes, é muito fácil perceber que a nossa oratória não está boa e que precisamos urgentemente dedicar um tempo para aprimorar as nossas habilidades de comunicação, não é verdade?

No entanto, em alguns casos, pode ser mais difícil identificar os sinais de que a oratória não está bem desenvolvida, seja pela dificuldade em captar as reações do nosso público (ou das pessoas com as quais nos comunicamos no dia a dia) ou seja porque não damos importância aos sintomas que nós mesmos emitimos…

Como saber se a sua oratória está bem desenvolvida? Confira todas as nossas dicas no texto de hoje!

Sinais explícitos de que é preciso aprimorar a oratória

Como eu disse no começo da nossa conversa, existem alguns sinais que são bastante claros e nos alertam explicitamente que é preciso melhorar a oratória. Esses sinais podem ser psicológicos e/ou físicos e requerem bastante atenção. Vejamos alguns deles:

– Sinais psicológicos

As pessoas que ainda não têm uma oratória bem desenvolvida costumam sentir um enorme medo de falar em público ou de qualquer situação que envolva exposição de fala, como as entrevistas de emprego, por exemplo.

Esse medo (que, às vezes, parece ser incontrolável) vem acompanhado de outros sentimentos nada agradáveis: o nervosismo, a ansiedade e a baixa autoestima.

Na verdade, aqueles que desenvolvem um certo pavor ao falar em público acabam imersos num ciclo vicioso: o medo aumenta o nervosismo, o nervosismo atrapalha a performance durante a apresentação, a frustração por ter tido uma má performance prejudica a autoestima, que, por sua vez, aumenta o medo. E assim por diante…

Para interromper esse ciclo, o caminho é um só: se preparar com antecedência, praticar a exposição oral e dedicar-se ao máximo para aplicar as técnicas de oratória. Com o tempo e a prática, o medo – e tudo o que ele traz consigo – vai ficando para trás.

– Sinais físicos

Todos os sintomas psicológicos acabam gerando efeitos que também sentimos no nosso corpo. Em alguns casos, o nervosismo por falar em público é tão intenso, que os efeitos psicológicos são potencializados.

Geralmente, os sintomas mais comuns em quem não tem uma oratória bem desenvolvida são: enjoos, “brancos” (esquecer trechos da exposição oral), suor excessivo, tonturas, problemas na fala, mal-estar intestinal, entre outros.

Esses sintomas intensificam o ciclo do qual falamos no tópico anterior, aumentando o medo de falar em público e reforçando as lembranças negativas no cérebro, que passa a associar “falar em público” com um acontecimento traumático.

Grande parte das pessoas que manifestam esses sintomas está ciente de que as habilidades de oratória ainda deixam a desejar, mas nem sempre é fácil perceber que ainda é preciso melhorar aspectos da própria comunicação.

Como saber se a sua oratória é bem desenvolvida?

As pessoas que têm esses sintomas explícitos, dos quais já falamos, estão cientes de que precisam aprimorar as suas habilidades de comunicação e oratória. No entanto, existem sinais mais sutis (mas não menos importantes) que também são um alerta de que a oratória não está bem desenvolvida.

Isso acontece porque existem pessoas que não têm nenhum medo de falar em público e que fazem isso com frequência, mas, ainda assim, apresentam problemas sérios de oratória.

Qual a maneira para identificar esses sinais?

– Observando a sua audiência

A forma mais eficaz de saber que a oratória precisa de um plus é prestando atenção na sua audiência: o público da sua apresentação ou as pessoas com as quais você se comunica (chefes, recrutadores, colegas de trabalho, clientes…).

A reação das pessoas é um termômetro que não mente: se a sua audiência está entediada, algo na sua apresentação não saiu como o esperado. Quando a tela dos celulares, smartphones ou tablets chama mais atenção do que a sua apresentação, é hora de pensar em estratégias para melhorar a sua oratória! Se isso acontece com você, confira nosso post sobre como prender a atenção do público.

– Identificando se as pessoas entendem o que você diz

No dia a dia, um sinal clássico de que você precisa melhorar a sua comunicação é quando as pessoas fazem perguntas sobre aquilo que você acabou de explicar.

Por exemplo: você informa aos seus colegas que a empresa terá um novo departamento e explica as funções desse departamento. Quando termina de falar, sua equipe pergunta: “o que esse novo departamento fará na empresa?”. Esse exemplo, bastante simples, mostra como uma comunicação não-assertiva acontece na prática.

– Falar sobre algo que você domina é um desafio?

Outro fator que mostra que a oratória ainda não está bem desenvolvida é a dificuldade de explicitar nossas ideias ou de falar sobre assuntos que dominamos. Para entender esse fator, vamos pensar juntos:

Se temos que fazer uma apresentação oral sobre um tema que não temos domínio, será muito difícil executar essa tarefa com qualidade, ainda que nossa oratória esteja bem desenvolvida.

Por outro lado, quando dominamos um assunto, falar sobre ele deve ser fácil, certo? Bom, se isso não acontece, é um sinal de que a sua oratória ainda precisa de ajustes.

– Analisando a sua linguagem não-verbal

A nossa comunicação não-verbal também emite sinais de que a oratória não está bem desenvolvida. Se você não sabe onde se colocar no palco, se tem dificuldades em fazer contato visual com a plateia e se parece estar sempre de ombros curvados, esteja atento!

Além disso, não saber como gesticular é um sinal de que vale a pena estudar e conhecer novas técnicas para uma comunicação mais assertiva, investindo tempo para melhorar a sua oratória.

Uma das formas de aprimorar a sua oratória é através de cursos com profissionais capacitados. Aqui na The Speaker, temos cursos presenciais ou online. Fale com a gente e ficaremos felizes em ajudá-lo a ser um comunicador melhor!

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Olá, Speakers!

A comunicação é o conjunto de vários elementos, tanto verbais como não-verbais, certo?

A linguagem verbal pode ser entendida como o que falamos, ou seja, o conteúdo da nossa apresentação. Já a linguagem não-verbal é aquilo que transmitimos sem usar palavras, seja através da postura, do olhar, das expressões faciais ou dos nossos gestos.

Às vezes, passamos muito tempo focados no conteúdo da nossa apresentação, mas acabamos deixando de lado a comunicação não-verbal. E isso é um grande erro porque uma má postura ou o uso equivocado dos gestos podem prejudicar uma apresentação, ainda que o conteúdo tenha sido interessante e oportuno.

Como as demais faces da oratória, trabalhar a linguagem não-verbal é possível. Existem técnicas que ajudam a melhorar esse aspecto da comunicação e, assim, criar uma harmonia entre uma boa linguagem verbal e não-verbal.

No texto de hoje, decidi abordar um dos parâmetros centrais da linguagem não-verbal: a gesticulação. Fique por dentro das dicas que separei sobre esse assunto!

O que devemos EVITAR ao gesticular durante uma exposição oral?

Em uma apresentação, o grande objetivo do comunicador é fazer com que o público preste atenção no conteúdo que está sendo transmitido.

Por isso, na hora de pensar sobre o que fazer e, principalmente, sobre o que NÃO fazer ao gesticular, é importante saber que, se as pessoas da plateia prestam mais atenção no que o comunicador está fazendo do que no que ele está falando, há um erro de comunicação.

Com isso em mente, os principais hábitos que devemos deixar de lado quando o assunto é gesticular são:

– Gesticular com as mãos em uma altura acima da cabeça ou muito abaixo da cintura: a menos que exista um motivo para isso, ao utilizarmos as mãos para gesticular, é importante manter uma coerência sobre onde fazer isso, nos limitando à área que está entre nosso queixo e nossa cintura.

Assim, evitamos movimentos bruscos e não interrompemos o contato visual com a plateia, que é um fator essencial para uma boa comunicação.

– Falar com as mãos nos bolsos ou com os braços cruzados: o primeiro passo para que as pessoas da plateia achem a sua apresentação interessante é transmitir entusiasmo com o que você, comunicador, está falando. Ao deixar os braços cruzados ou permanecer com as mãos nos bolsos por muito tempo, você passa uma imagem completamente contrária, dando uma sensação de que está entediado com a sua própria apresentação.

Por isso, vale a pena evitar esses pequenos vícios, estando sempre atentos para o fato de que a comunicação não-verbal é muito importante para uma boa apresentação em público.

– Usar a mesma perna de apoio: muitas pessoas têm a mania de usar uma das pernas como apoio, fazendo com que todo o corpo esteja um pouco inclinado para um dos lados. Fazer isso no dia a dia pode ser imperceptível para os demais, mas, durante uma apresentação, não é difícil notar esse comportamento já que o comunicador está em evidência.

É aconselhável evitar esse hábito porque ele, assim como o de permanecer com os braços cruzados ou com as mãos no bolso, transmite sensação de tédio ou de desinteresse com a própria fala.

– Caminhar de um lado para o outro: um dos modelos mais eficazes de apresentação é, hoje, as TEDx (ou TED Talks). Nessas apresentações, que duram 18 minutos, o comunicador geralmente fica no centro do palco e não se locomove excessivamente de um lado para outro.

Nas nossas exposições orais, vale a pena adotar a mesma estratégia e evitar recorrer todo o palco sem que exista um objetivo para isso. Ao adotarmos esse comportamento, além de confundirmos o nosso público, podemos transmitir uma imagem de desorganização e despreparo.

O mais indicado é traçar imaginariamente um pequeno círculo no centro do palco e tentar se locomover apenas dentro desse círculo, realizando movimentos sutis.

– Ombros caídos, corpo curvado: a postura é um dos elementos-chave para uma boa gesticulação. Por isso, um dos erros que mais devemos evitar é adotar uma postura que prejudique nossa imagem pessoal.

Ombros caídos, corpo curvado e cabeça baixa formam um conjunto de hábitos que devem ser evitados. Afinal, essa postura demonstra insegurança e submissão, características que não estão presentes em um bom comunicador.

– Não fazer gesto nenhum: o excesso de gestos é um erro. No entanto, não gesticular também é um grande equívoco. O grande desafio é encontrar um meio-termo e saber encaixar gestos que não desviem a atenção do público.

Os gestos mais indicados durante uma apresentação são rápidos e curtos e devem estar em sintonia com o conteúdo da nossa fala. Na prática, os gestos servem para ressaltar determinada ideia e, por isso, são tão importantes.

Se você não sabe como se comportar durante uma apresentação e sente que não consegue gesticular de uma forma eficiente, vale a pena procurar um curso especializado em oratória. Nesses cursos, você recebe as informações sobre a linguagem verbal e não-verbal e, aos poucos, com treino e dedicação, já conseguirá incorporar todas essas técnicas e agir de forma natural em frente ao público.

Dúvidas? Fale com a gente!

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Speakers! Tudo bem com vocês?

Quando eu estava organizando o site novo da The Speaker (aliás, vocês gostaram?), separei cases de treinamento que fizemos com algumas empresas brasileiras, como a Petrobrás, a Reserva e a Mary Kay.

Revendo cada um desses cases, é possível notar que as empresas têm perfis bem diferentes, mas, quando nos procuraram para fazer treinamentos, tinham objetivos bastante similares: impulsionar as habilidades de oratória de suas equipes internas e, assim, conquistar novos clientes.

A conquista de clientes tem, hoje, aspectos distintos ao que era em tempos atrás. Com as redes sociais e a grande competitividade entre as marcas, a comunicação acaba sendo um fator decisivo para fidelizar clientes, independente do nicho ao qual a empresa se dedica.

As empresas que já entenderam a importância da comunicação investem bastante nisso. As outras, no entanto, acabam ficando para trás e precisam se atualizar para estar em dia com as novas necessidades do mercado.

Mas, afinal, como a oratória impulsiona a conquista de novos clientes?

Aumentando o poder de persuasão da equipe

A conquista de novos clientes passa, sobretudo, pelo poder de persuasão e esse poder só existe quando há uma boa capacidade de se expressar. Talvez as situações em que a necessidade de saber persuadir se torna mais clara são justamente nas negociações e vendas.

Para vender um produto, é fundamental saber apresentá-lo, utilizando estratégias de persuasão para conquistar o potencial cliente. Nesse processo, a oratória é uma grande aliada.

Quem se comunica mal não conseguirá apresentar bem um produto ou projeto e, portanto, dificilmente conseguirá concluir uma compra ou negociação. Por outro lado, aquele que saber vender as suas ideias, consegue apresentar a qualidade dos produtos e projetos, alcançando, assim, a confiança e fidelidade dos clientes.

Organizando o raciocínio lógico em situações de exposição de fala

Já sabemos que a persuasão é um elemento chave para potencializar a conquista de novos clientes, mas essa persuasão só acontece quando a fala é organizada e obedece a um raciocínio bem estruturado.

Ao conhecer e incorporar técnicas de oratória, colocar ordem o próprio pensamento passa a ser mais fácil. Com o tempo, manejar situações que envolvem exposições de fala – como reuniões com clientes – se tornará algo já incorporado à rotina dos profissionais.

Muitas vezes, um grande problema que as empresas enfrentam é que seus colaboradores, especialmente os que fazem parte da equipe de vendas, conhecem MUITO o produto, mas não conseguem transmitir todo esse conhecimento de forma assertiva para os potenciais clientes.

Nesses casos, a oratória ajuda a transmitir um conhecimento que já está incorporado, facilitando as negociações e, por consequência, a conquista e fidelização de clientes.

Transmitindo confiança

Algumas profissões (para não dizer todas) demandam uma relação de confiança entre o profissional e seus clientes. Vamos imaginar um exemplo bem fácil de visualizar: os arquitetos.

Quando um arquiteto se reúne com seu potencial cliente para apresentar um projeto, precisa conquistar a sua confiança. Caso contrário, não conseguirá o trabalho. Para isso, o arquiteto tem que conseguir apresentar seu projeto com clareza e segurança. Se demonstrar qualquer dúvida, poderá despertar a desconfiança do cliente.

Em outras profissões, isso também acontece. Se vou vender um produto ou defender uma ideia, devo fazer isso com muita segurança e essa segurança se nota principalmente na minha fala e nos meus gestos.

Um profissional seguro não dá voltas no assunto, ele vai direto ao ponto, fazendo uso de um raciocínio estratégico e bem elaborado. Da mesma forma, não tem dificuldades em responder perguntas e é capaz de transmitir uma imagem completa do produto ou projeto do qual está falando. Também mantem contato visual e boa postura!

Aumentando a capacidade de entender as demandas do cliente

Uma boa comunicação não é aquela que se foca apenas em transmitir ideias de forma unilateral, sem escutar a opinião dos outros e sem levar em conta o que esse outro espera de nós.

Nas negociações com clientes, esse aspecto da comunicação tem um viés ainda mais importante, já que entender o perfil dos clientes e saber como ser útil em determinado contexto é fundamental para fechar negócios e fidelizar clientes.

O despreparo em relação à oratória faz com que muitas pessoas estejam imersas em seu próprio raciocínio. Quando apresentam um projeto ou produto, se tornam incapazes de perceber as reações no seu público (nesse caso, os clientes em potencial) e perdem a oportunidade de usar o conhecimento sobre o cliente a seu favor.

Se eu escuto o meu cliente, consigo trazer argumentos eficazes. Afinal, nem sempre o mesmo argumento é eficiente para todas as pessoas, já que cada uma traz consigo uma bagagem de pensamentos e opiniões, que, sempre que possível, devem ser levados em conta em uma negociação.

Melhorando a comunicação interna

Aqueles que já estão no mercado há bastante tempo entendem que o sucesso de uma empresa começa bem antes do contato com os clientes. O diálogo entre os colaboradores é uma etapa fundamental para concluir vendas, fidelizar clientes e potencializar o sucesso da marca.

Ao investir em habilidades de oratória, o funcionamento interno da equipe tende a melhorar consideravelmente. Com uma maior noção de oratória, os gestores conseguirão transmitir ideias e demandas de modo assertivo, facilitando, dessa forma, o entendimento dos seus colaboradores.

A harmonia e diálogo dentro da equipe será notada em todo o processo, inclusive quando chegar a hora de conversar com os clientes. Isso acontece porque, quando há entendimento interno sobre os produtos e a empresa, fica muito mais fácil transmitir confiança.

A comunicação é a grande chave para o sucesso de pessoas e marcas. Por isso, dedicar tempo para aprimorar as habilidades de oratória é tão importante. A relação entre oratória e conquista de novos clientes é apenas um dos muitos aspectos que o poder de se comunicar bem traz para a vida das pessoas.

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Olá, Speaker!

A importância da oratória na nossa vida é, hoje, inquestionável. A necessidade de saber se comunicar de forma assertiva é um pré-requisito para diversos momentos da nossa trajetória profissional, desde a etapa de conseguir um bom emprego até para sermos líderes de referência na nossa área de atuação.

Hoje, ter uma comunicação apenas “aceitável” não é mais suficiente. Para termos sucesso, é preciso uma comunicação impecável, segura e assertiva. E o caminho para adquirirmos essa habilidade é: prática, estudos e dedicação.

Os cursos de oratória são ferramentas muito eficazes para quem precisa melhorar a oratória. Afinal, nesses espaços, recebemos orientações de profissionais capacitados e que poderão atender às nossas demandas e necessidades individuais.

Se você ainda tem dúvidas sobre fazer ou não um curso de oratória, confira a lista que fizemos com alguns dos muitos aprendizados que um curso de oratória pode proporcionar a você!

Superar o medo de falar em público

O medo de falar em público ou de qualquer situação que envolva exposição de fala (como uma entrevista de emprego ou reunião de trabalho, por exemplo) é real e prejudica a vida de muitas pessoas. No entanto, superar esse medo faz parte do processo de aprimoramento da própria comunicação.

Isso acontece porque, ao investirmos tempo e dedicação para desenvolvermos as habilidades de oratória, estamos nos preparando para sermos bons comunicadores. E, ao nos sentirmos mais preparados, aumentamos consideravelmente a nossa autoconfiança. Sendo assim, aos poucos, o medo de falar em público vai ficando para trás, dando lugar a outros sentimentos mais positivos.

Transmitir uma boa imagem pessoal

Vocês com certeza já ouviram aquela famosa expressão que diz que a primeira impressão é a que fica, não é verdade? Não sei dizer se isso acontece em todos os momentos da nossa vida, mas posso afirmar com certeza que transmitir uma boa imagem pessoal é um fator importantíssimo em qualquer situação.

Bem, e como a comunicação nos ajuda a transmitir uma boa imagem? De MUITAS formas! Se sabemos nos comunicar bem e falamos com as pessoas de uma maneira interessante e clara, teremos uma imagem que inspira credibilidade e confiança, aspectos essenciais para uma boa imagem pessoal.

Por outro lado, durante os cursos de oratória, aprendemos técnicas de linguagem não-verbal, que também são muito importantes. Ao aplicá-las, iremos transmitir uma imagem de confiança antes mesmo de começarmos a falar, através da nossa postura corporal, do contato visual que adotamos com as pessoas e até mesmo do modo como gesticulamos.

Expressar ideias com clareza

Como costumo dizer aqui na The Speaker, ter uma boa ideia não é suficiente. É preciso saber COMO expressar essa ideia para o mundo. E isso, Speakers, só será possível através de uma comunicação assertiva.

Nos (bons) cursos de oratória, um dos itens de maior destaque é a capacidade de estruturar o raciocínio de forma organizada, encontrando formas eficazes de transmitir ideias e conhecimento para as pessoas.

Se você consegue organizar seu raciocínio, será capaz de expressar com clareza as suas opiniões, seus desejos, suas inquietudes e suas ideias. Dessa forma, será mais fácil persuadir as pessoas, mostrando a elas argumentos contundentes e claros.

Saber usar a própria voz

A voz é uma ferramenta e um dos passos essenciais para ser um bom comunicador é, justamente, saber como utilizá-la. Nos cursos de oratória, você aprenderá técnicas para potencializar a sua voz, adotando volumes, tons e ritmos de fala condizentes com o seu público e sua apresentação.

Além disso, ao saber usar a própria voz, você será capaz de entender a enorme importância das pausas durante a fala e conseguirá aplicar momentos de silêncio da forma correta, aumentando, assim, a eficácia da sua comunicação oral.

Os grandes comunicadores da história entendiam que a voz é uma ferramenta e que, se usada de maneira correta, pode melhorar consideravelmente um discurso.

Ter uma boa linguagem corporal

A comunicação é o conjunto de inúmeros fatores que envolvem linguagem verbal (a nossa fala) e linguagem não verbal. Um bom comunicador consegue fazer com que esses dois aspectos da comunicação estejam em harmonia.

Nos cursos de oratória, você aprenderá técnicas para ter uma boa linguagem corporal, sendo capaz de gesticular de forma correta, mantendo contato visual com as pessoas da sua plateia e compreendendo a importância das expressões faciais durante uma exposição oral.

Ter uma boa linguagem corporal é de enorme importância e, infelizmente, muitas pessoas subestimam essa outra face da comunicação, focando apenas no conteúdo da apresentação.

Como saber se preciso de um curso de oratória?

Já conhecemos alguns dos principais motivos para fazer um curso de oratória, mas como saber se realmente precisamos deles?

Se você sente muito medo de falar em público e constantemente vê essa ansiedade se manifestar em sintomas físicos, como “brancos”, tremores, suor excessivo e problemas de fala, o curso de oratória é mais que necessário.

Mas esse não é o único sinal de que precisamos de um curso de oratória!

Para saber se investir em um curso de oratória é uma boa ideia, faça a si mesmo algumas perguntas:

– Nas minhas apresentações, consigo prender a atenção do meu público?

– As pessoas do meu trabalho entendem o que eu falo durante as reuniões?

– Costumo me sentir frustrado após as minhas apresentações em público?

– Evito situações que envolvem exposições de fala?

Com essas reflexões, você saberá o que fazer para impulsionar a sua carreira. Se precisar de ajuda para decidir, confira o nosso post aqui no blog sobre o assunto e descubra se você precisa de um curso de oratória.

É importante estar atento na hora de escolher um curso de oratória. Na internet, estão disponíveis vídeos sobre o assunto, mas nem sempre os profissionais que publicam esses vídeos estão capacitados para falar sobre oratória e acabam ensinando técnicas ultrapassadas ou ineficazes.

Aqui na The Speaker, nós respiramos oratória e estamos sempre atentos às novidades sobre comunicação. Temos cursos online e presencial (se precisa de ajuda para saber qual é o melhor para você, veja a nossa conversa sobre isso) e ficaremos felizes em fazer parte da sua história!

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Olá, Speakers!

A comunicação é o conjunto de vários elementos, tanto verbais como não-verbais, certo?

A linguagem verbal pode ser entendida como o que falamos, ou seja, o conteúdo da nossa apresentação. Já a linguagem não-verbal é aquilo que transmitimos sem usar palavras, seja através da postura, do olhar, das expressões faciais ou dos nossos gestos.

Às vezes, passamos muito tempo focados no conteúdo da nossa apresentação, mas acabamos deixando de lado a comunicação não-verbal. E isso é um grande erro porque uma má postura ou o uso equivocado dos gestos podem prejudicar uma apresentação, ainda que o conteúdo tenha sido interessante e oportuno.

Como as demais faces da oratória, trabalhar a linguagem não-verbal é possível. Existem técnicas que ajudam a melhorar esse aspecto da comunicação e, assim, criar uma harmonia entre uma boa linguagem verbal e não-verbal.

No texto de hoje, decidi abordar um dos parâmetros centrais da linguagem não-verbal: a gesticulação. Fique por dentro das dicas que separei sobre esse assunto!

O que devemos EVITAR ao gesticular durante uma exposição oral?

Em uma apresentação, o grande objetivo do comunicador é fazer com que o público preste atenção no conteúdo que está sendo transmitido.

Por isso, na hora de pensar sobre o que fazer e, principalmente, sobre o que NÃO fazer ao gesticular, é importante saber que, se as pessoas da plateia prestam mais atenção no que o comunicador está fazendo do que no que ele está falando, há um erro de comunicação.

Com isso em mente, os principais hábitos que devemos deixar de lado quando o assunto é gesticular são:

– Gesticular com as mãos em uma altura acima da cabeça ou muito abaixo da cintura: a menos que exista um motivo para isso, ao utilizarmos as mãos para gesticular, é importante manter uma coerência sobre onde fazer isso, nos limitando à área que está entre nosso queixo e nossa cintura.

Assim, evitamos movimentos bruscos e não interrompemos o contato visual com a plateia, que é um fator essencial para uma boa comunicação.

– Falar com as mãos nos bolsos ou com os braços cruzados: o primeiro passo para que as pessoas da plateia achem a sua apresentação interessante é transmitir entusiasmo com o que você, comunicador, está falando. Ao deixar os braços cruzados ou permanecer com as mãos nos bolsos por muito tempo, você passa uma imagem completamente contrária, dando uma sensação de que está entediado com a sua própria apresentação.

Por isso, vale a pena evitar esses pequenos vícios, estando sempre atentos para o fato de que a comunicação não-verbal é muito importante para uma boa apresentação em público.

– Usar a mesma perna de apoio: muitas pessoas têm a mania de usar uma das pernas como apoio, fazendo com que todo o corpo esteja um pouco inclinado para um dos lados. Fazer isso no dia a dia pode ser imperceptível para os demais, mas, durante uma apresentação, não é difícil notar esse comportamento já que o comunicador está em evidência.

É aconselhável evitar esse hábito porque ele, assim como o de permanecer com os braços cruzados ou com as mãos no bolso, transmite sensação de tédio ou de desinteresse com a própria fala.

– Caminhar de um lado para o outro: um dos modelos mais eficazes de apresentação é, hoje, as TEDx (ou TED Talks). Nessas apresentações, que duram 18 minutos, o comunicador geralmente fica no centro do palco e não se locomove excessivamente de um lado para outro.

Nas nossas exposições orais, vale a pena adotar a mesma estratégia e evitar recorrer todo o palco sem que exista um objetivo para isso. Ao adotarmos esse comportamento, além de confundirmos o nosso público, podemos transmitir uma imagem de desorganização e despreparo.

O mais indicado é traçar imaginariamente um pequeno círculo no centro do palco e tentar se locomover apenas dentro desse círculo, realizando movimentos sutis.

– Ombros caídos, corpo curvado: a postura é um dos elementos-chave para uma boa gesticulação. Por isso, um dos erros que mais devemos evitar é adotar uma postura que prejudique nossa imagem pessoal.

Ombros caídos, corpo curvado e cabeça baixa formam um conjunto de hábitos que devem ser evitados. Afinal, essa postura demonstra insegurança e submissão, características que não estão presentes em um bom comunicador.

– Não fazer gesto nenhum: o excesso de gestos é um erro. No entanto, não gesticular também é um grande equívoco. O grande desafio é encontrar um meio-termo e saber encaixar gestos que não desviem a atenção do público.

Os gestos mais indicados durante uma apresentação são rápidos e curtos e devem estar em sintonia com o conteúdo da nossa fala. Na prática, os gestos servem para ressaltar determinada ideia e, por isso, são tão importantes.

Se você não sabe como se comportar durante uma apresentação e sente que não consegue gesticular de uma forma eficiente, vale a pena procurar um curso especializado em oratória. Nesses cursos, você recebe as informações sobre a linguagem verbal e não-verbal e, aos poucos, com treino e dedicação, já conseguirá incorporar todas essas técnicas e agir de forma natural em frente ao público.

Dúvidas? Fale com a gente!

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Speaker! Tudo bem?

Como é a sua preparação para falar em público? Você costuma fazer um roteiro para a sua apresentação ou simplesmente improvisa quando está em frente às pessoas?

Pensar em como é a etapa anterior a uma exposição oral é indispensável. Afinal, a maneira como nos preparamos para as apresentações influenciará bastante no resultado que vamos alcançar.

Uma das melhores ferramentas para ter uma boa apresentação é criar um roteiro que esquematize o que temos a dizer, organizando nossa fala em começo, meio e fim. Por isso, na nossa conversa de hoje, vamos falar sobre os roteiros de apresentações em público, com dicas bem interessantes e úteis!

Quais são os conselhos de Bob Keiller sobre roteiros para apresentações?

O comunicador e influencer inglês Bob Keiller é, hoje, um dos grandes nomes da Comunicação. Keiller desenvolveu um acrônimo chamado “ASPEN”, que serve para lembrar às pessoas sobre os cinco pilares básicos de uma boa apresentação em público. Quando traduzimos esse esquema para o português, fica assim:

A de AUDIÊNCIA: para ter uma boa apresentação em público, é fundamental ter em mente que o principal foco é sempre a audiência (e não o comunicador). Ou seja, quando pensamos em uma exposição oral, temos que pensar também em como essa apresentação será útil e interessante para aqueles que foram assistir.

S de SCRIPT: Script (ou, em português, ROTEIRO) é um item importantíssimo para uma boa apresentação. Nas etapas de planejamento, temos que escrever o que pretendemos dizer na nossa exposição oral. Só assim conseguiremos elevar a qualidade da nossa fala!

P de PRÁTICA: com o roteiro em mãos, é preciso praticar a nossa exposição oral. Os maiores comunicadores da história têm o hábito de ensaiar seus discursos inúmeras vezes, até estarem convencidos de que estão prontos para falar em frente ao público. Inspire-se neles!

E de ELEVAR: é importante sempre elevar a qualidade da nossa apresentação, incorporando novas formas de dizer o que planejamos através de estratégias eficientes, como, por exemplo, contando histórias, utilizando fotografias, trazendo dados e propondo dinâmicas simples para prender a atenção do público.

N de NATURAL: os bons comunicadores são aqueles que falam de forma acessível e interessante, parecendo o mais natural possível – como se estivessem em uma conversa. Esse aspecto deve ser observado tanto na linguagem verbal quanto na não-verbal. Para isso, é interessante privilegiar palavras simples e frases em ordem direta e procurar manter uma linguagem corporal em harmonia com o que se está dizendo.

Esse esquema de Keiller traz importantes aspectos de uma boa preparação para apresentações em público, especialmente no que se refere à necessidade de criar um roteiro com as ideias e o planejamento do que será dito durante a exposição oral.

Por que escrever um roteiro para a minha apresentação?

Esquematizar as apresentações escrevendo um roteiro traz inúmeras vantagens, sendo que as principais são:

– Ao escrever um roteiro, o comunicador pensa detalhadamente sobre o que será abordado e, assim, consegue ter uma visão mais ampla de qual é a melhor forma para apresentar as informações e ideias para o público;

– Um roteiro permite que o comunicador consiga identificar equívocos ANTES de estar em frente ao público. Dessa forma, pode trabalhar na própria apresentação, melhorando a sua fala até que ela esteja da forma ideal;

– Sem um roteiro, é praticamente impossível praticar a apresentação em público. E a fase de ensaios é uma das fases mais importantes quando estamos planejando nossas exposições orais;

– Com o roteiro em mãos, é possível ter uma ideia estimada sobre a duração da exposição oral. Assim, se for necessário, o comunicador pode cortar trechos que estejam ultrapassando o tempo previsto ou acrescentar novas informações.

É importante lembrar, Speakers, que o roteiro é usado apenas ANTES da apresentação. Durante a sua fala, o ideal é fazer uso de esquemas mais curtos, que tragam apenas as palavras-chaves. Esquemas desse estilo são mais fáceis de serem consultados, sem que o comunicador desvie o seu olhar por muito tempo.

Como fazer um roteiro para as apresentações em público?

Cada comunicador desenvolve sua própria forma de esquematizar e planejar as suas apresentações. Com o tempo – e com a prática – esse hábito ficará cada vez mais naturalizado. Ainda assim, é interessante seguir alguns passos na hora de criar o seu roteiro.

O primeiro passo para criar um roteiro para as apresentações é dividir a sua fala em três momentos principais: introdução, desenvolvimento e conclusão. Quando essa divisão já estiver clara, comece a agregar as informações que você deseja transmitir em cada uma dessas etapas, verificando se, ao final, você conseguirá falar tudo o que deseja.

Depois de separar o conteúdo para cada um desses momentos principais da sua apresentação, é interessante agregar trechos que aproximem o conteúdo das pessoas. Para fazer isso, uma boa estratégia é utilizar a Storytelling, ou seja, trazer histórias curtas de personagens que podem exemplificar o que você está dizendo.

O último passo é pensar em alternativas para concluir a sua apresentação, lembrando sempre que esse é um dos momentos mais importantes da sua fala e que exige bastante planejamento. Uma conclusão ruim pode prejudicar uma apresentação!

Quando o seu roteiro estiver pronto, comece a fase de práticas! Ao ensaiar a sua fala, você conseguirá notar se existem melhoras a serem feitas ou erros para corrigir.

Comece a fazer roteiros e terá melhorias significativas em suas próximas apresentações! Se precisar de ajuda, conte com a gente!

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The Speaker by Livia Bello - 1M ago

Reserva

No ano passado, fomos contratados pela Reserva, uma empresa que está “dando o que falar” com seu projeto social conduzido por Rony, fundador da marca. A demanda veio de uma das sócias da marca Claudia, que gostaria de desenvolver a comunicação de sua equipe de compras. Essa equipe sentia muita dificuldade em situações de exposição de fala, principalmente negociação.

Claudia percebeu que a equipe enfrentava problemas para negociar, conversar com fornecedores, e por isso muitas vezes acabavam até mesmo trazendo prejuízos na hora de fechar negócios, pois nem sempre conseguiam a melhor negociação.

As pessoas da equipe se sentiam despreparadas em situações que envolviam exposições de fala e não conseguiam estruturar o pensamento da forma ideal.

Como foi o workshop?

O workshop, que aconteceu no Rio de Janeiro, durou quatro horas. Nesse tempo, trabalhamos com as 15 colaboradas da Reserva alguns elementos básicos de uma boa comunicação, dando ênfase, sobretudo, na estruturação do raciocínio.

Nessa parte, trabalhamos a técnica de mapa mental adaptada para situações de exposição de fala (método autoral da The Speaker). O objetivo desta técnica é ajudar as pessoas se organizarem para qualquer tipo de exposição de fala, evitando aprofundamento em demasia ou discursos muito superficiais.

Na etapa final, com a técnica do mapa mental já aprendida, propusémos uma série de simulações e dinâmicas em grupo. Nessa fase, a equipe pôde fazer diversos exercícios de encenação, inclusive com a gestora da área, que as ajudou a todo momento a entender como aplicar a técnica na realidade delas. A equipe conseguiu trazer o máximo de proximidade com a realidade, falando até nome de alguns interlocutores mais complicados e tirando diversas dúvidas sobre como responder perguntas difíceis ou pessoas com dificuldade de comunicação.

Conseguir organizar o pensamento foi uma de nossas prioridades com a equipe da Reserva. A intenção era prepará-las para qualquer tipo de situação que exige exposição de fala.

Quais foram os resultados do workshop?

Ao final do workshop, as integrantes da equipe de vendas da Reserva estavam aptas para se comunicarem de forma assertiva e menos reticente. Agora, sabem aplicar os conceitos da comunicação não-verbal, conseguindo utilizar a voz como uma ferramenta comunicativa e estando atentas para a expressão corporal.

Uma das etapas mais importantes do treinamento foi, sem dúvidas, a fase das dinâmicas. Afinal, aqui na The Speaker, sabemos que, para trabalhar as habilidades de oratória, não é suficiente se concentrar na teoria. A prática é essencial!

Além de ter sido uma oportunidade de treinar a comunicação com clientes e fornecedores, o workshop ajudou a melhorar a comunicação dentro da equipe, já que as pessoas que participaram do treinamento acabaram trabalhando em grupo, ajudando umas às outras e contribuindo para a evolução de todo o setor.

Confira abaixo os depoimentos das participantes e da Cláudia Moraes, contratante:

https://www.youtube.com/watch?v=sDPFQxPPDuU&list=PL5bnFsygqgBLCAaNyz2-LBUUD-UZ0-k1D&index=2

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The Speaker by Livia Bello - 1M ago

Case de sucesso:

 Workshop de Comunicação e Oratória para equipe de T.I. do Rabobank.

Um dos nossos workshops sobre comunicação e oratória aconteceu com o pessoal da equipe de T.I da Rabobank Brasil, um banco holandês especializado em soluções financeiras e estratégicas para o agronegócio.

Um gestor da área de T.I percebeu que a sua equipe tinha problemas para se comunicar. Acostumados a estar na frente dos computadores muitas horas por dia, esses colaboradores sentiam enorme dificuldade para desenvolver a comunicação oral em situações rotineiras, como participar de reuniões, e conversar com pessoas de outras áreas da empresa.

A primeira iniciativa do gestor foi, então, promover reuniões de equipe mensais para que a equipe de T.I pudesse se acostumar com situações que demandam exposições orais. Nesses encontros, era possível identificar com mais clareza os problemas de comunicação dos funcionários.

No entanto, não houve, nesse momento, um acompanhamento de um profissional da comunicação que pudesse orientar a equipe sobre os problemas de oratória que enfrentavam e quais as ferramentas para superá-los. Dessa forma, ainda que as reuniões mensais significassem um momento para treinar a oratória, a equipe continuava repetindo os mesmos erros. Foi a partir disso que o Fábio Egami, gestor da área de T.I, entrou em contato com a The Speaker.

Em uma primeira reunião de briefing identificamos problemas muito básicos de comunicação, como, por exemplo, o hábito de conversar somente através de computadores ou, na comunicação “face a face”, falar sem manter contato visual, excesso de inibição, perfil de pessoas pouco comunicativas etc.

Todos esses problemas prejudicavam a equipe na hora das reuniões e até mesmo para conversar entre si.  Além disso, expor suas ideias era muito difícil, já que existia também uma dificuldade de desenvolver um raciocínio na hora de se comunicar. Para pessoas da área de T.I., branco é branco, preto é preto, é zero ou um. É comum vermos dificuldade em ser flexível, em expor diferentes pontos de vista ou mesmo de enxergar o outro com empatia.

Como foi o workshop?

Para começar o treinamento, dividimos a equipe em duas turmas de 14 pessoas e cada grupo recebeu um treinamento de oito horas (dois dias de quatro horas cada). Com o número reduzido de pessoas, conseguimos trabalhar de forma mais individualizada, praticando erros pontuais em cada grupo.

Trabalhamos técnicas básicas de apresentação, praticamos exposições orais e cada um criou seu próprio roteiro de apresentação seguindo nossa técnica exclusiva para estruturação de raciocínio. As duas turmas foram muito receptivas e estavam empenhadas em conseguir uma comunicação assertiva.

Em seguida, também trabalhamos outros aspectos da comunicação, como o uso correto da voz e da linguagem não-verbal, especialmente gestos e expressão corporal.

Como fazemos em todos os nossos workshops, propusemos atividades práticas junto à teoria. Afinal, as habilidades de oratória são adquiridas através de informação e, sobretudo, treinamento.

Quais foram os resultados do workshop?

No workshop da The Speaker, com as orientações prévias necessárias e o feedback após as atividades práticas, os resultados foram muito positivos. A equipe de T.I da Rabobank criou mais consciência sobre linguagem não-verbal e sentiu uma melhora imediata na hora de expor suas ideias e se comunicar com as pessoas. Ao final, todos ficaram muito surpresos com uma participante em especial, que no primeiro teve um “ataque de ansiedade” durante sua exposição, e ao fim do treinamento conseguiu fazer uma apresentação de sucesso e foi muito aplaudida!

O Fábio, que nos procurou com a proposta do workshop para a sua equipe, ficou bem satisfeito com os resultados, certo de que os profissionais da área de T.I também precisam dedicar um tempo para investir nas suas habilidades de oratória e, assim, ter uma comunicação mais assertiva.

Confira abaixo os depoimentos dos participantes e do Fábio Egami, gestor da equipe.

https://www.youtube.com/watch?v=ybKqIoDuSDE&index=4&list=PL5bnFsygqgBLCAaNyz2-LBUUD-UZ0-k1D

https://www.youtube.com/watch?v=nbynT41rAU4&list=PL5bnFsygqgBLCAaNyz2-LBUUD-UZ0-k1D&index=18

https://www.youtube.com/watch?v=nbynT41rAU4&list=PL5bnFsygqgBLCAaNyz2-LBUUD-UZ0-k1D&index=18

https://www.youtube.com/watch?v=nbynT41rAU4&list=PL5bnFsygqgBLCAaNyz2-LBUUD-UZ0-k1D&index=18

https://www.youtube.com/watch?v=4qR7jiVf8NQ&index=21&list=PL5bnFsygqgBLCAaNyz2-LBUUD-UZ0-k1D

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Hello, Speakers! How are you today?

A nossa conversa de hoje é sobre um tema que ainda deixa muitos comunicadores assustados: apresentações em inglês!

Se, muitas vezes, é difícil falar em público na nossa língua, imagine em inglês, não é mesmo?

Será que é possível fazer uma boa apresentação em inglês mesmo sem ser fluente no idioma? Existem técnicas específicas para situações desse tipo? O que fazer e o que não fazer durante uma apresentação em inglês?

São muitas as dúvidas quando falamos sobre esse assunto, não é, Speaker? Mas não se preocupe: vamos respondê-las juntos e perder o medo de falar em outro idioma!

Você sabia que a The Speaker é a única empresa no Brasil que oferece treinamentos bilingues de oratória? Se você precisa se apresentar em inglês e não quer um tradutor em sala, veio ao lugar certo! Estamos prontos para ajudá-lo!

Por que me preparar para apresentações em inglês?

“Livia, não tenho nenhum interesse em aprender outro idioma. Então por que me preocupar com apresentações em inglês?” Ora, meu caro Speaker, hoje em dia, é muito provável que, mais cedo ou mais tarde, você precise se apresentar nesse idioma.

Os processos seletivos para vagas de emprego, por exemplo, quase sempre exigem conhecimentos mínimos em inglês. E, muitas vezes, para comprovar o que você disse no seu currículo, os recrutadores fazem a entrevista nessa língua.

Não se engane, Speaker: estamos falando de empresas NACIONAIS, mas que usam o conhecimento em outro idioma na hora de selecionar seus candidatos.

Se você já tem um emprego, também não pode se descuidar do inglês. O mundo hoje é mega globalizado, então, sua empresa pode pedir que você apresente a marca para estrangeiros (em inglês) ou mesmo que faça vídeos institucionais nesse idioma.

Posso fazer uma boa apresentação se não domino tão bem o inglês?

A resposta é: sim. Obviamente, ter um domínio maior da língua ajuda a ter confiança na hora de se apresentar em público. Se esse não é o seu caso e se não é possível voltar a estudar inglês a tempo da apresentação, existem alguns cuidados que você deve ter para se sair bem na hora de se apresentar.

Se você já tem prática de falar em público em português, isso é uma grande ajuda. Antes de mais nada, é preciso saber como ser um bom comunicador no nosso próprio idioma. Depois disso, será mais fácil falarmos para um público que só nos entende em inglês.

Quando nos apresentamos em outra língua, temos que lidar com inseguranças normais que surgem em qualquer apresentação em público e ainda com inseguranças extras, específicas sobre as dificuldades desse outro idioma.

A boa notícia é que existem dicas para facilitar esse processo. Separamos algumas. Confira!

1- Pratique a sua apresentação em inglês

Já sabemos que praticar a nossa apresentação com antecedêcia ajuda bastante na hora de falar em público, certo? Bom, com as apresentações em inglês, isso não é diferente.

A dica é: na hora de praticar, fale em inglês. Assim você terá tempo para perceber o que precisa melhorar e quais são os seus erros de pronúncia.

Uma boa ideia é gravar a sua fala e escutar depois. Fazendo isso, você notará quais palavras precisa substituir, quais expressões estão confusas, se o ritmo da sua fala está compreensível e muito mais.

Outro cuidado importante é que, quando vamos falar em outro idioma, precisamos praticar ainda mais. Lembre-se que, nesse caso, você tem duas metas: fazer uma boa apresentação e falar o melhor possível em inglês. Se a meta é dupla, os treinos devem ser mais frequentes também, ok?

2- Estude as palavras-chave

Essa dica é essencial para aqueles comunicadores que apenas “arranham” o inglês, mas precisam falar em público nesse idioma. Faça uma lista com as palavras-chave sobre o tema que você vai abordar em público e procure a tradução mais adequada para elas.

Treine a pronúncia dessas palavras-chave, garantindo que seu público compreenda a sua apresentação. A nossa intenção aqui, Speakers, é ter a certeza de que as pessoas entenderão essas palavras específicas sobre o tema da sua apresentação, ainda que se percam um pouco nas palavras que você não domina tão bem.

3- Faça exercícios de dicção

Exercícios de dicção são uma alternativa excelente para melhorar a nossa pronúncia em outro idioma. Você pode fazer esses exercícios focando apenas nas palavras-chave ou, se puder, em grande parte do seu discurso.

Você pode recorrer a um profissional para te ajudar nesses exercícios ou mesmo procurar auxílio na internet. O importante é praticar a sua dicção e evitar que o seu público se perca durante a sua fala, certo?

4- Esteja atento à ortografia dos slides

Se você decidiu usar slides em sua apresentação, tome bastante cuidado com a ortografia, certo? O público até perdoa equívocos na pronúncia, mas erros escritos em slides são bastante prejudiciais à imagem do comunicador.

Erros assim podem dar a entender que você não se dedicou o suficiente ou que não estava interessado em escrever as palavras certas em inglês. Peça ajuda a algum profissional ou recorra a dicionários, mas não apresente slides com palavras escritas incorretamente, ok?

5- Cuidado com expressões brasileiras

O português brasileiro tem uma enorme quantidade de palavras e expressões que só existem aqui. A mais clássica delas é a palavra “saudade”, que não tem tradução em nenhum outro idioma.

Por isso, na hora de se apresentar em inglês, tente falar o mais simples possível e não se arrisque a usar expressões tipicamente nacionais. Essas expressões podem confundir o seu público. Ou, pior: podem significar algo completamente diferente no inglês e atrapalhar o que você quer dizer.

Com essas dicas, Speakers, você evita erros grotescos na hora de se apresentar em inglês, mas o ideal é estudar e se preparar com antecedência. A boa notícia é que você não está sozinho nessa: a The Speaker é a única empresa brasileira que tem foco exclusivo em treinamentos bilingues de oratória!

Temos experiência no assunto e ficaremos felizes em auxiliá-lo nesse processo! Entre em contato conosco e vamos começar a preparar a sua apresentação em inglês. Temos cursos online e presenciais. Veja qual é o melhor pra você! Te esperamos!

Curso de Oratória Online

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