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De acordo com o artista abstrato Wassily Kandinsky, “A cor é um poder que influencia diretamente a alma.” É difícil contestar essa afirmação ao ver os melancólicos azuis e verdes do Período Azul do início da carreira de Picasso ou os amarelos vibrantes de um simples vaso da tela Girassóis, de Van Gogh.



A cor também inspirou a mais recente “Pocket Gallery” do Google Arts & Culture, que utiliza a Realidade Aumentada para criar um espaço virtual que você pode explorar com um smartphone. Depois da edição do ano passado, que reuniu pinturas de Vermeer, a nova coleção da Pocket Gallery apresenta trabalhos de diversos artistas, capturados em alta resolução e selecionados de acordo com a paleta de cores de cada obra. 



Na exposição “The Art of Color,” você pode explorar quatro salas com pinturas: cada uma delas representa uma paleta de cores diferente. Há também uma sala escura que faz a justaposição da obra A Ronda Noturna, de Rembrandt, com a maestria em Op art de Bridget Riley. Selecionamos os itens em exposição com nossa ferramenta Art Palette, que reúne uma gama de obras de acordo com suas cores.

A galeria tem também uma série de formas geométricas lúdicas e cores vibrantes que complementam as pinturas expostas no seu interior. A nova Pocket Gallery apresenta obras de 33 instituições parceiras de quatro continentes e permite que você aprenda sobre trabalhos de diferentes épocas e estilos.



Um dos objetivos da equipe do Google Arts & Culture é encontrar maneiras novas ou inesperadas de aproximar as pessoas da arte. Com obras famosas e joias menos conhecidas, “The Art of Color” reúne obras como Cana Vermelha, de Georgia O’Keeffe, Mãe Índia, de Amrita Sher-Gil, e Fuji Vermelho, de Hokusai.

Para conferir, faça o download do app Google Arts & Culture no seu smartphone Android ou iOS habilitado para RA. A nova galeria estará na aba “Camera”, que você pode acessar para explorar cada uma das obras em exposição.

Publicado por Andy Joslin, líder de projeto, Google Arts & Culture
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Todos os dias, pessoas de todo o mundo vão ao YouTube para aprender algo novo, seja matemática, culinária, um novo passo de dança ou empreendedorismo. Segundo a pesquisa VideoViewers de 2018, 9 em cada 10 brasileiros usam o YouTube para estudar.

Durante a VidCon deste ano, anunciamos as Playlists Educativas, uma experiência dedicada a quem vai ao YouTube para aprender. Os novos recursos organizam e estruturam o conteúdo voltado à educação, ao dividir os vídeos por capítulos com base em conceitos -- do básico ao avançado. Além disso, as recomendações são escondidas da página de exibição de vídeos para que o usuário possa focar no que se dispôs a aprender.

Sabemos da importância de iniciar este novo formato da maneira correta e, por isso, começamos com apenas alguns de nossos parceiros de mais confiança. As playlists brasileiras podem ser encontradas nos canais do Manual do Mundo, Me Poupe!, Se Liga Nessa História, Débora Aladim, JeanGrafia GabaritaGEO, Matemática Rio com Prof. Rafael Procopio, Professor Noslen, MyNews, Poligonautas, Biologia Total com Prof. Jubilut e Ciência Em Ação - Prof. Paulo Valim.


O anúncio reforça o compromisso do YouTube em ajudar a comunidade de criadores a prosperar, proporcionando um espaço para construir as suas comunidades, expressar a sua criatividade, compartilhar suas paixões e construir os seus negócios.

Dentre os lançamentos da VidCon, anunciamos também novas formas para os criadores engajarem com suas comunidades enquanto geram receita, você pode conferir os detalhes no blog do YouTube.

Postado por: Clarissa Orberg, YouTube
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Quando os astronautas pisaram na Lua, há 50 anos, isso representou um feito tecnológico que despertou a curiosidade em todo o mundo. Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins nos inspiraram a aprender mais sobre o espaço e a vida aqui na Terra. Um espírito semelhante de curiosidade e exploração sempre foi fundamental para o Google, com a nossa missão de tornar o universo do conhecimento acessível a pessoas em todo o mundo. Então, no aniversário do pouso na Lua, estamos trazendo novas formas de aprender sobre esse marco da conquista humana, incluindo novas perspectivas e histórias que celebram as figuras menos conhecidas, que foram igualmente determinantes para essa conquista.

A partir de hoje, em parceria com o Museu Nacional Smithsonian do Ar e do Espaço, sediado em Washington (EUA), será possível ver de perto o módulo de comando que levou Armstrong, Aldrin e Collins à Lua. Para começar o passeio, basta digitar “Apollo 11” na Busca, usando um aparelho compatível com realidade aumentada (RA). Você poderá enxergar o módulo em 3D, aproximar a imagem e conferir detalhes por todos os ângulos. É possível também “transferir” o módulo para o ambiente onde você estiver, graças à RA. Esse recurso permite ter uma ideia mais precisa da dimensão do módulo em comparação com objetos reais ao seu redor. Até o final deste mês, vamos acrescentar a possibilidade de fazer essa visita usando o traje espacial de Neil Armstrong, para que os usuários conheçam de perto a roupa dos astronautas que caminharam na superfície lunar.


O usuário também poderá explorar 20 novas histórias visuais relacionadas à Apollo 11, diretamente na Busca do Google. Ao realizar uma busca relacionada ao espaço, como "Apollo 11" do seu dispositivo móvel, você verá histórias visuais do Smithsonian sobre a missão, a espaçonave e as pessoas que tornaram isso possível. Cada história apresenta em tela cheia: fotos, vídeos e informações sobre esta viagem ao espaço.



Pessoalmente, eu me senti muito inspirado pela história de Margaret Hamilton. Ela foi uma das responsáveis pela criação do termo “engenharia de software” e pelo desenvolvimento do software de bordo da Apollo 11. Entre outras tarefas, o software garantiu que o sistema do módulo lunar da nave fosse capaz de administrar as informações recebidas e pousar em segurança na superfície da Lua.

Detalhe da luva EVA Apollo 11 de Neil Armstrong utilizando técnicas de imagens UV fotográficas em laboratório. Descubra o mistério das manchas cinzentas na luva Apollo aqui

No Google Arts & Culture, você encontra 40 itens sobre a Apollo11 – como as reflexões do lendário jornalista americano Walter Cronkite sobre os primeiros passos da humanidade. É possível ainda se colocar no lugar de um astronauta: o usuário aprende a vestir um traje espacial ou a embalar lanches especiais para a viagem. São tantas coisas interessantes para se aprender, tais como usar a parte interna do módulo de comando para fazer anotações. E tem mais: a partir de 15 de julho de 2019, o Google Earth vai oferecer uma porção de novas experiências educativas, incluindo tours e testes. O objetivo é proporcionar uma exploração visual mais aprofundada da missão lunar, da NASA e do universo da exploração espacial.

O Google sempre teve grande interesse e carinho pelo tema do espaço – seja permitindo que você explore a Estação Espacial Internacional por meio do Street View, celebrando a primeira fotografia jamais registrada de um buraco negro ou simplesmente satisfazendo a curiosidades dos usuários na nossa Busca. Experimente pesquisar o termo “lua” (ou o ícone “🌙”) no Google Fotos para ver fotos que você já tirou com esse nosso satélite. Ou peça que o Assistente conte fatos interessantes sobre a Lua – como, por exemplo, quais esportes já foram praticados na superfície lunar. E não se esqueça de acessar o Google.com no dia 20 de julho para conferir mais uma surpresa relacionada à Lua.

O impacto da Apollo 11 na história do nosso planeta perdura até hoje. Esperamos que este seja apenas o primeiro passo da exploração espacial dos nossos usuários. 🚀

Publicado por Ben Gomes, vice-presidente da Busca
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Lea Campos como árbitra na década de 1970 (Crédito: Coleção Lea Campos)

O futebol feminino ganhou, certamente, mais visibilidade com a Copa do Mundo de Futebol Feminino da FIFA 2019, que terminou neste domingo com as norte-americanas sendo consagradas tetracampeãs mundiais. Só no Brasil, as buscas por “futebol feminino” saltaram 1,912% durante o período do torneio comparadas ao ano passado. Essa popularidade é um passo a mais para o reconhecimento à modalidade, mas também um convite à reflexão sobre o longo caminho de adversidades que ela ainda enfrenta no seu dia a dia.

Poucos meses antes do campeonato, pensamos de que forma poderíamos ajudar a lançar luz à história do futebol feminino e inspirar novas gerações de meninas a praticarem o esporte. Foi quando, durante as nossas pesquisas sobre o tema, nos deparamos com um capítulo pouco conhecido, uma página em branco que merecia ser preenchida: por quase quatro décadas, entre 1941 e 1979, as mulheres foram proibidas de jogar bola e participar de campeonatos oficiais no Brasil. Regra que também se estabeleceu em gramados de outros países, como Inglaterra, França e Alemanha. 

"Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza”, dizia parte do art 54, do decreto n. 3.199, assinado no Brasil em 1941. 

No entanto, mesmo impedidas por lei, muitas mulheres seguiram jogando futebol e lutaram para ter o direito de entrar em campo. Para resgatar histórias dessas pioneiras do esporte e retratar os anos de proibição do futebol, o Google Arts & Culture se uniu ao Museu do Futebol para lançar em maio deste ano o Museu do Impedimento. Uma experiência digital colaborativa na qual convidamos as pessoas a compartilharem suas histórias, fotos, artigos de jornais e depoimentos sobre o período.

Hoje, temos orgulho de apresentar as dezenas de histórias que o projeto Museu do Impedimento recebeu. Após uma curadoria feita pelo nossos parceiros especialistas do Museu do Futebol, o conteúdo é exibido no Google Arts & Culture em seis exposições virtuais com 205 fotos, documentos, relatos e artigos de jornais sobre jogadoras e times que desafiaram a lei e continuaram sua caminhada no esporte. Conheça a coleção completa em g.co/museudoimpedimento.

Museu do Impedimento - YouTube


É o exemplo das jogadoras da Ponte Preta de Jacareí, que se organizaram em 1969 para pressionar pelo fim da proibição. Uma das integrantes do movimento, Luci, camisa 10 da equipe, declarou que o objetivo na época era acabar de vez com a discriminação no esporte. De São João da Boa Vista, no interior de São Paulo, recebemos relatos de meninas que vestiram as camisas dos times da cidade, o Palmeiras Futebol Clube e o Sociedade Esportiva Sanjoanense, para arrecadar fundos para a formatura no colégio.

A coleção também dedica uma exposição à trajetória de Lea Campos, a primeira árbitra oficial na história do Brasil e presa 15 vezes durante os anos de proibição. Outras três coleções destacam a vida e a carreira de Marileia "Michael Jackson" dos Santos, artilheira do futebol brasileiro.

Marileia dos Santos (“Michael Jackson”) com a bandeira do Santa Inácia Futebol Clube de Valença, Rio de Janeiro, em 1979 (Crédito: Coleção Michael Jackson)


Página de uma das coleções Google Arts and Culture

Estamos muito felizes com o lançamento do Museu do Impedimento, um projeto que reforça o compromisso do Google Arts & Culture de tornar a cultura mais acessível a qualquer pessoa, em qualquer lugar - e preservá-la digitalmente para ajudar a inspirar as gerações futuras. Acesse a página do Museu do Futebol no Google Arts & Culture, disponível para Android e iOS, e se inspire com a riqueza dos relatos dessas mulheres que mantiveram as portas abertas da história do esporte.

Publicado por Maria Clara Fleury, gerente de marketing do Google Brasil
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Há exatos três anos, abrimos as portas do Google for Startups Campus em São Paulo para a comunidade de startups no Brasil. Nesse período, o nosso ecossistema evoluiu muito e hoje não há mais dúvidas sobre o papel fundamental das startups na criação de negócios de alto potencial de crescimento, na aceleração da economia e geração de novos empregos no país e, claro, na formação de novos hábitos em nossa sociedade.

A missão do Google for Startups é alavancar ecossistemas empreendedores e apoiar startups ao redor do mundo no seu crescimento, conectando cada uma delas ao melhor do Google. Olhando para trás, alcançamos resultados importantes para o ecossistema de startups do Brasil e isto é motivo de muito orgulho. Somos o maior Campus do mundo em número de membros e temos bons motivos para celebrar:
  • 90 startups apoiadas em programas de longa duração
  • 5.300 empregos gerados por startups da nossa comunidade
  • U$ 247 milhões em investimento captado por startups da nossa comunidade
  • 24.000 pessoas participaram de eventos organizados pelo Google e por membros da comunidade no Campus

Além disso, sabemos que diversidade e inclusão ainda são desafios importantes do ecossistema de startups no Brasil. Certamente não há solução simples para esses temas mas sentimos que nossos esforços apontam na direção certa ao saber que 40% dos nossos membros são mulheres e que 85% dos nossos usuários consideram o Google for Startups Campus um espaço diverso e inclusivo.


Muito além dos números, o que nos motiva são, principalmente, as histórias inspiradoras dos fundadores e dos times que passaram pelos nossos programas. Ao longo desses três anos, apoiamos startups em todos os estágios da sua jornada, desde aquelas que tinham apenas um mínimo produto viável, passando por times em fase de crescimento até empreendedores vivendo os novos desafios de escalar seus negócios.

Uma dessas histórias é a da Hyppe, uma solução de gestão financeira para personal trainers através de um app simples e intuitivo. Fundada em 2018 em Belém (Pará), a startup foi a primeira da região Norte a ser selecionada para participar de um programa de longa duração do Campus. Como parte da primeira turma de 2019 da Startup Zone, programa presencial destinado a startups em estágio inicial, os três fundadores - Júlio Almeida, Fabio Zamora e Allan Contente - deixaram sua cidade natal para passar os 3 meses de duração do programa se dedicando integralmente à empresa que estava nascendo. Neste curto período de tempo, focaram em evoluir o modelo de negócios, lançaram o aplicativo nas versões Android e iOS e iniciaram o processo de vendas para o seu público-alvo. A experiência no Campus se mostrou tão promissora que o time decidiu se mudar permanentemente para São Paulo após o término do programa para focar no próximo estágio de desenvolvimento da startup.

A passagem da Gupy no Campus também foi bem marcante. Fundada por Mariana Dias, Bruna Guimarães, Guilherme Dias e Robson Rodrigues, a startup utiliza machine learning e inteligência artificial no processo de recrutamento e seleção de talentos, tornando-o mais eficiente para as empresas e melhor para os candidatos. A Gupy passou pelo nosso Programa de Residência nas turmas #2 e #3, além de ter participado de um programa voltado especificamente ao tema de inteligência artificial na Communitech, parceiro do Google for Startups em Waterloo (Canadá). Hoje a Gupy é uma das principais referências em tecnologia e inovação na área de gestão de pessoas, com usuários em 10 países e R$ 14 milhões captados em investimentos para acelerar o seu próximo ciclo de crescimento.

















Por fim, a trajetória da IDwall também é daquelas que a gente não pode deixar de mencionar como parte da história do Campus no Brasil. Fundada por Lincoln Ando e Raphael Melo, a startup conecta pessoas e negócios usando a tecnologia para construir confiança e solucionar o problema das fraudes de identidades em diversos setores. Em 2016, recém-fundada e com um time de 4 pessoas, a IDwall foi selecionada para a turma #1 do Programa de Residência e permaneceu no Campus por um ano. Nesse período aprimorou sua tecnologia, cresceu o time e participou de um programa no Google for Startups Campus em Tel Aviv (Israel) focado especialmente no tema de cybersecurity. Em 2018, foi uma das startups selecionadas para o Launchpad Accelerator Brazil e hoje, já em um momento de escalar suas operações, deve encerrar o ano de 2019 com um time de 150 pessoas.

Estas são três histórias de três startups que admiramos e que representam um pouco do que temos visto acontecer por aqui nos últimos três anos. Neste aniversário do Google for Startups Campus em São Paulo, queremos reforçar nosso compromisso de continuar apoiando as startups nos principais desafios da sua jornada de crescimento e, por isso, preparamos uma série especial de eventos e workshops que acontecerão ao longo do mês de julho, com conteúdos do Google para startups em diferentes estágios. 

André Barrence anunciando a nova grade de programas do Google for Startups em evento inaugural da programação de 3 anos do Campus.


Além disso, anunciamos a nova grade de programas do Google for Startups, que inclui as próximas turmas do Programa de Residência e da Startup Zone, a reformatação do Startup School e do Exchange e o lançamento do Growth Lab, um programa com duração de 4 meses para negócios em estágio de escala e do Digital Native News Incubator, destinado a startups do meio jornalístico.


Muito ainda está por vir. Obrigado a cada uma das startups que já passaram pelo Campus e que venha o próximo ciclo!


Postado por André Barrence, Diretor do Google for Startups no Brasil
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Em todo o mundo, autoridades e legisladores procuram maneiras de garantir a supervisão eficiente de plataformas de compartilhamento como redes sociais e sites de vídeo. Nas últimas semanas, países como Austrália, Singapura e Reino Unido propuseram ou apoiaram legislações nesse sentido. O Google tem o compromisso de contribuir com a discussão, por meio de ações e palavras. Na semana passada, assinamos, ao lado de outras empresas, o manifesto Christchurch Call to Action To Eliminate Terrorist and Violent Extremist Content Online (Convocação Christchurch para Eliminar Conteúdo de Terrorismo e Violência Extremista da Internet). Também aderimos a outros códigos voluntários do setor, a exemplo do Hate Speech Code of Conduct (Código de Conduta sobre Discurso de Ódio) e do Code of Practice On Disinformation (Código de Práticas para o Combate à Desinformação), da União Europeia.

Entretanto, é preciso encontrar um ponto de equilíbrio neste momento em que uma série de propostas diferentes vêm sendo discutidas em todo o planeta. Reconhecemos a importância de orientações claras, mas até mesmo as diretrizes mais bem intencionadas podem causar consequências involuntárias e prejudicar as possibilidades de criação, comunicação, pesquisa e compartilhamento de informações e opiniões. O Google já divulgou sua opinião sobre regulações relativas a outras áreas que vêm sendo avaliadas pelas autoridades: privacidade, inteligência artificial e vigilância pelo governo, por exemplo. Mantendo esse espírito de transparência, gostaríamos de falar sobre nossas ideias para a supervisão de plataformas de compartilhamento de conteúdo.

Nosso compromisso

Temos o compromisso de atingir o equilíbrio certo, todos os dias, nos produtos e plataformas do Google. Esses serviços permitem navegar por quantidades gigantescas de material e informações, e conectam pessoas a conteúdos úteis e interessantes. Nossa missão sempre foi encontrar e apresentar essas informações para os usuários. Por isso, temos vasta experiência com material irrelevante ou agressivo – não importa se a pessoa procura instruções sobre como consertar uma torneira ou notícias confiáveis e atualizadas sobre os últimos acontecimentos internacionais.

Há anos trabalhamos para eliminar a ampla gama de conteúdo inadequado que atinge a internet: pequenos golpes, vídeos que prometem dinheiro fácil, informações enganosas e até material absolutamente abominável, como abuso sexual infantil. Reagimos rapidamente aos avisos válidos sobre conteúdo ilegal específico, e nossa política contém instruções claras sobre o que é ou não é permitido em nossas plataformas. Atualmente, usamos tecnologia e também seres humanos para avisar quando há conteúdo inadequado e garantir o respeito às nossas regras. Entretanto, é preciso ter em mente que cada produto tem uma finalidade diferente, e por isso as regras não são (e nem devem ser) idênticas para diferentes plataformas. Mesmo assim, seguimos aprimorando constantemente essas práticas, de maneira ampla e generalizada. Um exemplo: recentemente, o YouTube publicou uma versão atualizada do Relatório de Cumpimento das Orientações para a Comunidade, lançou uma revisão aprofundada da nossa estratégia de combate a informações enganosas e atualizou a plataforma para reduzir a recomendação de conteúdo limítrofe ou de conteúdo que possa induzir usuários ao erro e prejudicar pessoas.

Estruturas jurídicas e novas estratégias

Em outro post recente, escrevi sobre estruturas jurídicas específicas para combate a conteúdo ilegal na internet. Existem diversas leis relativas ao conteúdo de diferentes serviços – de proteção ao consumidor a difamação, passando por regras de privacidade. Essas salvaguardas são fundamentais, e apoiam o fluxo livre de informações, inovações e crescimento econômico. As leis determinam de que forma as empresas devem cumprir sua responsabilidade jurídica e vigiar as plataformas – permitindo, ao mesmo tempo, que as pessoas se comuniquem dentro dos limites legais. Leis do tipo Bom Samaritano também são essenciais: graças a elas, as plataformas podem procurar e tirar do ar, por iniciativa própria, conteúdos duvidosos.

Orientações adicionais para plataformas de compartilhamento de conteúdo, como é o caso do YouTube, devem ter a função de complementar as leis existentes, e não de substituí-las. As pessoas gostam do YouTube justamente porque qualquer usuário, em qualquer lugar, pode dizer o que pensa. Essa é a grande diferença entre essa plataforma e a imprensa tradicional – e é justamente por isso que precisamos de novas estratégias.

Mas as novas estratégias devem reconhecer as diferenças consideráveis que existem entre serviços com tamanhos e finalidades diversas. É preciso diferenciar redes sociais, plataformas de compartilhamento de vídeo e outros serviços que têm a finalidade de proporcionar a comunicação com um público amplo dos outras atividades online – atendimento a empresas, armazenamento de arquivos e e-mail. Cada uma dessas vertentes exige regras específicas.

Quatro princípios

O Google acredita que a supervisão das plataformas de compartilhamento de conteúdo deve obedecer a quatro princípios fundamentais. Esperamos que os responsáveis por esse debate e pelas tomada de decisões de grande importância avaliem em compreendam nossa posição.

1. Estabelecer regras claras sobre o que é conteúdo intolerável

Os governos têm a obrigação de deixar clara, para empresas e cidadãos, a linha que separa discurso legal do ilegal, usando processos democráticos que estabeleçam definições inequívocas sobre o que constitui um conteúdo ilegal. Restrições são necessárias e devem ser aplicadas de forma proporcional, com base em definições claras e riscos baseados em evidências; essas restrições devem ser definidas após uma consulta às partes interessadas no debate. Elas precisam ser claras e vir associadas a avisos de fácil compreensão sobre conteúdos específicos – e são essenciais para ajudar as plataformas a agir sempre que necessário.

Além disso, as próprias plataformas de compartilhamento devem desenvolver e fiscalizar o cumprimento de políticas sobre conteúdo que pode ou não ser publicado. Tais políticas devem estabelecer um limite mínimo do que se espera dos usuários, e dizer claramente que tipo de conteúdo será retirado do ar ou levará a suspensão e encerramento de contas.

Algumas pessoas já sugeriram que os governos devem seguir uma estratégia mais ampla – por exemplo, punir um serviço quando ele não conseguir prever situações em que discursos legais e legítimos possam se tornar problemáticos. Acreditamos que essa postura permitiria a governos e autoridades restringir o acesso a informações legítimas, sem transparência e até de forma arbitrária. Embora as plataformas tenham a obrigação de ser transparentes e garantir o cumprimento das políticas de conteúdo, os governos também precisam ser transparentes e dizer, com clareza e sem dubiedade, que tipo de conteúdo é considerado intolerável.

2. Determinar padrões de transparência e melhores práticas

A transparência é o ponto de partida para medidas eficazes e para um debate bem-informado. Pensando nisso, há oito anos lançamos o Relatório de Transparência. Desde então, ampliamos cada vez mais nosso trabalho nesse sentido. As plataformas de compartilhamento devem trabalhar com governos e outras partes interessadas para, juntas, oferecerem informações claras e compreensíveis sobre processos de retirada de conteúdo, canais para reclamar e recorrer das decisões, medidas adequadas aos pedidos de revisão e registro de resultados.

Os governos precisam ser flexíveis. A tecnologia não é estática, e comunicação entre as pessoas muda constantemente. A supervisão das plataformas de compartilhamento deve apoiar as melhores práticas, promover a pesquisa e incentivar a inovação. Um exemplo: se há algum tempo dependíamos do recebimento de avisos sobre conteúdo relacionado a terrorismo, hoje a identificação e retirada de grande parte desse material do YouTube é identificada por nossos computadores. A parceria entre o Google, outras empresas, governos e sociedade civil no Global Internet Forum to Counter Terrorism (Fórum Global de Combate ao Terrorismo na Internet) ajudou muito nesse sentido.

Em última análise, leis que restrinjam excessivamente a possibilidade de agir (prazos iguais para diferentes plataformas retirarem conteúdo do ar, obrigação de usar tecnologias específicas, multas desproporcionais) acabarão por limitar o acesso a informações reais e legítimas, prejudicando a inovação. Mais do que isso: medidas como essas poderiam até sufocar start-ups e pequenas empresas.

Além de considerar as diferenças entre os vários serviços, é preciso levar em conta as distinções entre os tipos de conteúdo. Material que contenha abuso sexual infantil, por exemplo, deve ser ilegal – sempre. Mas é preciso entender e colocar em contexto a diferença entre um discurso de ódio e uma notícia que fale sobre um discurso de conotação política.

3. Enfrentar erros e problemas sistemáticos e recorrentes, e não falhas isoladas

É importante centrar esforços na punição de falhas sistemáticas e recorrentes, e não em problemas isolados e individuais. Também é fundamental usar estratégias baseadas em dados para entender se esses erros isolados representam exceções ou indicam problemas de maior porte. O enfrentamento a conteúdo problemático é semelhante à segurança da informação: até os melhores esforços serão imperfeitos, e sempre haverá pessoas mal-intencionadas, “bugs” e erros novos a serem combatidos. Por isso esse trabalho exige colaboração.

Quando houver indícios de que uma plataforma está falhando repetidamente no combate a avisos válidos sobre conteúdo ilegal ou no cumprimento aos padrões que ela mesma declara respeitar, pode ser necessário organizar um grupo multidisciplinar para conduzir uma revisão independente. Esse grupo recolheria e apresentaria provas das falhas e forneceria instruções claras sobre como solucionar o problema. Caso o fornecedor do serviço não adote as soluções sugeridas, deverá sofrer punições adequadas. Se houver provas de falhas sistemáticas, as empresas devem ter a possibilidade de apresentar argumentos e evidências diante de um fórum neutro de arbitragem, demonstrando, por exemplo, que respeitam os direitos humanos internacionais.

4. Incentivar a cooperação internacional

As nações devem considerar a natureza multinacional das plataformas modernas, reconhecer a capacidade das pessoas se comunicar e acessar informações produzidas e disponibilizadas por usuários de outras partes do mundo e compartilhar melhores práticas entre si – evitando estratégias conflitantes que possam resultar em obrigações e punições desproporcionais.

Dito isso, vale ressaltar que cada país deverá tomar decisões próprias em relação ao que é ou não aceitável, com base em suas tradições jurídicas, na história e nos valores locais, respeitando as obrigações estabelecidas pelos direitos humanos internacionais. É possível que conteúdo ilegal em um país seja legal em outro. Nenhuma nação deve impor as próprias restrições aos cidadãos de outra.

O surgimento de novas plataformas de internet mudou nossa maneira de obter e compartilhar informações – quase sempre para melhor, mas às vezes para pior. As instituições tradicionais ajudaram a organizar, selecionar e compartilhar informações valiosas para a sociedade, mas o advento da internet fez com que os modelos existentes tivessem de se transformar. Estamos animados para continuar esse trabalho em parceria com outras organizações interessadas no debate, e para contribuir com a importante tarefa de criar novos sistemas, instituições e leis capazes de promover informações confiáveis e úteis para os usuários.

Postado por Kent Walker, vice-presidente sênior de Assuntos Globais, Google
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O yoga tem alguns milhares de anos de existência, mas eu sou muito novo nisso e pratiquei apenas algumas posturas, como a Ekpadasana (a "postura de uma perna só"). Assim como um professor de Yoga o guiaria pelas etapas dessa postura, uma nova coleção do Google Arts & Culture chamada "Histórias do Yoga" mostra a história, a cultura e a ciência por trás dessa prática. Se você é um iniciante como eu, siga a sequência abaixo para aprender a "postura de uma perna só" e algumas curiosidades que nossos parceiros compartilharam para a exposição "Histórias do Yoga".

Um grupo praticando Ekpadasana no Yoga Institute em Mumbai


1. Fique de pé. Respire fundo.

Você sabe o que a palavra "yoga" significa? Ela teve muitas interpretações sutis. O antigo texto indiano, chamado Rigveda, afirma que yoga significa "alcançar o inatingível", "aproveitar" ou "conexão". Mas há outras interpretações também, como a exposição O que é yoga? explica.

2. Ao encontrar o seu equilíbrio, levante o pé direito e coloque-o no centro da parte interna da coxa esquerda. Seus dedos devem apontar para baixo.

Um dos gurus mais conhecidos, Swami Sivananda, apresentou os cinco princípios do Yoga: o exercício apropriado (āsana), a respiração correta (prāṇāyāma), relaxamento (śavāsana), dieta adequada, pensamento positivo e meditação (vedānta).

Swami Sivananda supervisionando Swami Vishnudevananda fazendo a postura de escorpião dos Centros e Ashrams de Sivananda Yoga Vedanta

3. Junte as palmas das mãos à frente do peito como se estivesse em oração e concentre-se em um ponto à sua frente. Expire.

O yoga é mais antigo do que você imagina. Na verdade, remonta a alguns milênios. Enquanto os chamados Vedas e Upanishads mexeram em algumas referências desde 3000 a.C., alguns dos primeiros professores que gravaram textos foram Yajnavalkya por volta do século VI a.C. e Patanjali do século II a.C.. Explore o Museu de Yoga Clássico e confira uma breve linha do tempo.

4. Mantenha a posição, inspire e expire profundamente algumas vezes.

O yoga fortalece seu corpo, bem como a mente. Aprenda sobre Shri Yogendra, que começou como lutador antes de se enraizar no yoga, fundar o Yoga Institute e seguir a jornada do já conhecido Yohi B.K.Syengar, que usou o yoga para curar seu corpo afetado pela tuberculose.

BKS Iyengar em Natarajasana à beira do Grand Canyon nos EUA, do Instituto de Yoga Memorial Ramamani Iyengar

5. Solte de novo a postura em pé lentamente e repita com a outra perna.

Você sabia que as mulheres foram impedidas de praticar a disciplina de yoga? Conheça a pioneira Shrimati Sita Devi Yogendra, que se tornou a primeira guru mulher a apresentar sequências especialmente adaptadas para a fisiologia feminina. 


Shrimati Sita Devi Yogendra praticando a posição da cobra, do Instituto de Yoga de Mumbai

6. Como opção, você pode levantar os braços enquanto segura a posição de oração. Outra alternativa é fazer toda a sequência enquanto está deitado de costas em vez de ficar de pé.

Existem tantas posturas diferentes e suas variações, e cada escola tem um conjunto próprio. Dê uma olhadinha em alguns dos centros de yoga em visitas virtuais e veja as sessões práticas de perto.

Parabéns! Você acabou de completar as sequências para a postura Ekpadasana!

Mergulhe profundamente na História do Yoga (g.co/yoga) com Sivananda Yoga Vedanta Centres & Ashrams, The Yoga Institute, Ramamani Iyengar Memorial Yoga Institute e Vivekananda House no Google Arts & Culture. Feliz Dia Internacional do Yoga!

Postado por Simon Rein, Gerente de Programa do Google Arts & Culture

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O doutor David Feinberg tem dedicado sua carreira a cuidar da saúde e do bem-estar das pessoas. Depois de muitos anos no sistema de saúde, ele assumiu o cargo de vice-presidente do Google Health – grupo que reúne equipes das áreas de inteligência artificial (IA), produtos e hardware do Google e do Alphabet, que trabalhem com o objetivo de enfrentar os grandes desafios do setor. A seguir você confere nossa conversa com David, na qual ele conta um pouco sobre sua vida antes de entrar para o Google, tudo o que aprendeu na condição de “Noogler” (novo Googler) e fala sobre o que vem por aí no Google Health.

Antes de trabalhar no Google, o senhor teve uma carreira que foi desde a psiquiatria infantil até cargos de direção num grande grupo de saúde. Fale um pouco sobre esse percurso e como sua história conduziu ao Google Health.

Minha grande motivação na vida é ajudar as pessoas a viverem mais e com mais saúde. Comecei minha carreira na UCLA, no setor de psiquiatria infantil, onde atendia pacientes com graves problemas de saúde mental. Passei 25 anos na Universidade da Califórnia, e nesse período transitei entre o cuidado com dezenas de pacientes e a supervisão do sistema de saúde universitário – que atende mais de um milhão de pessoas. Em seguida, fui para a Geisinger, onde tive a oportunidade de apoiar uma comunidade com mais de três milhões de pacientes.

Na época dessa mudança, lembro que minha mãe não entendeu como o afastamento do atendimento clínico rumo a responsabilidades administrativas significava ajudar mais gente. No entanto, o impacto dos cargos de direção está justamente em iniciativas que melhoram a experiência dos pacientes, ampliam o acesso ao sistema de saúde e – espero! – fazem com que mais pessoas ganhem tempo para aproveitar a vida com qualidade.

Logo nas primeiras conversas com o Google eu percebi o potencial de ajudar bilhões de pessoas – em parte porque acredito que o Google já é uma empresa de saúde. Esse assunto esteve no DNA da companhia desde o início.

O senhor afirma que o Google já é uma empresa de saúde. Por quê?

Graças ao trabalho que vem sendo realizado pelas equipes de Cloud e IA, estamos fazendo avanços consideráveis para organizar e aumentar a utilidade dos dados sobre saúde. Se pensarmos em todo o portfólio de produtos da marca, é possível perceber que o Google auxilia em uma série de aspectos da saúde dos usuários. A Busca responde às dúvidas das pessoas; o Maps mostra como chegar ao hospital mais próximo; outras ferramentas e produtos tratam de temas que têm influência direta na saúde humana, como alfabetização, segurança no trânsito e poluição do ar.

A base já foi construída, e estou empolgado com a perspectiva de usar a força, a equipe genial e os incríveis produtos do Google para fazer ainda mais pela saúde e pela vida das pessoas.

Esta não é a primeira vez que o Google investe diretamente em saúde. O que mudou ao longo dos anos na maneira com que a empresa se propõe a resolver problemas da área?

Alguns esforços anteriores do Google não avançaram devido a diversos desafios enfrentados pelo setor de saúde como um todo no passado. Naquela época, eu administrava um hospital e ninguém falava sobre interoperabilidade – termo que qualquer pessoa da área conhece hoje. Estávamos apenas engatinhando na gigantesca tarefa de adotar prontuários médicos eletrônicos e colocar dados de saúde na internet – foi por isso que alguns dos primeiros projetos não decolaram. Hoje, porém, diante da digitalização do sistema de saúde, muitas dessas iniciativas são tão naturais que nem pensamos mais nelas.

O cenário da saúde mudou de forma drástica recentemente, criando uma série de oportunidades e desafios. Google e Alphabet reagiram a essas mudanças investindo num trabalho que complementa os pontos fortes da empresa e coloca as necessidades de usuários, pacientes e profissionais do setor em primeiro lugar. Basta pensar nas promissoras pesquisas com IA e nas aplicações móveis apresentadas pelo Google e pela DeepMind Health, ou no Project Baseline da Verily. Iniciativas como essas estão redesenhando as fronteiras do nosso conhecimento sobre a saúde humana. Ainda podemos – e vamos – fazer muito mais.

Por falar em IA, esse é um recurso importante em vários trabalhos realizados pelo Google no setor de saúde. Quais são os próximos passos nessa linha de pesquisa?

Ninguém duvida que a inteligência artificial vai impulsionar a próxima geração de ferramentas criadas para aprimorar diversas etapas do sistema de saúde: entrega, acesso e muito mais.

Quando penso no futuro da pesquisa, acredito que devemos continuar tendo o cuidado e a intenção deliberada de compartilhar nossas descobertas com as comunidades médica e de pesquisa, incorporando suas sugestões e opiniões e garantindo que nosso trabalho de fato melhore a situação de pacientes, médicos e empresas da área.

É claro que temos de criar soluções para serem usadas em campo, por pessoas como o patologista que analisa lamínulas num caso de câncer de mama ou do enfermeiro que precisa receber, numa ambulância em movimento, os resultados dos exames clínicos de um paciente. Entretanto, todos esses avanços devem ocorrer de forma segura, escutando o que os usuários têm a dizer de modo a garantir que façamos a coisa certa.

O senhor está trabalhando no Google há seis meses. O que mais o surpreendeu na empresa ou nos colegas?

Ainda não consigo acreditar na maravilha que é dispensar o paletó e a gravata depois de tantos anos trabalhando com roupas formais. Quando consegui esse emprego, decidi doar boa parte dos meus ternos. Guardei apenas um ou outro para usar em casamentos, é claro.

Falando sério: a cada dia que passa me surpreendo com as equipes do Google, com a energia e o compromisso que demonstram em relação ao trabalho. Para mim, é um grande prazer fazer parte desse grupo.

Qual é seu lema de vida?

Sei que vai parecer brega, mas todos os dias eu digo três palavras quando chego ao trabalho de manhã: paixão, humildade, integridade. Elas são meu esteio, e permeiam tudo o que fazemos no Google Health.

Paixão significa fazer o que é certo e saber que vale a pena batalhar pela saúde das pessoas, dia após dia. Humildade porque, afinal de contas, o que está em jogo são vidas humanas. Não podemos nos dar ao luxo de ser apressados demais ou fazer bobagens. E integridade porque devemos ir trabalhar diariamente com o objetivo de deixar a empresa – e o mundo – melhor do que era no momento em que chegamos ao escritório.
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Desde que lançamos, em 2013, o LARA - Latin America Research Awards - já beneficiou mais de 70 projetos em toda a América Latina. Uma característica marcante de vários desses projetos é a busca por soluções de tecnologia para grandes problemas do cotidiano, problemas que permeiam áreas diversas como o empreendedorismo digital e a saúde pública. Dando seguimento ao programa, é com orgulho que anunciamos hoje a abertura das inscrições para a sua sétima edição, que vai oferecer a estudantes de mestrado ou doutorado e também a seus orientadores acadêmicos bolsas de pesquisa para desenvolver projetos inovadores com potencial de grande impacto na vida das pessoas.

Em um contexto como o de hoje, em que a tecnologia avança a passos largos e nos oferece cada vez mais ferramentas, projetos de pesquisa acadêmica voltados a resolver problemas do nosso dia-a-dia são cada vez mais relevantes. Sabendo que a América Latina é hoje um grande polo de inovação, o Google quer incentivar a pesquisa em diversas áreas de interesse e buscar projetos que sejam também relevantes localmente. Em parceria com as universidades locais, a ideia é fortalecer a conexão da pesquisa com a economia e a sociedade em geral e aumentar a circulação do conhecimento. 

Este ano, o LARA distribuirá 2 milhões de reais para projetos oriundos de toda a região. As inscrições estarão abertas até o dia 29 de Julho de 2019 e as instruções podem ser encontradas neste site

Conheça os campos de pesquisa contemplados:

  • Geo/Maps;
  • Interação entre humanos e computadores;
  • Recuperação, extração e organização de informações (incluindo gráficos de semântica);
  • Internet das Coisas (incluindo cidades inteligentes);
  • Machine learning (aprendizado de máquinas ) e data mining (mineração de dados );
  • Dispositivos móveis;
  • Processamento natural de línguas;
  • Interfaces físicas e experiências imersivas;
  • Privacidade;
  • Outros tópicos relacionados a pesquisas na web.

Os projetos serão selecionados por um comitê formado por engenheiros do nosso Centro de Engenharia em Belo Horizonte. Estamos muito ansiosos para receber as propostas e acompanhar de perto o impacto do programa no desenvolvimento de pesquisas científicas em toda a América Latina.

Postado por Berthier Ribeiro-Neto, diretor de engenharia para a América Latina
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“Espero poder confiar a você tudo aquilo que nunca dividi ninguém, e espero que você seja um grande apoio para mim”. Essas são as primeiras palavras escritas por Anne Frank no diário que ganhou de presente ao completar treze anos, em 12 de junho de 1942. Três semanas mais tarde, Anne e sua família passaram a viver na clandestinidade. Até hoje a história dessa menina emociona pessoas de todo o mundo, interessadas em saber mais sobre sua vida.

Anne Frank no Liceu Judaico


Pensando nisso, o Google Arts & Culture estabeleceu uma parceria com a Fundação Anne Frank para garantir que qualquer pessoa tenha acesso a um lado menos conhecido da vida da adolescente: antes de se esconder, ela e a família moraram na casa Merwedeplein 37-2, em Amsterdã, entre dezembro de 1933 e julho de 1942. Se fosse viva, Anne estaria completando 90 anos. Para homenageá-la, criamos uma exposição on-line que inclui cinco imagens internas captadas pelo Street View para mostrar esse lugar de grande importância histórica. Pela primeira vez, será possível conhecer todos os cômodos da casa da família, graças a registros em 360 graus que oferecem um olhar único para esse lugar onde viveu Anne. O imóvel foi restaurado para o estilo original dos anos 1930. É possível conhecer até o quarto que Anne dividia com a irmã Margot.

A mostra conta ainda com informações e documentos valiosos, como o único vídeo conhecido de Anne – filmado por acaso durante uma festa de casamento – e a única fotografia da menina ao lado dos pais e da irmã.

A família viveu escondida no anexo atrás do estabelecimento comercial de Otto, na Prinsengracht, em Amsterdã


A antiga casa da família Frank está alugada para a Fundação Holandesa de Literatura desde 2005, e funciona como abrigo para escritores estrangeiros que não têm liberdade para trabalhar e escrever em seus países de origem. “Aqui a tolerância e a liberdade de expressão têm espaço para respirar”, diz Ronald Leopold, diretor geral da Fundação Anne Frank. Quando Anne e seus parentes viviam na casa, a decoração seguia o estilo típico da década de 30.

Acesse o Google Arts & Culture para saber mais sobre Anne Frank e descobrir os tesouros, a história e o conhecimento abrigados em mais de duas mil instituições culturais de 80 países. Você também pode baixar o aplicativo, disponível para Android e iOS.

Liudmila Kobyakova, Gerente de Programa, Google Arts & Culture

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