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Neste quinto episódio da série Pedais Pelo Mundo conversamos com Mariana e Felippe sobre sua passagem pela Indonésia.

As conversas sobre a Indonésia foram divididas em duas partes, conversamos nesse sobre Bali e Java, e a ilha de Sumatra ficou para o próximo.

Apoiadores do episódio:  Links:

O post 34- Pedais Pelo Mundo #5 – Indonésia Parte I – Podcast Pedarilhos apareceu primeiro em Blog Pedarilhos.

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Neste quinto episódio da série Pedais Pelo Mundo conversamos com Mariana e Felippe sobre sua passagem pela Indonésia.

As conversas sobre a Indonésia foram divididas em duas partes, conversamos nesse sobre Bali e Java, e a ilha de Sumatra ficou para o próximo.

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Pedarilhos by Ana Vivian - 1M ago

Amanhecer no Morro Agudo, Tangará, SC.

Trajeto: Caratuva-PicoParaná-Itapiroca 
Tempo: 3 noites e 4 dias

Este ano de 2015 o André completa 30 primaveras, nossa ideia era que a comemoração aconteceria em meio a natureza, de preferência realizando algo que nunca fizemos, incluindo barraca e toda parafernália que coubesse numa mochila. Este tipo de coisa que nos rejuvenesce a alma e fortalece o corpo!

Bolo de aniversário? Nada de bolo, o que queremos degustar é um punhado de paisagem bonita. O problema é que a data que o garoto escolheu nascer não combina muito com trilhas brasileiras, então adiantamos a comemoração em alguns meses para pegar a melhor brecha do clima frio e seco do inverno, tentando escapar da época das cobras, mas nem sempre as coisas saem como o planejado…

Não queremos que após a volta da nossa viagem caia no comodismo da vida que tínhamos antes dela. Na verdade o que temos sentido após um ano de retorno é que o conforto e a vida estável nos incomoda, nos inquieta e nos deixa um tanto quanto ansiosos.

Não terminamos a construção da casa e seguimos morando de favor, alguns plantios aqui do sítio ficaram pendentes, mas estas atividades cotidianas são coisas que se prolongam e podem chegar a nunca estarem concluídas como o desejado, então pé na estrada e tudo largado.

Também aproveitamos a quase comemoração de um ano de volta para tirar estas 3 semanas de ‘férias’ caminhando pelas montanhas. O bolo seria é de pedra!

André e o bolo de aniversário! Ibitiraquire

Embora muita coisa tenha ficado pendente, partimos. Não podemos adiar esse chamado, a necessidade de nos sentirmos puramente vivos,  precisamos sentir os instintos de vez em quando.

Decidimos não mais nos conter e quase um ano depois é muito bom estar de volta pra um “perrengue controlado”.

Voltar a sentir instintos mais puros e profundos, como medo, incerteza, curiosidade do que está adiante, apurar a visão, audição e olfato, dormir olhando para um horizonte infinito, andar atentos às cobras, pegar no sono olhando meteoritos se chocando com a atmosfera esperando a lua nascer, acordar com o vermelhão da chegada do sol. Ah como já fazia tempo que não vivíamos isso!

Pegamos as mochilas e começamos a treinar todos os domingos caminhadas mais longas com peso na mochila. A enxada é uma boa academia, mas nada como passar o dia inteiro com 12kg massacrando os ombros.

Primeiro treino: levar bergamotas a um vizinho distante e trocar por abacates que ele tem no quintal, ida e volta 12km.

Segundo treino: fomos ao morro mais alto da região, onde o pessoal costuma saltar de Vôo livre, já havíamos acampado lá antes mas nunca chegamos ao cume caminhando. O caminho é tedioso porque passa a maioria do trajeto pela estrada sem acostamento, e no finalzinho uma estradinha de chão que broxantemente chega até o cume, desconhecemos se há alguma trilha alternativa (bem que poderia ter alguma!). Retornamos quebrados, era nítida a falta de preparo.

Mesmo ainda doloridos do treininho no quintal de casa, alguns dias depois lá estávamos nós na Fazenda Pico Paraná, prontos para ir até o ponto mais alto do sul do Brasil.

Por conselho do Shiba, um rapaz que recebia e registrava os visitantes, não fomos direto ao PP, aumentamos o trajeto e fizemos o caminho passando por Caratuva, depois PP, depois Itapiroca e retorno à fazenda. Também nos alertou para o fato de as cobras estarem mais ativas que o comum para o período do ano por conta do calor fora de época.

Apesar de a passagem estar liberada pela justiça, por se tratar de acesso a um Parque Estadual, nós pagamos os R$10 reais que o pessoal da fazenda solicita por pessoa, também porque pretendíamos acampar uma noite na fazenda na volta e nos informaram que poderíamos utilizar banheiro e ducha quente.

Além disso o pessoal que recepciona os visitantes nos deu boas informações que desconhecíamos sobre o local e até outros pontos de interesse longe dali, além de tomarem nota de nosso nome, telefone de emergência, quantidade de dias que pretendíamos ficar na montanha.

São medidas de segurança simples que o órgão responsável pelo parque estadual não está dando a mínima. Se eles não tem interesse de fornecer ao menos informação aos visitantes, acho justo que o proprietário receba essa colaboração por realizar este trabalho.

Era um domingo quando chegamos lá e o estacionamento estava LO-TA-DO, há um imenso potencial de turismo ecológico e atividades de aventura ali e o governo não tá dando a mínima mesmo.

Quando alguém despreparado sobe a trilha sem informação, ou alguma eventualidade acontece, aí é o corpo de  bombeiros que é acionado, muito disso poderia ser evitado se houvesse ao menos um guarda-parque informando os visitantes e alertando sobre alguns pontos.

Final de semana de tempo seco parece que o lugar “bomba”, com lua cheia então…. Essa falta de interesse na organização dos parques estaduais e nacionais no Brasil (salvo raras exceções) é vergonhosa!

Bom, é um assunto chato esse dos parques, seguimos com essas reflexões na cabeça. Tínhamos comida para 4 dias e 4 noites e um “chorinho”, sempre levamos um dia a mais de comida para emergência. Contávamos com um track GPS instalado no celular e minuciosamente estudado, bateria cheia e câmera a postos! Subíamos lentos e todos as pessoas por ali nos ultrapassavam.

Cume Caratuva, muita alegria com essa vista!

Subir ao Caratuva foi pesado, muita comida na bagagem e logo após a bifurcação toda a água necessária para a noite e o dia seguinte estava sob os ombros na única e infindável subida.

Haviam muitos galões cheio de água bem velhos largados num canto próximo ao ponto de água, não entendemos muito bem o motivo daquilo estar ali, alguma emergência com falta d’água no arroio em épocas mais secas? Não sabemos responder.

A trilha é bem aberta até o cume do Caratuva, há sinalização na bifurcação principal e algumas fitas nas árvores pelo caminho. Mesmo tão pesados e ainda doloridos do treino chegamos cedo ao cume e pudemos descansar curtindo o visual INSANO, Pico Paraná de frente, quase um camarote de caratuvas. Que vista!

Nós não vimos muitas fotos e apenas lemos um ou outro relato a poucas horas de ir pra trilha, não estávamos esperando uma visão tão bonita.

Tentamos bivacar mas desistimos com um orvalho quase chuva que caia no início da noite. Montamos a barraca no escuro e quase pegamos no sono antes de conseguir ver a lua nascer no mar. Ela nasceu imensa e vermelha como um sol. Acordei o André (que já roncava no quinto sono) pra ver aquilo, era surreal!

Amanhecer no Caratuva

Seguir do Caratuva pro PP exigiu que ligássemos o GPS(celular) já de cara, a trilha é bem mais fechada a partir daqui, e passa por uma sessão de bambuzais mais altos que nós.

Demos numa trilha que leva a um precipício e nos sentimos perdidos, liga o gps e estamos mesmo fora da trilha. Voltamos um pouquinho e  identificado o caminho seguimos descendo até chegar a um bosque miniatura, árvores baixas, chão fofo de matéria orgânica, parecia que pisávamos num colchão de espuma.

Dali até a bifurcação para o PP foi um intermitente de bambuzais baixos, mini-bosques, áreas mais abertas, lindo demais. Ventava bastante, só assim pra amenizar o calor. O céu sem nenhuma núvem. Parecia mentira que vínhamos de quase um mês de dias ininterruptos de chuva.

Chegamos na parte onde há escadinhas de ferro e cordas. Dá um certo medo subir aquilo com um peso que te desequilibra nas costas, não somos acostumados com altura, a única experiência de escalada foi num ginásio e sem muito sucesso (da minha parte, claro!).

Superar o medo, pernas moles, só tinha uma alternativa: seguir! Apertei forte as alças da mochila contra o corpo, para que o sacolejo do peso nas costas diminuísse, e fui me agarrando nas cordas, o André já estava lá em cima me esperando. Até que depois que passa, o negócio parece divertido!

Parecia que só faltava mais uma crista para caminhar antes do cume. Mas de onde estávamos nem se vê o cume, ele está ainda bastante longe e havia mais algumas subidas antes de chegar na pedra final. Passamos pelo refúgio de pedra que o Celso, pai do André havia comentado, alí segue uma trilha para pegar toda água necessária para passar a noite no cume.

Refúgio de Pedra antes do cume do PP

Este refúgio, conforme contou Celso, estava com menos de 1 m de parede quando ele esteve aqui lá pelo final dos anos 70. Ele veio com alguns amigos na época da faculdade, um deles era conhecido por Carneiro, e esse cara costumava subir pra cá com um saco de cimento na mochila, alguma gororoba pra passar o final de semana e subir mais alguns metros de parede.

Parece que mais alguns malucos costumavam vir pra cá com o mesmo intuito naquela época. Uma baita construção de pedra, legal demais!

Nesse ponto do refúgio há uma área de acampe ampla, mas bem maltratada, muito lixo e banheiro pra todo lado. A galera acha que papel higiênico se decompõe rápido, que é só dar uma chuvinha que ele some. Mas NÃO, galera! Papel higiênico você coloca numa sacolinha e leva pra casa, não adianta enterrar e nem tacar fogo nisso.

A montanha ali naquele pico vira um lixão mesmo, principalmente depois de um final de semana tão lotado como foi. Trouxemos conosco alguns lixos que encontramos. Pô galera, consegue trazer a latinha de gás cheio até aqui, como que não consegue levar de volta?!

Bom, há ainda mais um mini acampamento logo antes do lance até o cume, esperamos um pessoal que tava lá em cima descer para perguntar se havia espaço para acampar lá.

Com a afirmativa o André subiu sem peso para averiguar. Não há muito espaço mas é o suficiente, então subimos com as cargueiras. A vista é 360º, era ainda 16h e ventava muito. Foi chegar e vestir mais roupas, e só depois comemorar a chegada! Pulamos, nos abraçamos e curtimos o pôr-do-sol sentados contemplando, fotografando e admirando toda aquela beleza de paisagem.

Gritar nós não gritamos, preferimos deixar os bixinhos que vivem ali em paz. As luzes de Curitiba começaram acender depois das de Paranaguá lá em baixo, e o céu acima de nós ainda estava claro, o vermelhão do sol que se foi ainda nítido no horizonte. Cara, que presente!

No cume do PP havia menos lixo, mas vestígios de algum incêndio em anos anteriores. Caules de arbustos retorcidos estavam ressequidos e negros em algumas áreas.

Recolhemos alguns lixos que parece que o pessoal desconsidera: pequenos lacres, tampinhas, cordinhas, e até embraçadeiras plásticas novas e providenciais (salvaram a sola do tênis do André que descolou inteira na volta!).  Assinamos o “livro” cume, que parecia um convite a uma chuva de bilhetinhos com toda aquela ventania.

Apesar do vento forte encontramos um local bastante protegido pela vegetação para armar a barraca, mas era sobre pedras. Com algumas pedras sustentamos as cordinhas onde não foi possível fincar estacas. A noite foi linda e vimos algumas “estrelas cadentes”, jantamos e caímos no sono antes da lua nascer.

Acordamos pra ver o nascer do sol lá fora e eu sentia muitas dores musculares, lembrei da primeira viagem de bike, sentia as mesmas dores e aquela vontade de ficar e descansar mais. Ficar e descansar não era alternativa, comecei a me movimentar pra aquecer o corpo, o jeito era seguir trilha resmungando em cada degrau por conta das fisgadas.

Ainda bem que trouxemos bastões de caminhada, que além de servir pra montar a barraca também dão suporte pro joelho e um refresco pros músculos das pernas. Ao menos assim os braços fazem alguma coisa.

Ah, e claro, que nascer do sol espetacular, como é possível tamanha beleza, aquela luz e a imensidão, que belo conjunto de cores e formas para os olhos brincarem!

Foi o dia inteiro pra chegar até o Itapiroca, mais porque nos demoramos pra sair e passamos muito tempo almoçando no riacho.

Passamos por alguns pontos de água ainda, mas na bifurcação teríamos que seguir mais..

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Matéria com Pedarilhos na Revista Êxito 68 – Negócios e Meio Ambiente

Fomos convidados a participar da matéria “Negócios e Meio Ambiente – Uma aliança que dá certo em busca de um mundo melhorna edição 68 da revista Êxito, onde falamos um pouco das nossas práticas desde o começo das nossas atividades com a Loja Pedarilhos, sempre visando o mínimo impacto e o consumo consciente. Na matéria você confere outras excelentes iniciativas na região do meio-oeste catarinense. Você pode ler (e baixar) a matéria e a revista na íntegra no site da revista Êxito através deste link.

Agradecemos à equipe da revista pela visita e pelo papo gostoso sobre sustentabilidade ambiental regado à bergamotas direto do pé. É bom demais ver mais pessoas pensando no mesmo rumo que a gente, agindo e mudando. Nossos hábitos de consumo também são escolhas políticas, e podem sim levar o rumo das coisas pra melhor, é preciso querer e … agir!

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Alforjes Alpamayo levando nossa bagagem pela Argentina

Durante dois anos de estrada, este alforjes foram nossos companheiros de aventura. Entre os poucos equipamentos que não necessitaram nenhuma manutenção ao longo da viagem, os alforjes Alpamayo foram um deles.

Usamos os dianteiros de 28L e os traseiros de 62L, mas mudamos a configuração conforme sentimos necessidade de levar menos bagagem. A primeira “limpa” na bagagem foi ao norte da Argentina, quando eliminamos (lamentavelmente!) as mochilas, e a segunda “limpa” foi ao entrar na amazônia, quando a Ana eliminou o 28L dianteiro, André eliminou o 62L e passou a levar o 28 L no dianteiro e traseiro.

Depois de mais de 24mil Km rodados pelas piores estradas, os alforjes ainda estão em excelentes condições de uso.

Este equipamento rodou por mais de 24.ooo km, uma vez que já usávamos ele antes desta viagem. Enfrentamos muita trepidação e estradas “ruins”, que eram nossa preferência por serem mais silenciosas e com menos movimento de motorizados, e o equipamento deu conta dessas condições de maneira que superou nossas expectativas em relação ao produto.

Além disso usamos eles sem dó, o dianteiro do André, por exemplo, sempre levava todas as ferramentas e comida, o conteúdo mais pesado e menos volumoso do equipamento (chegamos a carregar comida para 20 dias!), e teve pouco desgaste considerando o tempo de uso e a abrasão com o bagageiro com todo este peso.

A estrada é longa rumo ao sul, primeiro país estrangeiro a pedalar: Agentina.

Os alforjes que mais rodaram foram o 62L da Ana e o 28L dianteiro do André. Abaixo relacionamos alguns detalhes de desgates gerados por problemas com o bagageiro e peças da bicicleta.

Desgaste causado pela blocagem da bike, devido a fixação ao nosso bagageiro modificado.

Uns gerados por má instalação nossa, pois ficaram em contato com parafuso da blocagem, e em alguns pontos por falta de reforço na construção do alforje em áreas de mais abrasão, sugestão aceita pela Alpamayo assim que reportamos o desgaste, então desde 2012 eles já são fabricados mais fortes.

Os alforjes Alpamayo são fabricados no Brasil por cicloviajantes de longa data e utilizam Cordura homologada, o que nos ofereceu confiança ao levar este equipamento para uma viagem que não sabíamos quanto tempo poderia durar.

A princípio imaginávamos usá-lo por um ano, e foi uma excelente surpresa ver o equipamento aguentando dois anos e ainda cumprindo sua função por muitos mais anos de uso.

Cordura desbotada pelo sol.

O material apresentou pouco desbotamento na cor (preto), mesmo após lavados diversas vezes e usados sob todas as condições climáticas possíveis (não usamos capas). Quando comparamos a um produto novo apresenta pouca diferença de tonalidade, pontos positivos para a escolha do tecido Cordura!

Outro ponto que foi positivo foi a compatibilidade do tamanho com sacos estanque disponíveis no mercado brasileiro a estes alforjes, uma vez que o alforje em si não é impermeável (a cordura possui um tratamento impermeabilizante que repele a água superficial em chuvas leves).

Para garantir total impermeabilidade principalmente de nosso abrigo de frio para a noite e para os equipamentos eletrônicos, levamos combinados aos alforjes, os sacos estanque da Sea to Summit, essa combinação deixa o sistema super leve e totalmente impermeável. Não encontramos nenhum alforje totalmente impermeável (nem no Brasil nem lá fora) que seja tão leve e barata como essa combinação.

Mais uma grande vantagem do equipamento é o fato de ele ser difícil de remover da bicicleta. Para alguns isso pode soar estranho, já que sabemos que todos os dias precisamos levar nossa bagagem para dentro da barraca ou do local onde pernoitaremos, e pela manhã colocar na bike outra vez, mas nós optamos por levar somente os sacos estanque totalmente limpo (e seco) pra dentro da barraca, deixando o alforje sempre bem afixado à bicicleta. Explicamos isso em detalhes no review que fizemos dos Sacos Estanque Sea to Summit 70D .

Rápido e prático para remover o saco estanque de dentro do Alforje.

Tudo que precisamos fazer é abrir o alforje e retirar os sacos estanque de dentro, é tão rápido quanto um alforje de fixação rápida.

Já o alforje inteiro removemos apenas quando será necessário realizar manutenção na bicicleta ou pegar algum transporte em compartimento que não caiba a bicicleta inteira, coisa que foi necessário uma meia dúzia de vezes em dois anos de viagem.

Dito isso, reitero que consideramos vantagem o alforje não desafixar rapidamente da bicicleta, isso evita que em descidas com muita trepidação o alforje seja “ejetado” do bagageiro, caso que é muito comum com alforjes da marca alemã mais famosa e também com os similares que utilizam do sistema de engate rápido.

Outro fator favorável ao sistema de fixação dos alforjes Alpamayo, e também dos outros modelos nacionais como Alto Estilo e Ararauna, é que ao parar em algum local para comprar comida, por exemplo, você deixa sua bicicleta ao lado de fora da loja e sabe que não saem tão fácil quanto um puxão brusco. Sabe que levaria apenas um segundo para alguém desafixar um alforje de engate rápido do bagageiro e sair correndo com um deles na mão (isso aconteceu com um ciclista que conhecemos na viagem, o ladrão levou justo o lado em que estava o laptop).

Uma melhoria foi recentemente adicionada nos alforjes Alpamayo, tem a ver com um pouco mais de sensação de segurança da bagagem. Foi adicionado um cursor de zíper a mais em cada lado do alforje. Isso permite colocar um pequeno cadeado nos cursores de zíper, para situações como estar hospedado em um quarto compartilhado, ou estar num transporte onde não poderá ficar constantemente de olho na sua bagagem.

Sentimos falta disso quando deixávamos nosso equipamento em quartos de hostel e também nos barcos que pegamos na região amazônica, onde relatos de pequenos furtos são bem comuns. A pessoa não se dá ao trabalho de levar sua bagagem inteira porque pesa e chama a atenção, mas abrir um zíper e olhar o que tem ali é fácil e rápido. Um cursor extra também aumenta a vida útil do zíper, já que problemas de zíperes velhos são gerados principalmente por sujeira e desgaste no cursor antes de ter algum dano nos dentes do zíper.

Muitas opiniões de clientes deste produto em nossa Loja Virtual, veja aqui.

Em geral, o alforje é fácil de usar, não necessitou nenhuma manutenção e ficamos muito satisfeitos com o produto. É muito bom ter tido a oportunidade de testar os equipamentos da Alpamayo durante tanto tempo sem ter nenhum problema com eles.

Para nós é uma satisfação saber que os produtos que vendemos em nossa loja virtual são confiáveis e duráveis, e ainda mais gratificante quando são produzidos por pessoas que realizam este trabalho com tanta dedicação e carinho. Somos gratos à Maria Cristina Hartmann por desenvolver excelentes produtos na Alpamayo Equipamentos, ter tanto cuidado com todos os detalhes e ouvir a opinião e sugestão de outros usuários para continuar sempre melhorando nossa vida na estrada!

Além dos alforjes, utilizamos outros produtos da Alpamayo em nossa viagem, como as polainas impermeáveis e um toldo, dos quais esperamos em breve a oportunidade de compartilhar nossas opiniões aqui no blog!

Link dos reviews feitos por clientes do Alforje 62L Alpamayo e do Alforje 28L Alpamayo.

Vídeo do Review Alforje

{Review} Alforje 62L Alpamayo - YouTube

Curtiu o review e quer conhecer todos os produtos da Alpamayo em nossa Loja Virtual? Clique aqui.

Alguma dúvida sobre os Alforjes Alpamayo? Comente aí embaixo que respondemos!

O post {Review} Alforjes Alpamayo 28L e 62L apareceu primeiro em Blog Pedarilhos.

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As recomendações vão ser de acordo com a viagem que você pretende fazer, então vou separar em alguns segmentos para você escolher o melhor bagageiro para sua bicicleta.

“Se você quer algo realmente bem feito – Faça você mesmo” Viagem curta

Bagageiro Simples em Aço que é a base para as modificações a seguir.

Para viagens curtas você pode utilizar bagageiros de aluminio, mas a nossa recomendação é não exceder 1/3 do peso recomendado pelo fabricante, ou seja, se o fabricante diz que o bagageiro aguenta 30kg não coloque em hipótese nenhuma mais que 10kg no bagageiro senão você pode ter problemas.

Se você estiver pedalando bastante por estradas ruins utilize apenas 1/4 da capacidade do bagageiro.

Viagem longa com pouco peso

Detalhe dos 2 pontos de fixação inferiores, um no furo do garfo feito para prender o para-lamas, e outro com a abraçadeira.

Um bagageiro traseiro comum de aço pode ser o suficiente para você, mas se o peso nele ultrapassar uns 10-15kg, o ideal é passar parte desse peso para a frente da bike deixando-a mais balanceada  e também diminuindo a chance de quebra do bagageiro e roda traseira.

Se o peso no bagageiro traseiro estiver entre 10 e 15kg, você pode utilizar uma bolsinha de guidão para colocar algum peso na frente da bike.

Outra opção para este caso é adaptar  um bagageiro comum como dianteiro (imagem ao lado).

Viagem longa com bastante peso

Bicicletas super carregadas para uma de nossas travessias de deserto.

Pra começo, tente não carregar mais de 20-25kg de equipamentos, por que além dos equipamentos, em alguns momentos você precisará carregar muita comida e água para atravessar regiões mais desertas, nesses momentos você precisará de todo o potencial de carga de 2 bagageiros reforçados de aço.

Super Quadro de Cromoly com Bagageiro Traseiro Acoplado. (Marca Tout Terrain)

Se você vive fora do Brasil ou tem algum amigo vindo de fora, uma boa marca de bagageiros é a Tubus, que tem os melhores (mas não indestrutíveis) bagageiros para longas viagens. Mesmo com os Tubus não é bom exagerar no peso, pois já vimos diversos quebrados por aí…

Indestrutível (porém muito destrutível para o seu bolso) são os quadros Tout Terrain que tem bagageiros acoplados de fábrica ao quadro, tudo em Aço Cromo.

Se estiver aqui no Brasil o jeito é comprar um bagageiro simples e barato feito de aço, e fazer algumas modificações nele com a ajuda de um soldador (ou torneiro mecânico, ou mecânico ou serralheiro, etc…).

As modificações que devem ser feitas para deixar o bagageiro mais durável são:

  • Reforços em todas os pontos de solda
  • Reforço na parte inferior que se fixa ao quadro da bike

Algumas possíveis modificações dependendo de sua necessidade:

  • Modificação no sistema de fixação
  • Modificação visando diminuir o peso do bagageiro
  • Modificação para utilizar o bagageiro como dianteiro
  • Modificação para alongar o bagageiro

A idéia não é fazer desse post um passo a passo, por isso seguem algumas fotos com Legenda de possibilidades e idéias de bagageiros que você pode fazer com a ajuda de seu amigo serralheiro/soldador!

Escolhendo o bagageiro para sua bicicleta em outros sites:

Passo a passo de diversos modelos de bagageiros em outros sites:

Link 1 – Modificação para alongar e utilizar o bagageiro comum com bikes de freio a disco feito pelo Waldson: http://pneunaestrada.blogspot.com.br/2011/10/faca-voce-mesmo-o-seu-bagageiro.html

Link 2 – Modificação para alongar e utilizar bagageiro comum com bikes sem furação própriahttp://ateondedeuprairdebicicleta.com.br/dica-como-adaptar-bagageiro-para-cicloturismo-em-mountain-bike

Link 3 – Bagageiro traseiro e dianteiro super reforçados e com suporte para garrafas de 2L feitos do zero pelo Ricardo Muhle: http://confinsaustrais.blogspot.com.br/2008/09/bagageiros-feitos.html . Para ele não foi difícil fazer o bagageiro do zero, já que ele também constrói peças e repara bikes de fibra de carbono: www.mühlecomposites.com.br

Link 4 – Proteção extra para os alforjes feito com cabides : http://www.bikehacks.com/bikehacks/2013/11/clothing-hanger-bikerack-hack.html

Link 8 – Passo a passo para modificar um bagageiro dianteiro para bike com suspensão dianteira

Link 5 – Bagageiro adaptado para bike Full-Suspension : http://www.instructables.com/id/Bike-rack-for-full-suspension-mountain-bike/

Link 6 – Bagageiro dianteiro feito com barras de açohttp://www.crestlinestudios.com/nomad/diy/

Link 7 – Outro bagageiro dianteiro feito em casa e para-lamas feito de placa de carrohttp://www.bicyclinglife.com/HowTo/HeavyDutyRacks.htm

Link 8 – Passo a Passo para modificar um Bagageiro dianteiro feito a partir de um bagageiro simples de aço zincado para utilizar em bike com amortecedor dianteiro, que ficou bonito e resistente, por Luiz Henrique : https://rivahenrique.wordpress.com/2016/06/15/como-fazer-um-bagageiro-dianteiro-para-cicloturismo/

Gostou do artigo, comente! Seu bagageiro não está aqui? Posta uma foto dele e faz um comentário aí abaixo!

Ps: Confere os comentários, muitas idéias legais e também diversas informações sobre os bagageiros Thule.

O post Como escolher o bagageiro para sua Bicicleta apareceu primeiro em Blog Pedarilhos.

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Pedarilhos by André Costa - 1M ago

Como vender fotos na internet: Ana tirando fotos em um deserto Argentino.

Durante nossa viagem de bike, resolvemos dar uma foto impressa com um pequeno agradecimento para todos que nos ajudavam pelo caminho, por isso sempre tínhamos conosco umas 5 ou 10 fotos idênticas impressas. Não imaginávamos que essa atitude nos levaria a tirar fotos mais legais, e que um dia usaríamos elas para vender fotos na internet.

Vender fotos na Internet : Sucesso com vista para o Pico Paraná, uma de nossas fotos mais vendidas.

Percebemos que ao parar a bike em algum lugar mais movimentado, diversas pessoas gostariam de nos ajudar financeiramente mas alguns não tinham coragem de nos oferecer dinheiro, então o que fizemos foi aumentar a variedade de fotos impressas para umas 10 ou 20, com 3  cópias de cada uma, assim passamos a oferecer as fotos.

Ao sabermos da existência de sites de venda de fotos (Stock Photos), logo nos cadastramos e começamos a enviar fotos como loucos sem saber como a coisa funciona muito menos se daria algum retorno financeiro.

Com sucesso, um ano após iniciarmos, é hora de falar sobre isso.

Por que vender fotos?

Um bom motivo para vender suas fotos é: Foto parada em HD não paga suas contas!

E o Principal: Você cadastra as fotos 1 vez, e elas serão vendidas inúmeras vezes e para o resto da vida com valores que variam entre U$0,25 até U$120!

Por que vender fotos durante ou após uma longa viagem?

A oportunidade estava no chão, ao lado da estrada enquanto caminhávamos. Uma das nossas fotos mais vendidas na internet.

Durante uma longa viagem você estará sempre passando por muitos lugares diferentes, e se você ficar atento as oportunidades de clicks que surgirem você terá uma grande variedade de fotos para vender. Viajando as opções são infinitas, são alimentos diferentes a todo o tempo, são plantações na área rural, são objetos, pessoas, paisagens….

Se você viaja com veículo próprio (bike, botina, patins, sk8 ou queimadores de combustível), melhor ainda, já que você pode parar a qualquer momento para tirar umas boas fotos.

Do que preciso para vender fotos?

Não é obrigatório ter uma câmera fotográfica cara, porém é aconselhável. Uma câmera Digital micro 4/3” ou uma DSLR com sensor com tamanho APS-C já é mais que o suficiente. Se você tem uma câmera com sensor Full Frame e boas lentes, melhor ainda!

Outra coisa que vai ajudar é ler e escrever em inglês, já que a maioria dos sites de Stock Photos são em Inglês.

Se interessou por vender fotos na internet? Receba dicas exclusivas!

Vale a pena o retorno financeiro?

Nosso Best Seller, já vendeu mais de 28 vezes só no ShutterStock.

Como todo trabalho, para ter um bom retorno financeiro você precisa se empenhar bastante tirando fotos com olhar comercial, depois tratando as fotos, depois colocando palavras chave e descrições, e finalmente subindo as fotos para os sites de venda.

Lembre-se que você cadastra as fotos apenas 1x e elas serão vendidas eternamente, então pense em vender fotos como um investimento de longo prazo.

Todos os sites pagam em Dólares (U$) diretamente em sua conta do PayPal, com o dólar nas exorbitâncias que está qualquer valor recebido já é muito bem vindo.

Independente do retorno financeiro, você terá um grande retorno que é melhorar a qualidade de suas fotos. Cada foto que você envia é analisada por especialistas (pessoas de verdade!),  que analisam se a foto é ou não comercial, se ela está focada corretamente, se ela tem um bom enquadramento, se o balanço de branco está correto, se ela tem ou não ruido, entre outros fatores.

Quais os melhores sites de vendas de fotos?

Paciência é muito importante se você quer vender fotos na internet, já que precisamos de mais de 2 horas para tirar essa foto(com temperatura negativa fora da barraca ) que é uma de nossas fotos mais vendidas na internet.

1- ShutterStock – Site bastante exigente com a qualidade das fotos, porém é disparado o que mais vende. Difícil tornar-se colaborador, já que necessita enviar 10 fotos e ter pelo menos 7 aprovadas. Atualização Dez/2015: Agora para ser aprovado, você precisa enviar 10 fotos e ter pelo menos 1 foto aprovada, ficou bem mais fácil. Pagamento mínimo inicial de U$35,00. Se você quer realmente vender fotos, a sua meta é se cadastrar neste site e passar no teste inicial. Link para se cadastrar.

2- IstockPhoto – Não tão exigente com a qualidade das fotos, segundo melhor site (para nós) em relação a volume de vendas. Para tornar-se colaborador você precisa passar em um pequeno teste e enviar 3 fotos que devem ser aprovadas. Pagamento mínimo de U$100,00. Link aqui.

3-Fotolia – Exigência média com a aprovação das fotos, em terceiro lugar em volume de vendas. Pagamento mínimo de U$50,00. Link aqui.

4-DepositPhotos – Relativamente fácil para aprovação das fotos, quarto lugar no volume de vendas e pagamentos mínimos de U$50,00. Link aqui.

5-123RF – Aprovação fácil, e quinto lugar no volume de vendas. Pagamento mínimo de U$50,00. Link aqui.

6-Dreamstime – Aprovação fácil, e sexto lugar no volume de vendas. Sistema de níveis nas fotos, quanto mais vende uma foto mais você ganhará com ela. Li diversos textos de pessoas que tem bastante sucesso nesse site. –Link aqui para se cadastrar. –Link do nosso portfólio. –Link fotos grátis para download.

Está interessado em vender fotos e tem dúvidas? Comente abaixo que nós responderemos!
Ps: Confere os comentários, tem muitas dicas logo aí… Inclusive dicas de como ser aprovado no ShutterStock.

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Calças trocadas em plena praça!

Em Bariloche, Argentina encontramos por acaso dois brasileiros, que reconheceram nossas bicicletas e vieram bater um papo conosco. Um deles estava voltando para o Brasil dali alguns dias, e diante da calça apodrecida do André, já com alguns anos de uso intenso, ofereceu de presente a sua própria calça, e ali mesmo, nas calçadas do centro turístico da cidade, eles trocaram de calças.

Alguns meses depois, a marca nos ofereceu um par de calças e camisetas novinhas, são peças desenhadas para Trekkers e montanhistas, mas aceitamos testar como seria usá-las para viajar de bicicleta. Nós já usávamos peças similares, as camisetas eu mesma havia confeccionado com tecido com proteção UV, mas depois de quase um ano elas já estavam bem destruídas. As calças preferimos destas soltas, que tem um zíper destacável e podem ser usadas como bermudas, pessoalmente nós detestamos calças de lycra, coladas ao corpo, para viajar de bicicleta, preferimos algo mais discreto e com uma cara menos “esportiva”. Então foi excelente a Hard nos ter oferecido estas peças!

Nossa avaliação da calça e camiseta fornecidas pela Hard Adventure não poderia ser mais positiva.

Elas foram muito práticas para lavar e secar, leves e compactas para transportar, e muito confortáveis para usar enquanto pedalamos, principalmente nas condições de calor extremo, onde elas foram mais úteis para nós.

Recebemos as peças em Março de 2013 e as primeiras camisetas duraram até Março de 2014 e usamos TODO SANTO DIA (e algumas noites até pra dormir!) depois deste tempo precisaram ser substituídas (estavam se desintegrando). As calças ainda estamos usando, e parece que ainda vão durar alguns anos mais.

Camisetas

Camisetas Hard Coolmax® novíssimas, já de segunda geração!

Camiseta Nanotec Manga Longa agora disponível na Loja Virtual Pedarilhos. Link aqui.

As camisetas Hard Coolmax® foram muito confortáveis para levar na viagem de bicicleta, principalmente para aqueles dias de sol forte e calor intenso, a tecnologia do tecido (poliéster) e da costrução do fio (coolmax®) transportam muito bem o suor para longe da pele. Para ter um comparativo, outra camiseta branca que usávamos para pedalar sem marca e malha comum de poliamida, em dias quentes era bastante agoniante, colava na pele com o suor e causava um sensação de sufocamento. Ficamos muito satisfeitos com a performance da camiseta de Coolmax® da Hard. Ela não “cola” na pele quando molhada com suor, tem textura confortável parecida com camisetas de algodão, e seca muito rapido quando molhada e você sente o vento passando e refrescando sua pele no calor.

Após um ano de uso muito intenso e até abusivo de nossa parte, a camiseta da Hard começou a apresentar fragilidade no tecido, e percebemos que a malha começou a espichar, como se a camiseta aumentasse do P para o M. Um ano e dois meses de uso e começaram a surgir áreas mais desgastadas nas regiões onde o suor é mais intenso e por conta do atrito com a mochila em uma caminhada de 10 dias. Nestas regiões o tecido começou a se desmanchar até que tivemos que aposentá-la, substituindo por outra idêntica que a marca gentilmente nos enviou. Durou muito mais tempo do que esperávamos, e mesmo quando já estava bastante desgastada e quase transparente não deixou passar radiação solar a ponto de causar queimaduras de sol na nossa pele.

Poeira amazônica

É fácil de lavar e secar, e a cor favorece o conforto térmico diante do sol. Mas após a poeira paraense da Transamazônica nenhum sabão foi capaz de desencardir e já não eram mais brancas. Não fiz uso de alvejantes ou cloro para lavar, pois por ser tecido sintético estes materiais podem corroer um pouco das fibras.

Em relação à modelagem, não temos do que reclamar, as costuras das mangas e ombros tipo “raglã” torna o uso com mochilas muito mais confortável em nossos trekkings do que com outra camiseta cuja costura fica bem acima do ombro. Há modelagem diferenciada para mulheres e homens, o que agradou estéticamente a Ana, porque a camiseta feminina é mais acinturada e mais curta. Mas para pessoas acostumadas a camisetas de ciclismo (que não é nosso caso), os bolsos traseiros e um corte mais ajustado possam fazer falta.

Calças

As calças experimentamos dois modelos em viagem. Primeiro a Hard Pró Mountain, que tem reforços nos joelhos e nádegas e se revelou extremamente resistente. Depois recebemos a Hard Bio, muito confortáveis e leves. Ambos os modelos tem zíper destacável que transformam a calça numa bermuda. Além de confortáveis para pedalar, são casuais o suficiente para sair caminhar pela cidade com discrição sem precisar ter uma calça extra na bagagem. Como não pedalamos com bermuda acolchoadas de ciclismo, temos duas calças na bagagem, uma para sujar pedalando e outra sempre limpa para dormir e para usar nos dias de descanso.

Hard Pro Mountain

Calça Hard Pro Mountain

A Pró Mountain  foi a preferência do André. Ele é quem constantemente está sentado no chão ou ajoelhado em todo tipo de terreno nas horas de trocar pneu furado ou começar o fogo para cozinhar. A cor escura também ajuda a sujeira não aparecer e consequentemente lavamos menos, e lavar menos significa também desgastar menos o tecido e as costuras do material.

Hard Bio

Calça Hard Bio

Já eu (Ana) preferi o conforto e leveza da Hard Bio para pedalar, ela é de tecido mais macio e seu desenho, sem tecido extra nas áreas de reforço proporcionam mais conforto e menos atrito com a pele durante o pedal. Preferi a Pro Mountain apena para pedalar em climas mais frios e para usar em tekking e para uso casual nos dias de descanso, assim não preciso carregar uma calça jeans para este uso, por exemplo.

As calças após um ano e meio de uso apresentaram desgaste em alguns pontos de costura na área que entra em atrito com o selim, mas facilmente arrumamos fazendo pontos de costura à mão. O tecido não apresentou desgaste por atrito. O desgaste observado no tecido foi na região frontal da perna entre joelho e coxa, onde pega mais sol durante o pedal, o tecido desbotou um pouco e começou a apresentar algum desgaste provavelmente causado pelo sol que “queima” as fibras do tecido sintético após exposição prolongada aos raios UV. Mesmo com este desgaste, terminamos a viagem e seguimos usando as calças Hard Pro Mountain, acho que vão durar mais alguns anos aqui na roça e em nossos pedais eventuais após esta longa viagem pela América do Sul.

Nós agradecemos a Hard Adventure por nos fornecer estas peças para a viagem, apoiando nosso projeto. Estas peças realmente fizeram diferença no nosso conforto e saúde durante os dois anos de viagem, principalmente quando pedalamos debaixo de sol muito quente, surpreenderam também pela durabilidade e por não deixarem passar raios solares, evitando que nos queimássemos nas áreas mais expostas durante o pedal, como costas e braços, coxas e joelhos. Este post não é patrocinado, apenas um pequeno agradecimento à equipe da Hard pelo apoio e ao nosso amigo Davi Marski que sempre estará conosco por pensamento. Com este artigo também tentamos ser mais uma fonte de informação para aqueles que estão buscando equipamento confiável para suas futuras viagens de bicicleta.

Veja os produtos da Hard Adventure na Loja Virtual Pedarilhos.

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Seguindo o tema do post anterior, que abordou os gastos totais que tivemos em nossa viagem de bicicleta por pouco mais de dois anos, deu pra perceber que gostamos de economia certo? Não, não é bem assim. Não é questão de gostar, apesar de que ambos não fazemos o tipo esbanjador, por isso estão aqui as dicas de Como poupamos dinheiro Antes e Durante uma Longa Viagem.

No começo de nossas viagens de bike foi uma questão de necessidade, não tínhamos outra opção, ou era ir econômico e precário, com equipamentos longe dos ideais, ou era ficar em casa resignado com a situação do nosso bolso magro, assistindo a vida passar como um expectador e não como personagem ativo dela.

Com o tempo nos acostumamos a alguns desconfortos, e o que antes era um pouco desgastante (como passar 5 dias sem um bom banho, ou jantar arroz puro vários dias consecutivos) se tornou algo tranquilo de encarar. Havía um propósito neste esforço todo, que era viajar de bicicleta até a vontade aguentar.

Quando há um propósito, o esforço não se torna um fardo, mas sim um ingrediente a mais para dar graça na vida. Nós enxergamos os tópicos que seguem como ingredientes que deram um temperinho na nossa jornada a fim de atingir nosso propósito: viver o que desejamos, colocar os sonhos no plano de realidade, tirá-los do plano imaginário quando sentirmos que é a hora.

Alguns fatores que colaboraram para poupar dinheiro ANTES da viagem
  • Trabalho fixo 40h/semana por alguns anos mais os “freelas”no tempo livre: por um tempo que consideramos saudável, ou melhor, até a hora em que o sonho não se “guentava” só na nossa imaginação;
  • Não tínhamos carro o filhinho de metal custa cerca de R$800,00 por mês incluindo impostos, manutenção, depreciação e combustível(nossos veículos eram algumas bicicletas simples e baratas pra rodar na cidade);
  • Decoração do lar com reciclagem: caixa de feira, pallets, ausência de televisão, nada de mobiliário caro, coisas encontradas no “lixo” dos prédios (já percebeu quanta coisa boa descartam nos condomínios urbanos?);
  • Colheitas urbanas: Realizávamos caminhadas dominicais com uma mochila nas costas pela vizinhança observando as árvores dos quintais. Após algum tempo já sabíamos a época e os locais onde estava ocorrendo fartura. Nenhum vizinho nunca recusou de nos dar uma cesta de abacates, caquis ou mangas, e haviam muitas árvores de amora e jaca em áreas públicas na cidade (e já íamos treinando duas coisas, o corpo para longas caminhadas, e também a arte de ter”cara de pau” pedir, que tão útil nos seria na hora de conseguir pouso nos quintais na viagem;
  • Deixamos de frequentar supermercado: só comprávamos alimento na feira de orgânicos da universidade ou no “Sacolão”. Costumávamos ir de bike com os alforges para fazer uma compra ou duas por semana, assim tendo sempre alimentos frescos e mantendo a atividade física em dia. Alimento industrializado saía mais caro pra nós e só comprávamos esporadicamente;
  • Alimentação sem carne e derivados animais dá uma baita economia no final do mês;
  • Lazer sem custo domingo de pique-nique e leitura no parque público ao invés de ir ao cinema/festa/restaurante, viagens de bicicleta nos finais de semana/férias e até na nossa Lua de Mel.
  • Academia ao ar livre de custo zero: pedalar para o trabalho, correr e caminhar na rua, tilhas no mato e uso das “academias livres” ou “marombísticos” como apelidamos os locais públicos que dispunham de barras, aparelhos de abdominal, etc.
  • Viagens de bicicleta experimentais: com o equipamento fuleiro e capenga que tínhamos nos deixou mais confiantes em relação ao investimento neles. Conseguimos distinguir o que precisava ser equipamento bom, porque tinha a ver com durabilidade ou questão de sobrevivência, e o que poderia seguir improvisado ou até de qualidade inferior. Por exemplo, as bicicletas, os quadros e garfos foram bem baratos e de segunda mão, mas relação, rodas, freios, etc eram novos e de qualidade; já a barraca foi um investimento pensado, a nossa anterior era uma porcaria de má qualidade nos deixou inúmeras vezes inundados lá dentro.

Acampando de boas na placa de entrada da cidade em véspera de feriado, não deu pra camuflar muito bem, deu pra perceber!

Alguns fatores que colaboraram para poupar dinheiro DURANTE a viagem
  • Dicas de como Acampar o máximo possível(dicas no link);
  • Dicas de como Cozinhar o próprio alimento(dicas no link);
  • Solidariedade de amigos e de muitos desconhecidos nos fornecendo pouso, quintal, varanda, etc;
  • Cara de pau para pedir a senha da wifi em lugares privados como pousadas, restaurantes e postos de gasolina para podermos trabalhar à distância quando estávamos de passagem;
  • Evitamos cidades grandes, assim evitamos de ceder aos templos de consumo, os supermercados, e precisar pagar por hospedagens caras;
  • Sair da rota turística quando possível e buscar locais menos conhecidos e menos explorados, que tendem a ser muito mais baratos pra comprar comida ou visitar pontos de interesse.
  • Usar a bicicleta como veículo e evitar ao máximo transportes pagos (ônibus e barcos apenas poucas ocasiões);

Alguns fatores que nos ajudaram a Gerar Receita DURANTE a viagem
  • Continuamos trabalhando pela internet em nosso negócio próprio
  • Em território brasileiro vendíamos fotografias da viagem nos locais por onde passávamos ou trocávamos estes postais por algum alimento ou serviço (tipo entrada de atrações turísticas ou pernoite)
  • Vendíamos fotos através de sites de banco de imagens. O melhor é o ShutterStock e depois o IstockPhoto (Afinal, imagem parada em HD não paga nossa comida!) . Veja nosso artigo sobre o assunto: Como vender fotos na internet.

Fatores que estão nos ajudando precisar de pouco dinheiro APÓS a viagem
  • DESISTIMOS DA CIDADE: Viver na área rural e interiorana nos traz um custo de vida mais baixo que na área urbana e menos tentações consumistas de fácil acesso (além de ser a realização de outro sonho e propiciar uma rotina que inclui silêncio, ar puro, muito trabalho e exercício físico, é a ginástica grátis que ainda gera comida e saúde!);
  • Disciplina para continuar poupando apesar da nossa mudança de estilo de vida. Não somos mais assalariados e nosso saldo no final de cada mês é muito menor do que quando vendíamos nossas horas de vida para um patrão na “cidade grande”. Então o ganho mensal varia bastante devido ao trabalho autônomo, por isso tentamos manter uma média de gasto bem baixa, mais baixa ainda que a que tivemos durante a viagem. Este exercício de viajar de bicicleta a baixo custo proporcionou nosso aprendizado em viver simples e sentir necessidade de pouco. Atualmente conseguimos nos manter com cerca de R$500 ao mês para os dois.
  • Plantando o máximo possível de comida na nossa terra e produzindo alimentos manufaturados nós mesmos movimentamos menos dinheiro para o “sistema”. Até o momento somos 100% do livres de açúcar comercial, produzimos o próprio melado de cana, já temos uma roça de mandioca (base da nossa alimentação) para os próximos meses, além de hortaliças, chás, temperos e frutas da estação na terra. Seguimos evitando supermercados, e adquirimos outros alimentos que ainda não conseguimos produzir na feira de produtores da agricultura familiar aqui do município.
  • Aceitar ajuda da família,  assim como na viagem de bicicleta aprendemos aceitar a ajuda dos desconhecidos, que apareciam aleatóriamente no nosso caminho com sua solidariedade, neste momento aceitamos e precisamos da ajuda de nossa família para muito! Que bom que eles são amorosos e pacientes conosco, além de muito dispostos. Estamos construindo nossa casa com mão de obra própria, da família, amigos e voluntários que nos visitam, utilizando materiais de demolição, reciclagem ou descarte. Enquanto a casa não está pronta seguimos dormindo na barraca e utilizamos a casa da família no sítio para as outras atividades cotidianas.

Galera que ajudou a cavar nosso porão, gratidão!

Após ler tudo isso, você talvez esteja pensando que pode ser muito desgastante fazer tudo isso só pra realizar um sonho.

Pra nós não se trata de realizar UM sonho, mas viver o que sonhamos. Demandou sim esforço, mas trouxe imensa diversão, aprendizado, amizades… Sem falar na mudança de nossa mentalidade, amadurecimento e satisfação em ver que dentro de nós há esta força toda que não imaginávamos ter. Muitas pessoas nos falam na cara mesmo que somos loucos por viver desse jeito (como que é aquela música mesmo?!), mas há paz dentro de nós lá na estrada e aqui no mato, e não vejo que tem receita de bolo pra felicidade, esse caminho é o da Ana e o do André, e é claro pra nós que este não é o caminho de “todo mundo”.

As dificuldades que nos metemos, vejo que elas são igual pimenta, arde quando você não está acostumado ou coloca demais, mas com o tempo e na medida certa dá um tempero!

Foi com algumas dificuldades que conseguimos viabilizar nosso sonho de viagem, e após ela, o sonho de viver no campo produzindo grande parte do nosso alimento e vivendo uma realidade que nós desejamos e que nos traz satisfação, enquanto planejamos as próximas viagens.

E você, o que está fazendo em prol de VIVER seus sonhos, está nos preparativos ou já tá com rodas na estrada?

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Neste episódio conversamos com a Dani e o Léo do Betterway sobre a segunda perna do pedal que eles fizeram pela Europa.

Desta vez eles contaram um pouco sobre a Itália, Áustria, Alemanha, Eslováquia, Eslovénia, Hungria e o Delta do Rio Danúbio.

Apoiadores do episódio:  Links:

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