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From the report «Ceres Imaging Announces New Cumulative Stress Index Alerts», by PrecisionAg

Currently there are some firms worldwide running out the image technology diagnostic in crops, by joining the dron and IA technologies.

Ceres Imaging has announced the release of its new Cumulative Stress Index, that combines Ceres Imaging’s various imagery indices to assess overall plant stress over a growing season and strongly correlates to yield results.

Ceres Imaging has developed a mix of techniques from computer vision and convolutional neural networks, to extract canopy data from individual trees. When Ceres Imaging flies its planes over farms, it captures multiple spectrums of light, including visible, near-infrared, and thermal infrared data. Combining this imagery and processing it to extract insights about water, chlorophyll and other stress indicators, the information is reported to customers over the course of a growing season.

For example, the Cumulative Stress Index was used by an almond grower in the San Joaquin Valley to understand the differences in yield between two adjacent fields with 8 to 10 percent difference on the Cumulative Stress Index. The management team confirmed that yield differences between the two fields matched the 8-10% difference in the indexes. Using the Ceres Imaging Water Stress Index, they concluded that water stress was a major contributor to yield differentials.

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Del artículo «Aplicaciones biológicas de las fitasas: papel en los fertilizantes microbianos», de María Teresa Fernández, Hilda Rodríguez, publicado por el Instituto Cubano de Investigaciones de los Derivados de la Caña de Azúcar

deficiencia de fósforo en tomate

La mayoría de los suelos contienen grandes cantidades de fósforo total que aparece tanto en fracciones orgánicas como inorgánicas. Constituyendo un elemento esencial para las plantas, sin embargo, la mayoría de los suelos son deficientes en formas de fósforo (P) asimilables. En contraste a la adquisición de nitrógeno (N) de la atmósfera a través de la fijación biológica, el P tiene que ser suministrado a las plantas por medio de la aplicación de fertilizantes fosforados para alcanzar y mantener altos niveles de productividad. La recuperación de P a partir del fertilizante es pobre, solamente el 10-20 % del P aplicado es obtenido por las plantas en el año de aplicación, debido a que la mayor parte del P aplicado es rápidamente fijado en el suelo en fracciones que están pobremente disponibles para las raíces de las plantas.

De ” A Guide to Citrus Nutritional Deficiency and Toxicity Identification”, de la Universidad de Florida

El mayor componente de fósforo orgánico en el suelo es el fitato (ácido fítico) y es degradado por una clase de enzimas colectivamente denominadas fitasas. Los microorganismos juegan un importante papel en procesos que afectan la transformación del ácido fítico en el suelo y su disponibilidad para las plantas. Existen microorganismos capaces de solubilizar P del suelo de forma natural a través de la producción de fitasas, permitiendo la solubilización del P a partir del ácido fítico. Estos microorganismos solubilizadores de fósforo juegan un importante papel en la variación de la disponibilidad del P del suelo para las plantas, constituyendo hasta un 40 % de la población de bacterias del suelo, predominando especies del género Bacillus, Pseudomonas, Penicillium y Aspergillus.

Debido a la inhabilidad de las plantas para utilizar el fósforo contenido en el ácido fítico, la ingeniería genética ofrece oportunidades de manipulación de los genes de fitasas para lograr microorganismos más eficientes que ayuden a incrementar la movilización y disponibilidad del fósforo hacia las plantas mejorando la nutrición de las mismas.

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From the report «EFFECT OF BORDER CROPS ON POPULATION BUILDUP OF WHITEFLY, APHIDS AND VIRUS INCIDENCE IN POTATO CROP» of Anuj Bhatanagar, RP Pant, and SK Chakrabarti, published at Potato Journal

Field experiments were conducted to determine the effect of maize and mustard as border crops on buildup of whitefly and aphid populations and transmitted virus diseases in potato during 2013-14 and 2014-15 at Modipuram, India.

The results indicated that placement of mustard as trap crop towards south direction in potato plots reduced aphid and whitefly population and also reduced virus incidence to a level of 1.3 per cent followed by mustard placed on north direction (1.2%) in comparison to control (4.7 and 6.4%).

The maize as border crop had comparatively less significant effect on the buildup of vector population and corresponding diseases development in potato crop as compared to mustard crop.

The result indicated that mustard border rose at south and north directions in potato field would be effective in the management of potato aphids, whitefly and corresponding transmitted virus diseases in comparison to maize border. The significant effect of the mustard border on tuber yield shows that the technology would be most ideal for small scale potato production that could be done in small propagation plots planted with mustard as trap crop toward south and north directions

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Aquest 2019 l’agricultura continua les tendències tecnològiques cap a l’automatisme i l’agricultura de precisió. La feina del pagès cada cop estarà més relacionada amb ordinadors i programari, esdevindre un supervisor de la feina autònoma, i qui sap si, amb el temps, arribarà a ser sobrer.

Seguidament, s’indiquen exemples de l’avenç tecnològic, com ara l’avenç en l’ús de drons, ja no només per a mesurar, sinó com a eina de tractaments de precisió, sembra, etc.:


foto: dron Beijing 1keytech
foto: dron Beijing 1keytech
Eagle Brother UAV agricultural drone spraying trees - YouTube
video dron Eagle brother

També millores en el control hídric i reg automàtic, la robotització implementant els tractaments fitosanitaris o la collita:

GUSS | About the Global Unmanned Spray System (gussag.com) - YouTube
video: Global Unmanned Spray System
RIPPA The Farm Robot Exterminates Pests And Weeds - YouTube
video: RIPPA

per collir autònomament

Robotic harvester debuts in New Zealand orchard - YouTube

I finalment, el següent repte, és l’aplicació de la intel·ligència artificial, encara a les beceroles pel que fa a l’agricultura, tot i que ja es comença a moure alguna cosa.

foto: Trellis IA
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Do artigo «Avaliação qualitativa do figo à colheita», da Claudia Sánchez , publicado em Voz do Campo.

O figo, fruto da figueira (Ficus carica L) é originário da região do Mediterrâneo, sendo um dos frutos mais consumidos desde a Antiguidade. O seu consumo em quantidades moderadas constitui uma excelente opção para uma dieta saudável.

Com o objetivo de melhorar a qualidade e produtividade dos figueirais, recentemente foi criado o Grupo Operacional GoFigoProdução. Entre as técnicas culturais avaliadas destacam-se a fertilização, a poda e a manutenção do coberto vegetal natural.

Assim, após a colheita, os frutos são analisados em laboratório com o intuído de avaliar o efeito das diferentes técnicas culturais na qualidade dos mesmos. Os parâmetros analisados são aqueles considerados de maior importância pelos consumidores, que no caso do figo são o tamanho, a cor da epiderme e da polpa, o sabor e a consistência.

Relativamente à cor da epiderme, este fruto apresenta diferentes tonalidades, que estão relacionadas com a cultivar e o grau de maturação.

O outro indicador de qualidade dos figos é a consistência ou dureza que pode variar entre mole, firme ou duro.

O teor em sólidos solúveis totais (SST) é un parâmetro muito importante no momento de aferir a qualidade dos figos. A determinação dos SST do sumo do fruto é realizada mediante um refratómetro e os valores são expressos em graus Brix (ºBx), sendo que 1ºBx equivale a 1 g de açúcar por 100 gramas de solução. O conteúdo em SST depende do grau de maturação e da cultivar. Por exemplo, um figo maduro da cultivar “Pingo de mel” contem entre 20 e 25 ºBx, enquanto um figo “Preto de Torres Novas” pode alcançar valores de 22 a 32 ºBx. Assim, 100 gramas de fruto fresco podem conter entre 20 e 32 gramas de açúcar, o que equivale a cerca de 4-6 pacotes de açúcar de café. Tendo em conta que o açúcar maioritário é a glucose, o figo constitui um excelente alimento para todas aquelas pessoas que precisem de um aporte extra de energia, como é o caso de grávidas, crianças e adolescentes, desportistas e pessoas com elevada atividade física e intelectual, já que ajuda a evitar situações de fadiga.

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Du le report «Exploiter la diversité des cépages pour s’adapter au changement climatique», publié par l’INRA.

La viticulture est déjà affectée par le changement climatique et les scientifiques étudient différentes stratégies d’adaptation. Les chercheurs de l’Inra et de l’université d’Harvard se sont intéressés à la possibilité d’exploiter la diversité des cépages (ou variétés de vigne) qui sont cultivés mais peu utilisés par les viticulteurs pour s’adapter aux nouveaux climats dans les régions viticoles.

A l’échelle mondiale, seulement 12 cépages (soit 1 % des cépages cultivés) occupent jusqu’à 80 % des vignobles de certains pays. Et dans certains pays comme en Chine, l’Australie ou la Nouvelle-Zélande, ce pourcentage augmente jusqu’à plus du 80 % de leur vignoble. Plus extrême encore, en Chine, 75 % des surfaces sont cultivés uniquement avec un seul cépage, le Cabernet-Sauvignon.

Or, parmi les 1 100 cépages cultivés, certains d’entre eux sont mieux adaptés à des climats plus chauds et ont de meilleurs comportements face à la sécheresse que ces 12 cépages les plus connus et utilisés dans le monde. Il est donc important de mieux connaître et d’expérimenter des cépages venus d’ailleurs dans les différentes zones de production pour évaluer leur potentiel face aux changements futures. C’est notamment ce qui est déjà réalisé dans le dispositif expérimental de la parcelle VitAdapt porté par l’Institut des Sciences de la Vigne et du Vin (ISVV) qui décrit le comportement et l’adaptation à long terme d’une cinquantaine de cépages en climat bordelais.

Cette étude suggère la nécessité d’impliquer davantage les viticulteurs dans le test et l’évaluation de nouveaux cépages. Il s’agit également d’inciter les viticulteurs à partager leurs données avec les scientifiques, à travers par exemple des expériences de sciences participatives afin de construire ensemble des stratégies pour s’adapter au climat de demain et d’éviter de pâtir des effets négatifs du climat sur leurs productions.

L’étude est publiée dans la revue Nature Climate Change le 2 janvier 2018.

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Al país de l’olivera és una cançó que el grup musical Obrint Pas dedicà al temps d’infantesa en les terres mediterrànies. També és el nom donat als paisatges dibuixats per aquest arbre. Però són paisatges amenaçats per l’especulació, no urbanística, sinó sobre els arbres.

Com diu l’Anna Rodríguez a l’article «Salvant el país de l’olivera», es paguen més de deu mil euros per una olivera centenària, i fins a quaranta mil per una de mil·lenària. Els arbres més característics de les Terres de l’Ebre i el nord de Castelló s’han convertit en béns de luxe, i el país de l’olivera està en perill de desaparèixer. «Fins ara el negoci es focalitzava a l’Estat espanyol, però darrerament hem detectat un augment de les exportacions, en especial a la Xina i el Japó… estan espoliant el nostre paisatge, però també el nostre patrimoni cultural, agrari i natural», explica l’activista Guillem Riba, de la plataforma Salvem lo Montsià, a l’Anna Rodríguez.

Salvem lo Montsià recull signatures per protegir les oliveres monumentals - YouTube

Al Parlament de Catalunya s’ha iniciat un procediment legislatiu per tal de protegir els arbres de l’espoli, però, justament coincidint amb aquest, s’han intensificat les arrancades. Des de Salvem lo Montsià es demana, de manera immediata, una moratòria que aturi les arrencades.

Altrament, si hom veu els exemplars arrencats, bé encara en els camions, bé en els centres de jardineria esperant comprador, pot comprovar el mal que s’ha fet a l’arbre i la precarietat en que es troba, amb el tronc i les arrels tallats fins a la seva mínima expressió, una burla d’arbre que malviurà uns quants anys en algun jardí de nou ric.

Salvem lo Montsià i l’entitat Graëllsia, han engegat la plataforma Arbres en peu de vida, des de la que es duen a terme iniciatives per salvar el país de l’olivera, des de contactes polítics fins a projectes de conscienciació, com ara mitjançant publicacions, com Arrelades,  un conte per a xiquets i adults que narra una història de lluita per protegir unes oliveres que porten centenars d’anys arrelades a la terra…i que ara es troben en perill. Per finançar-lo, qui vulgui pot participar en un Werkami .

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From the report “Management strategies for banana Xanthomonas wilt in Rwanda include mixing indigenous and improved cultivars“, from Florence Uwamahoro, Anna Berlin, Helena Bylund, Charles Bucagu and Jonathan Yuen, published at Agronomy for Sustainable Development

In Rwanda, banana (Musa spp.) is one of the most important staple food crops occupying 23% of the area cultivated and contributing to 28% of the total crop production. It is grown by smallholder farmers in East and Central Africa for both subsistence and income generation.

Currently, the banana Xanthomonas wilt disease caused by Xanthomonas campestris pv. musacearum is the major constraint to banana production in the East and Central Africa. The disease can cause up to 100% yield losses if proper management strategies are not well implemented. The bacterium attacks all cultivars, and no single method is effective to control the disease. Effective management requires a set of cultural practices.

The bacterium, Xanthomonas campestris pv. musacearum, is highly transmissible and spreads rapidly through infected plant material, cutting tools, long-distance trade, and vectors such as insects, birds, and bats. Moreover, lack of knowledge among farmers on disease diagnosis and management, and cultural practices such as the use of unsterilized cutting tools that unintentionally spread the bacteria, contributed to its rapid spread.

In current study, a total of 120 and 150 banana farms from eight and ten districts of Rwanda were surveyed for disease occurrence in 2015 and 2016 respectively. The owners of the farms were interviewed about disease knowledge, management practices, and source of information in these aspects.

The results show that Xanthomonas wilt was present in all surveyed districts with high incidence (above 45% in both 2015 and 2016) in major banana growing areas, highlighting the risk of increasing yield losses. High Xanthomonas wilt incidence and severity was associated with Impara and Eastern plateau agro-ecological zones, intercropping systems, brewing bananas, dense spacing, and homogenous cultivars. Here, we demonstrate for the first time the gravity of Xanthomonas wilt in major banana growing areas of Rwanda. This agrees with the finding that proper implementation of management practices by the farmers remains limited. Disease management difficulties could be attributed to inaccessibility to the right information since some information sources may be unreliable.

It is also reported for the first time that fields with a mixture of indigenous and improved cultivars are likely to have low Xanthomonas wilt disease severity, and this could be considered in banana Xanthomonas wilt management package.

These findings are essential to understand the urgency of improving extension services with updated practices and reinforcing disease monitoring efforts in order to stop new infections and further spread of the Xanthomonas wilt disease, a threat to sustainable banana production in Rwanda.

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Del estudio “Manejando malezas con cultivos de cobertura: Una alternativa tecnológica para disminuir el uso de herbicidas”, de María Victoria Buratovich, Horacio A. Acciaresi, publicado por el INTA.

En Argentina el enfoque más utilizado contra las malezas en sistemas agrícolas extensivos consiste en el control químico a través del uso de cultivos resistentes a herbicidas. A causa de ello, se ha detectado un incremento en el número y densidad de biotipos de especies de malezas que logran sobrevivir a los tratamientos realizados. Así, se han detectado treinta y seis biotipos de veinte especies malezas resistentes, con resistencias simples y/o múltiples desde el año 1996 hasta la actualidad (REM, 2019).

Se observa que la solución a este problema debe necesariamente apuntar a generar una agricultura de procesos, donde entender la naturaleza de los procesos de enmalezamiento y la influencia que el manejo del cultivo ejerce sobre los mismos, será un paso inevitable.

Los Cultivos de Cobertera (CC) son una alternativa tecnológica que contribuye al aumento de la biodiversidad del agroecosistema, manteniendo la productividad del mismo, en tanto reduce el impacto negativo de las malezas en la productividad de los cultivos. Los CC se siembran entre dos cultivos de cosecha y pueden ser usados en siembra con el cultivo en pie ó con su residuo sobre el suelo, no siendo pastoreados, ni incorporados al suelo, ni cosechados. Los CC suprimen el crecimiento de malezas a través de diferentes mecanismos: los CC en pie previenen la emergencia, crecimiento, desarrollo y producción de semillas de las malezas a través de la competencia por recursos aéreos y subterráneos. Distintos estudios han demostrado que los residuos de los CC deben estar presentes en muy altas proporciones para prevenir la emergencia de malezas anuales. Pero por otro lado, los residuos de los CC pueden aumentar la emergencia y productividad de malezas, al favorecer la retención de humedad o por la liberación de compuestos nitrogenados.

Experimentos de cultivos de cobertura de avena, triticale y vicia sembrados en monoculturas y consociaciones han permitido disminuir la productividad de malezas primavero-estivales, sin afectar la productividad en grano del cultivo de soja subsiguiente en la rotación. Por otra parte, la presencia de los CC (en pie y residuos) permite disminuir el uso de herbicidas. Ello pone de relevancia la importante incidencia que dicha práctica posee en la dinámica de enmalezamiento en los sistemas agrícolas de la región.

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De l’article «Alemanya planteja mesures per poder reduir un 20% la fertilització nitrogenada», del Jesús Domingo, publicat pel Col·legi d’enginyers tècnics agrícoles i forestals de Catalunya, i «Bauern wollen weiter Mist machen», de la Maria Fiedler, publicat al Der Tagesspiegel.

No només Catalunya té un problema amb els purins i l’excés de nitrats. Arreu d’Europa hi ha aquest problema, i per aquest fet, la Comunitat Europea pot arribar a sancionar els estats incomplidors amb els residus, com ara l’Alemanya.

La Comissió de la UE ha demanat reiteradament a Alemanya que faci unes pautes més estrictes per a la fertilització dels camps. En realitat, la coalició de negre-vermell hauria de fer-ho fins diumenge passat, però el Ministeri Federal d’Agricultura i Medi Ambient no ha estat capaç d’acordar a temps.

A nivell comunitari la concentració màxima permesa de nitrats a les aigües subterrànies és de 50 mil·ligrams/litre de nitrats, però l’Alemanya no aconsegueix aquest objectiu des de fa anys. El 2017 es va superar el límit en gairebé un de cada cinc aqüífers, destacant especialment les zones de producció porcina com ara Nordrhein-Westfalen i Niedersachsen.

Altrament, als països del costat, Dinamarca ha aconseguit reduir la contaminació per nitrats en un 20 per cent, mentre que els Països Baixos paguen primes de retirada als productors de porcs.

Els agricultors i ramaders alemanys que s’oposen a haver de reduir la fertilització nitrogenada en un 20% el maig de 2020, al·leguen que aquesta reducció comportaria la malnutrició dels cultius i la pèrdua d’estructura del sòl. A més, la producció de porcí hauria de reduir-se augmentant la dependència d’exterior. També assenyalen que tant les compres de fertilitzants nitrogenats minerals com la cabana ramadera s’han reduït, i s’ha optimitzat la producció i aplicació de purins.

El ministeri d’agricultura alemany ha presentat un pla amb 6 mesures d’acompanyament:

  • Diferenciar les zones geogràfiques més sensibles a l’excés de nitrogen i fòsfor al sól.
  • Suport a la inversió en dipòsits, maquinària i equips que redueixin les emissions de fem (permetin emmagatzemar-lo i aplicar-lo de forma controlada)
  • Determinar amb major precisió, la quantitat de nutrients aplicats mitjançant la determinació del contingut de nutrients dels fems líquid.
  • Suport al creixement qualitatiu de la cabanya ramadera.
  • Mesures agroambientals.
  • Recomanacions d’alimentació al bestiar perquè excretin menys fòsfor i nitrogen.

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